domingo, 29 de março de 2020

Imitação da Vida - 1959 - com Lana Turner


Este filme, que mostra as dificuldades de relacionamentos entre mães e filhas, foi o primeiro que Lana Turner fez, desde o escândalo pessoal envolvendo ela e sua filha Cheryl Crane. No ano anterior, Cheryl, de apenas 14 anos, esfaqueou mortalmente o namorado de Lana, Johnny Stompanato. Ele era parte da gangue de Mickey Cohen, que tinha laços com a Máfia e vinha batendo em Lana. A justiça acabou determinando que as ações de Cheryl foram de homicídio justificado. Contudo, a morte e todo o escândalo subsequente criou um racha entre Lana e sua filha e seriamente ameaçou a carreira da atriz. Mas, Turner canalizou toda a dor da experiência no filme. Foi sucesso de crítica e financeiro serviu como um veículo de retorno para a atriz.

A cena do funeral foi emocionante demais para Lana Turner. Quando Mahalia Jackson começou a contar, ela perdeu todo o controle e saiu em lágrimas em direção ao seu camarim (na verdade, seu trailer). Quando parecia não haver argumentos que pudessem convencê-la de voltar para a igreja e completar a cena, a maquiadora deu um tapa no rosto da atriz, tirando ela da histeria. Daí, ela voltou para o set e completou a cena com perfeição.

Lana aceitou recebe um salário menor, do que os costumeiros $25 mil dólares por semana, mas fez acordo para ganhar 50% do lucro do filme, que deu mais de $2 milhões de dólares (que foi um recorde para uma atriz naquela época).

Quando Sarah Jane (papel feito por Susan Kohner) dança sozinha em seu quarto, podemos ver uma foto de Bobby Darin, que depois se casou com a atriz Sandra Dee, companheira de Susan e filha de Lana no filme.

Juanita Moore sentada com a criança e Lana Turner à direita.
Embora ela tivesse o segundo maior papel no filme, a atriz Juanita Moore aparecia inicialmente em sétimo lugar, depois de outros atores em papeis pequenos. Como um forma de compensação, os créditos dela apareceram no filme como “e apresentando Juanita Moore como Annie Johnson”, mas esse crédito no filme não aparecia nas propagandas do filme.

Douglas Sirk com Lana Turner
O diretor Douglas Sirk trabalhou com carinho com seus atores. Em vez de ditar a maneira como a cena dever ser feita, ele conversava com cada ator de lado, sugeria o que queria e perguntava como ele ou ela se sentia a respeito.
Deve ter sido isso que fez Douglas Sirk ter tido tanto sucessos em seus outros filmes. Foi uma pena que ele tenha se aposentado de Hollywood aos 62 anos e ter voltado para a sua nativa Alemanha.

Este filme foi o filme de maior bilheteria do estúdio Universal nessa época, e o maior sucesso de Lana Turner em toda sua carreira. Com o acordo para ganhar sobre os lucros, ele ficou confortável financeiramente para o resto da sua vida, particularmente depois que seu quinto marido, Fred May, investiu muito do dinheiro em imóveis.
As externas da casa do rancho de Lora Meredith (o papel de Lana) seria depois usado para as externas da série de TV  “Casal 20”, de 1979, vinte anos depois.

Douglas Sirk tinha lido o romance de Fannie Hurst antes de dirigir o filme, mas não tinha visto a primeira adaptação para o cinema, feita em 1934. O primeiro filme é mais literal ao livro do que a versão de Sirk, mas a versão de 1959 teve muito mais sucesso.

Juanita e Susan Kohner
Filme Indicado ao Oscar (2 indicações para Melhor Atriz Coadjuvante)
Susan Kohner e Juanita Moore.
Ganhador do Globo de Ouro de 1960 para Melhor Atriz Coadjuvante para Susan Kohner.

Trilha sonora de Frank Skinner e Henry Mancini, mas este último não teve seus créditos no filme.

Duração: 2 horas e cinco minutos. Colorido (Eastmancolor). Bem que poderia ser em Technicolor. Mas o filme está em alta resolução, que mostra toda a exuberância de Lana Turner.

Link do filme abaixo:
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quarta-feira, 25 de março de 2020

Gettysburg (1993) - Filme sobre a batalha da Guerra Civil Americana em 1863

Filme sobre a Guerra Civil Americana e sobre a batalha de Gettysburg em 1863.

No Brasil, teve o título "Anjos Assassinos", pois foi baseado em livro homônimo de Michael Shaara, ganhador do Pulitzer.

Com duração de 4 horas e 31 minutos, contando no elenco com Tom Berenger, Martin Sheen, Sam Elliot, Stephen Lang e Richard Jordan entre outros.
Martin Sheen faz o papel do famoso General Lee , comandante dos confederados, lembrando que Lee desistiu de posto no exército da União (do governo de Lincoln) para se juntar aos confederados (os rebeldes de Jefferson Davis).

Alguns fatos curiosos, colhidos em grande parte do site IMDb sobre o filme:


Martin Sheen e Tom Berenger
O ator Tom Berenger gostou tanto do seu papel como o General James Longstreet, que depois abriu um restaurante/nightclub no centro de Wilminton, Carolina do Norte, chamado “Pub Irlandês Longstreet”. Em 2019, ainda estava em operação.
No começo da produção, Tom Berenger presenteou cada membro do elenco confederado com uma espada engravada com o nome de seu personagem , General Longstreet. Berenger pagou ele mesmo pelas espadas.

Alguns explosivos nos terrenos faziam muito barulho, quando detonados. Com receio de que pudesse assustar os cavalos e acabar derrubando ou machucando os cavaleiros, a produção resolveu adicionar o som no pós produção.



O time da produção recebeu a notícia da morte do ator Richard Jordan, enquanto estavam editando a cena de morte do seu personagem (General Armistead). Richard Jordan morreu de câncer no cérebro em 30 de agosto de 1993, cinco semanas antes da estreia do filme.

A estreia do filme na TNT em Junho de 1994 atraiu a maior audiência para um filme transmitido em um canal a cabo. Mais de 23 milhões de pessoas viram toda ou parte do televisionamento de duas noites.

O título original do filme era “Os Anjos Assassinos”, tal como ficou entitulado no Brasil, era também o título do livro de Michael Shaara. Preocupado que o público iria pensar que o filme se tratava de briga de gangues adolescentes, Ted Turner mudou para “Gettysburg”, que faz muito mais sentido e é o título que publicamos no post deste filme.

Martin Sheen foi escalado para fazer o General Robert Lee no último minuto, depois de demoras na produção e problemas de agenda forçaram outros atores a sair, incluindo Robert Duvall.
O diretor Ron Maxwell disse em entrevistas que ele ficou muito grato por Sheen ter aceito o papel, fazendo um grande trabalho e sendo um grande cavalheiro sobre a situação.

Lee geralmente usava um uniforme simples, apenas com três estrelas no colarinho, porque ele não gostava de uniformes cheios de condecorações, usados pelos generais confederados. As três estrelas no exército confederado indicavam o grau de coronel, que era o grau de Lee, quando ele pediu renúncia do exército da União. O generais confederados usavam as estrelas entretecidas nos colarinhos e o grau era indicado pelo número de listas nas mangas. Ninguém soube por que Lee insistia em usar esse uniforme com o grau errado. Ele apenas usou o uniforme correto quando ele se rendeu ao general Grant em Appomattox.

Durante a premiere em Atlanta, Martin Sheen estava ficando cada vez mais perturbado por um membro da plateia atrás dele, que fazia vários comentários sobre os personagens do filme e o que iria acontecer em seguida. Quando as luzes acenderam para o intervalo, Sheen se virou para confrontar a pessoa e percebeu que era o ex-presidente Jimmy Carter.

Depois que Robert Duvall foi substituído por Martin Sheen, ele depois fez o papel do General Lee no filme “Deuses e Generais” em 2003, e que também será objeto deste blog em breve.

Um figurante sofreu um leve ataque cardíaco, enquanto filmava uma cena de batalha e foi levado a um hospital local. Quando ele se recuperou suficientemente, o produtor Ted Turner levou-o em sua limusine pessoal para ver as filmagens. Infelizmente, o homem acabou morrendo dias depois.

O filme é baseado em roteiro, quase literal do livro “Killer Angels”, ou "Anjos Assassinos" de Michael Shaara, ganhador do Pulitzer. Michael não pode ver o filme feito, pois faleceu na década de 80, mas seu filho Jeff continuou com os livros, escrevendo um sobre fatos antes de Gettysburg, narrando a vida de alguns generais envolvidos na guerra, “Gods and Generals”, que deu origem ao filme 10 anos depois deste. E escreveu um terceiro livro, que fala sobre os acontecimentos que deram origem ao fim do conflito. A trilogia (The Civil War Trilogy) pode ser comprada na Amazon: https://www.amazon.com.br/Civil-War-Trilogy-Michael-Shaara/dp/0345433726/ref=sr_1_fkmr0_1?__mk_pt_BR=ÅMÅŽÕÑ&keywords=jeff+shaara+trilogy&qid=1585176426&sr=8-1-fkmr0

Toda a maquiagem e cabelo para Martin Sheen viver o General Lee demorava cerca de 90 minutos para ser concluída.

Este filme foi o primeiro da Turner Pictures.

O filho do autor do livro, Jeff Shaara, conforme mencionado anteriormente, escreveu um livro antes e outro depois dos acontecimentos de Gettysburg. “Gods and Generals” foi publicado em 1996 e produzido em 2003 por Ted Turner como o segundo filme épico, mas foi mal de crítica como foi um desastre financeiro custando à Turner Pictures perdas de dezenas de milhões. O último livro da trilogia “The Last Full Measure”, que trata dos acontecimentos finais da guerra, publicado em 1998, nunca foi considerado por Turner ou qualquer outro estúdio, depois do fracasso comercial de “Gods and Generals”.


Ted Turner à esquerda
Ted Turner faz uma ponta como o Coronel Waller T. Patton. Na famosa carga militar, conhecida como Carga de Pickett, algumas tropas confederadas chegam a uma cerca que precisam ultrapassar. Patton (Ted Turner) lidera a carga, mas acaba levando um tiro em frente da cerca.

Link do filme para download em alta resolução:
https://odobagg-my.sharepoint.com/:v:/g/personal/moegtufwc_od_obagg_com/EdZqxH8LlnNNuJPsI3aGcCMBKUUoH3OvAyYfVu2kf5qf9g?e=s8aPI7

sábado, 21 de março de 2020

O Senhor das Ilhas (The Hawaiians) , de Tom Gries (1970)

Filme dirigido por Tom Gries, com Charlton Heston, Tina Chen, Geraldine Chaplin, John Philip Law e Mako.

Indicado ao Oscar de Melhor Figurino.

Trilha sonora de Henry Mancini.

Baseado no livro de James Michener (Havaí).

Duração de 2 horas e 14 minutos.

O filme foi uma continuação do popular "Havaí" de 1966, usando partes não aproveitadas do livro de James Michener, que tem cerca de 1.020 páginas. Charlton Heston havia
sido convidado para fazer "Havaí", mas desistiu de fazer, porque ele alegou que os produtores não sabiam se ele deveria fazer o missionário ou o papel do capitão. 

Ele provavelmente se arrependeu, pois o filme que ele fez no mesmo ano de 1966, "Khartoum", foi um fracasso de bilheteria. 

Contudo, essa continuação de "Havaí" também foi alvo dos críticos e não teve o sucesso do filme anterior.

Embora Charlton Heston tenha desistido de "Havaí", ele desejou fazer essa continuação. Heston recebeu $750.000 dólares e mais 10% dos lucros.

Este filme foi o primeiro de dois no qual Charlton Heston fez o papel, cujo filho se apaixonou por uma garota asiática vivendo no Havaí. A segunda vez foi no filme 'A Batalha de Midway", de 1976.

Veja abaixo link para ver ou assistir o filme. O arquivo original do filme estava hospedado na nuvem no meu OneDrive na China, mas com a atualização do Windows 10, muitos perderam o acesso, entre eles, eu.
Mas a pedido de um visitante do site, coloquei abaixo um novo link. Não tem a excepcional qualidade do primeiro link e a legenda não está 100% sincronizada, mas acredito que não atrapalha a visualização e o entretenimento.
https://1drv.ms/v/s!AsG-jsm3UF0aeSzl2LOnG9gQw0c?e=DHqS0z

quinta-feira, 19 de março de 2020

Paladino do Oeste (Have Gun Will Travel) - T1 E26 - Birds of Feather

Este é 26º episódio da 1ª temporada de Paladino - Birds of  Feather.

O título original leva ao ditado: Pássaros da mesma espécie voam juntos.

Duas ferrovias ficam travadas ante a cidade de Big Spur, em Colorado. A Texas Colorado & Overland e a Continental Divide. Elas brigam pela passagem de um local. Ambos os lados querem que o outro desista. Pistoleiros são contratados pelos dois lados para intimidar a população da calma cidade. Paladin (ou Paladino) deve encontrar uma maneira de resolver a disputa, não importando que lado ganhe.
Veja abaixo link para ver o episódio:

A Ilha dos Birutas (Gilligan´s Island) - T1 - E3 - O Capitão e o Vodu

Mais uma aventura de Gilligan e seus amigos náufragos.
Depois que alguém arromba a cabana de mantimentos, todos suspeitam que um assassina pode estar na ilha - exceto pelo Capitão, que acha que pode ser uma maldição vodu.

Segue abaixo link para baixar ou ver o episódio:
https://mega.nz/#!I5Il0SRK!6A5z9pJax7UwmZoSHIQIiJv4GFGNjaEW_n8YAugQQow

sábado, 14 de março de 2020

Trapézio - 1956 - Com Burt Lancaster, Tony Curtis e Gina Lollobrigida

Filme de 1956 dirigido por Carol Reed com Burt Lancaster, Tony Curtis e Gina Lollobrigida.

Baseado em livro de Max Catto.

Conta a estória de Mike Ribble (Burt Lancaster), que foi uma vez um grande artista do trapézio - e o único que completou o salto triplo - antes de seu acidente. Tino Orsini ( Tony Curtis) chega ao circo e consegue convencer Mike para ensinar a ele o triplo. Enquanto isso, Lola (Gina Lollobrigida), uma malabarista, quer também quer se juntar à façanha.

Burt Lancaster tinha 41 anos na época e fez todos os saltos de trapézio, menos um, pois ele já havia trabalhando em um circo antes de ser ator. Ele insistiu em fazer o salto triplo, mas o consultor técnico, Eddie Ward, inicialmente estava hesitante em liberar Lancaster para as cenas. Assim, Eddie fez o dublê para Lancaster durantes as primeiras semanas de filmagem. O diretor Carol Reed acabou contratando o amigo de Lancaster de longa data, Nick Cravat para fazer as cenas de dublê.
O roteiro retirou uma possível inclinação homossexual do livro: Orsini é executado por assassinar uma mulher que o deixou por Ribble, mas o verdadeiro assassino prova ser Ribble que queria Orsini.
Sally Marlowe foi escalada para fazer o dublê nas cenas de ação de Lollobrigida, até o momento em que Marlowe quebou o nariz no set. Willy Krause, um amigo pessoal de Burt Lancaster, foi convidado para fazer as cenas de Lollobrigida. Ele aceitou a oferta.

Foi o filme de melhor bilheteria de 1956.

Veja abaixo link para ver o filme em alta resolução:
https://odobagg-my.sharepoint.com/:v:/g/personal/moegtufwc_od_obagg_com/EQD6hU-jjKpOpIz17SgE1FcBVJCB82GolS8yK0pzsDqnWA?e=BhErsN

segunda-feira, 9 de março de 2020

Águia Solitária "The Spirit of St. Louis" com James Stewart, filme de Billy Wilder (1957)

Charles A. Lindbergh, que era conhecido como Slim, que para nós seria Magrão, queria o ator Anthony Perkins para fazê-lo no filme. Mas Billy Wilder preferiu alguém mais experiente e carismático como James Stewart.

Mesmo o produtor Jack Warner se opôs fortemente a escalar Stewart, que ele acreditava que tenha feito o filme fracassar na estreia em 1957. Warner achava que um ator mais jovem e menos conhecido era melhor para interpretar Lindbergh. Jack Warner disse, na época, que foi o maior fracasso que já tinha tido.


James Stewart estava fazendo um Charles Lindbergh na idade de 25, mas ele já estava com 47 anos, quando o filme foi feito. Até Stewart sentia dificuldades no decorrer do filme. Alguns acreditavam que até ele se sentia mal escalado.
O próprio Charles Lindbergh ficou extremamente desapontado com o retrato dele feito por James Stewart.
Stewart ficou com o papel após John Kerr ter recusado fazer, por causa da sua desaprovação pelas simpatias nazistas e visões antissemitas de Lindbergh. 
Depois de verem o filme, acredito que todos vão adorar a interpretação de James Stewart

Filme sobre a história do voo solo de Charles Lindbergh cruzando o Atlântico.

Dirigido pelo mestre Billy Wilder e com o sempre ótimo James Stewart. Quem não gosta de James Stewart, não deve gostar de sorvete e batata frita.

Lindbergh se tornou uma figura controversa por sua extrema oposição pelos americanos ajudarem os britânicos contra a Alemanha nazista e a Itália fascista.

James Stewart teve que usar bastante maquiagem no filme, já que ele estava fazendo um personagem que era metade da sua idade.


Uma das réplicas do “O Espírito de St. Louis” construída para o filme está no museu de Henry Ford, no estado de Michigan, nos EUA.Eu mesmo estive nesse museu no final da década de 90 e não me lembro de ter visto o avião.

No começo do filme, Lindbergh é acordado de sua cama no quarto do hotel pela música “Rio Rita” sendo tocada alta em um toca discos. Ele estaria a caminho para ver o show da Broadway “Rio Rita”, quando ele soube que o tempo estaria bom para voar no dia seguinte. Ele acabou voando na manhã seguinte. O ator James Stewart é conhecido por seus colegas atores como Jimmy Stewart. Um personagem do musical “Rio Rita” se chamava Jimmy Stewart. Era o destino.

Lindbergh é mostrado no filme tentando dormir a noite antes do seu voo para Paris. Na verdade, o que houve na vida real é que ele passou a maior parte da noite em festa com amigos.

No seu voo, quando Lindbergh avista a Irlanda, ele voa sobre a Ilha Skellig. Esta é a mesma ilha exibida no filme “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), quando Rey (Daisy Ridley) se encontra com Luke (Mark Hamill) pela primeira vez.

Mais coincidências. O vôo de Lindbergh de 1927 para a França começou quando ele decolou de Nova York em 20 de Maio. O ator James Stewart, que faz o Lindbergh, nasceu em 20 de Maio. Em 1932, a aviadora Amelia Earhard se tornou a primeira mulher a fazer o vôo solo pelo Atlântico, depois de decolar em 20 de Maio.

Veja o filme pelo link abaixo:
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A Cadeira de Banquo - T04E29 - Alfred Hitchcock Apresenta

Continuando com os melhores episódios de "Alfred Hitchcock Apresenta", hoje é o 29º da 4ª temporada.

Dirigido pelo próprio Hitchcock.

John Bedford é um suspeito de ter sido o assassino da sua tia rica, Miss Ferguson, mas a polícia não consegue quebrar o álibi dele. 

Agora, depois de exatos dois anos do crime, um investigador aposentado da Scotland Yard, William Brent, traça um plano que ele espera que faça o sobrinho confessar. Brent convida o jovem para um jantar na casa que pertencera à sua falecida tia e contrata uma.... bom o resto vocês vão assistir.

Banquo tem a ver com o nome do fantasma sentado à cadeira em tragédia de Shakespeare, Macbeth.

Veja o episódio com o link abaixo:
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A Ilha dos Birutas - Gilligan´s Island - T1E02 - Cabana Doce Cabana

Este é o segundo episódio da 1ª temporada de Gilligan.

Neste, os sete náufragos decidem que não querem compartilhar uma  cabana única. Assim, eles se dividem em equipes para construírem cabanas separadas. Um tempestade vem se aproximando e então o tempo urge.E com Gilligan tentando ajudar, aparecem um monte de problemas.

Dirigido por Richard Donner (Máquina Mortífera)


Abaixo o link para ver o episódio:
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segunda-feira, 2 de março de 2020

Paladino do Oeste - (Have Gun Will Travel) - Episódio "The Bostonian" - Temp 1, Ep.21

Mais uma série clássica aqui no Blog.

Paladino passou aqui na TV, na década de 70 ou 80, dublada pelo estúdio Cinecastro.

É a estória de um pistoleiro a contrato. Ele foi formado em West Point e vive em um hotel em San Francisco, prestando esses serviços, sendo assessorado pelo seu fiel escudeiro, Hey Boy.

O título em inglês diz o que ele faz: Have Gun Will Travel - Tenho arma e estou disposto a viajar. E com sua marca característica de se vestir de preto.

Richard Boone é Paladino. Fez vários filmes, destacando-se eles um com John Wayne em "O Álamo", um com Charlton Heston em "O Senhor da Guerra" e um outro com Kirk Douglas em "Movidos pelo Ódio".

Richard viria a fazer outra série de western, como Hec Ramsey.

O episódio que está no link abaixo é "The Bostonian", um casal que vem de Boston para o Oeste e tentar nova vida. 
Com Harry Townes e Constance Ford como Henry Prince e Gloria Prince.
Paladino decide ajudar Henry e depois descobrem que já usaram o mesmo alfaiate.

Episódio dirigido pelo diretor Andrew McLagen, que dirigiu vários westerns com John Wayne e James Stewart. Vários episódios foram escritos por Gene Roddenberry (Jornada nas Estrelas), que vivia nessa época como um pequeno roteirista de seriados.

Vou postar os melhores episódios das 6 temporadas da série aqui no blog.

https://odobagg-my.sharepoint.com/:v:/g/personal/moegtufwc_od_obagg_com/EQLvUhWCb_VMittfB9faecEBxlpM9csXBaYQ5GN9Kf2x3Q?e=cP3lfY

domingo, 1 de março de 2020

Havaí - Filme de 1966 baseado em livro de James Michener.

Filme baseado em livro de James Michener e roteiro de Dalton Trumbo.

Um missionário americano e sua esposa viajam para um ilha exótica do Havaí, com a intenção de converter os nativos. Mas o conflito entre as duas culturas é muito grande e, em vez de haver um entendimento, ocorre a tragédia.

Filme digirido por George Roy Hill, com Julie Andrews, Max von Sydow, Richard Harris e Gene Hackman.

Foi o filme de maior bilheteria de 1966.
Indicado a 7 Oscar, mas não ganhou nenhum. Apenas ganhou um Globo de Ouro, para Melhor Atriz Coadjuvante para Jocelyne LaGarde, que fez a personagem Malama.

Quando assisti este filme pela primeira vez, fiquei aborrecido com o personagem feito por von Sydow e não me conformava por que Julie Andrews não abandonava o missionário radical pelo capitão. Depois, quem diria, eu viria a ser um grande fã de Sydow. E também fiquei bastante impressionado pela atuação de Malama, feita por Jocelyne e não foi à toa que ela ganhou o Globo de Ouro e indicada ao Oscar. 
Jocelyne e Julie Andrews
Jocelyne é a única indicada na história da Academia por seu único papel no cinema. Ela nunca havia atuado antes e nunca mais atuou na sua vida.

Este filme marca o primeiro filme da carreira de Bette Midler. Ela pode ser vista na multidão como uma passageira que está enjoada no navio e ouvindo o Reverendo Abner Hale (Sydow). Ela foi contratada também para um papel com fala e foi para Los Angeles, para filmar as cenas no estúdio. As cenas dela acabaram cortadas do filme na edição. Contudo, Bette usou o dinheiro para se mudar para Nova York, onde sua carreira deslanchou.

O papel fictício de Malama no livro de James Michener e também no filme, foi baseado na Rainha Ka’ahumanu, a verdadeira chefe dos Mauis na época da chegada dos missionários nas ilhas. Foi ela quem deu a boas vindas aos missionários, aprovou as leis contra os marinheiros e se converteu ao Cristianismo um pouco antes de sua morte, do mesmo como faz Malama neste filme.

Richard Harris, Julie Andrews e Max von Sydow
Os filhos verdadeiros de Max von Sydow, Henrik e Clas, ambos fizeram o papel do filho do reverendo, Micah, em diferentes idades durante o filme. Henrik fez Micah aos sete anos e Clas fez o Micah aos doze anos.

Fred Zinnemann seria o diretor inicialmente, assim como Audrey Hepburn e Sir Alec Guiness para estrelarem os principais papeis. Infelizmente, conflitos do produtor Walter Mirisch e o roteirista Dalton Trumbo, assim como vários dias de atraso por causa do tempo, forçaram ele a deixar o projeto antes das filmagens começarem. George Roy Hill foi contratado para substitui-lo.
Na verdade, Fred queria levar Daniel Taradash, com quem teve uma ótima parceria com o filme “A um passo da eternidade”, para escrever o roteiro, mas ele não conseguiu condensar o livro de Michener (livro tem um pouco mais de mil páginas). Fred queria fazer um filme de 4 horas, dividido em duas partes. Trumbo veio depois, para escrever o roteiro.

Ofereceram o papel do Capitão Rafer Hoxworth (feito por Richard Harris) e também o do missionário para Charlton Heston. A despeito de ter rejeitado os dois papeis, Heston iria aparecer na continuação deste filme, “O Senhor das Ilhas” (The Hawaiians) dali a 4 anos, com o papel de Whip Hoxworth, o filho do personagem de Richard Harris.

Quando Richard Harris foi apresentado para Gene Hackman no início das filmagens do filme de 1992 de Clint Eastwood, “Os Imperdoáveis”, Harris o cumprimentou como se fosse a primeira vez que tinham se visto. Hackman explicou que eles já tinha se encontrado antes, mas Harris dizia que não, que ele teria lembrado. Hackman então disse a ele que eles tinham se conhecido pela primeira vez no set de “Havaí” vinte e seis anos antes.

Tanto este filme como a continuação têm belíssimas trilhas sonoras. A deste feita por Elmer Bernstein e da continuação feita por Henry Mancini.

Veja trailer:

E abaixo o link para o filme:
https://odobagg-my.sharepoint.com/:v:/g/personal/moegtufwc_od_obagg_com/EdrIJlSloJ9DhyvUXm6LBPYB1YLW8Cj3PP3abH-NC0J3vQ?e=gHffGh