quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Carl Reiner se recorda de Debbie Reynolds e Carrie Fisher como pessoas totalmente diferentes.

Carl Reiner e Debbie Reynolds em 2013
O famoso comediante, diretor e roteirista Carl Reiner, com seus atuais 90 anos, recorda Debbie Reynolds e Carrie Fisher.

O fato mais surpreendente é que eu estava assistindo "Cantando na Chuva" dois dias antes do falecimento de Debbie Reynolds.

Há dois ou três filmes que costumo assistir para relaxar e esse é um deles. 
Ela teve aulas de danças durante seis semanas antes de fazer todas aquelas danças com dois dos melhores dançarinos do mundo (Gene Kelly e Donald O'Connor) Pouca gente sabe disso.

Debbie e eu trabalhamos juntos no filme "Sem Talento para Matar" (The Gazebo), junto com Glenn Ford. Eu me lembro que tivemos conversas muito agradáveis e foi muito simpática para me convidar a um especial de TV no ano seguinte. Fizemos uma cena onde eu interpretava Edward R. Murrow (famoso jornalista americano dos anos 50) entrevistando três grandes divas do cinema - Zsa Zsa Gabor, Brigitte Bardot e a atriz italiana Anna Magnani -  e as personificações de Debbie delas foram perfeitas.

Eu fui conhecer a Carrie, quando eu trabalhei com ela no filme "Tem um Morto ao Meu
Lado", (Sibling Rivalry) de 1990, que eu dirigi.

As duas, Debbie e Carrie, eram pessoas totalmente diferentes. Debbie era extrovertida, cheia de vida; Carrie já era mais pensativa, como você pode observar pelo número de livros que ela escreveu. 

Ela pensava profundamente sobre as coisas. Uma era uma atriz de comédias e musicais e a outra um pensadora séria com alguns traços de comediante em si.

Eu ainda não consigo acreditar. Quando ouvi que Debbie havia falecido, eu disse: "Esperem aí, tem algum engano. Eles estavam falando de Carrie."  Foi muito inacreditável.


Fonte: THR

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