quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Lin-Manuel Miranda vai adaptar livro "Crônica de um Regicida" para filme e série de TV

Lin Miranda
A produtora Lionsgate convidou Lin-Manuel Miranda, o genial criador do musical Hamilton, para adaptar em filme e série de TV, a famosa trilogia escrita por Patrick Rothfuss, The Kingkiller Chronicle, aqui chamada de "Crônica de um Regicida" ou "Crônica do Matador do Rei" Lin deve trabalhar em conjunto com o autor dos livros.

Miranda vai servir de produtor criativo da série e espera-se que componha a trilha e escreva as canções. Rothfuss será produtor executivo tanto do filme como da série de TV. Isso vai assegurar a precisão na adaptação de seus livros.

O roteiro do filme será baseado no primeiro livro: "The Name of the Wind", ou "O Nome do Vento". Livro pode ser encontrado aqui: https://www.amazon.com.br/Nome-do-Vento-Patrick-Rothfuss/dp/8599296493/ref=sr_1_1?ie=UTF8&qid=1480504624&sr=8-1&keywords=o+nome+do+vento

Lin-Manuel disse que os livros Kingkiller de Pat Rothfuss estão entre os mais lidos e relidos
Pat Rothfuss
em sua casa. É um mundo em que você deseja passar horas, como muitos fãs atestam. Também disse que Pat escreve melhor que ninguém sobre o ato de fazer música. Ele não pode esperar a hora de participar em trazer esse mundo para a tela.


Lin-Mirand e Rothfuss vão estar intimamente envolvidos no desenvolvimento dos personagens e estórias, a serem exploradas na série de TV.

"A melhor maneira de honrar a visão ambiciosa e única de Pat Rothfuss era o de criar uma maneira nova de adaptá-la com as equipes de filmes e TV trabalhando lado a lado, que significava que apenas uma talento multifacetado, como o de Li-Manuel Miranda, poderia fazer," disse Erik Feig, co-presidente da Lionsgate Motion Picture Group. " Lin é um grande talento e um grande fã da trilogia e, trabalhando junto com Pat, sua visão criativa da franquia irá trazer um incrível nível de detalhes e continuidade a todos os projetos."

A Lionsgate já havia anunciado anteriormente que estaria desenvolvendo um filme, uma série e um videogame baseados na série de fantasia, "The Kingkiller Chronicle".

A série é focalizada no mago Kvothe, que sobrevive a uma tragédia na infância, para se tornar um nome famoso. Kvothe também é músico e conta sua história a um cronista em três dias. A narrativa se desenvolve em dois tempos diferentes: o presente no qual Kvothe conta sua história a Devam Lochees (o cronista) e o passado de Kvothe (a maior parte da narrativa)

A série de livros vendeu 10 milhões de cópias e os primeiros dois livros: "O Nome do Vento" e "O Temor do Sábio" foram livros best-seller no New York Times.




Fonte: Variety

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Trilha Sonora da Semana: Amadeus

Do filme Amadeus, de 1984, dirigido por Milos Forman e ganhador de 8 Oscars.

Estrelado por Tom Hulce (Mozart) e F. Murray Abraham (Salieri).

O filme mostra a incrível vida de Wolfgang Amadeus Mozart, contada pelo seu contemporâneo e rival secreto, Antonio Salieri , agora confinado em um asilo.

A trilha tem aproximadamente 1 hora e 19 minutos com 12 obras do próprio Mozart e uma 1 Stabat Mater de Pergolesi. São conduzidas pelo brilhante Sir Neville Marriner com a Academy of Saint Martin-in-the-Fields.



Dois novos escalados para Star Trek: Discovery

A expectativa é grande para a nova série de TV Jornada nas Estrelas e mais atores são selecionadas para Star Trek: Discovery, que será distribuída pelo novo canal de streaming da CBS, o CBS All Access. 
Aqui no Brasil, deve ser transmitida pelo Netflix.

Doug Jones (Hellboy, Quarteto Fantástico) e Anthony Rapp (The Knick) foram escalados para a nova série, de acordo com o site Deadline.

Michele Yeoh já foi confirmada para seu papel de uma capitã da Frota Estelar.

Doug Jones
Jones vai ser Tenente Saru, um oficial de Ciências da Frota e uma nova espécie alienígena no universo de Jornada nas Estrelas.

Rapp, por sua vez, será Tenente Stamets, um astromicologista, perito em fungos e um oficial de Ciências da Frota a bordo da nave Discovery. 
Anthony Rapp

O novo nome da personagem de Yeoh será Capitã Georgiu da nave estelar Shenzhou da Frota. 
A protagonista da série será uma mulher, mas estão próximos de escolher a nova sortuda, muito embora não haverá um protagonismo acentuado da capitã da nave desta vez na série.

Star Trek: Discovery vai ser uma nova nave, não mais a Enterprise. Serão novos personagens, novas missões, mas com a mesma ideologia de exploração de novos mundos.
Ela vai estrear em Maio de 2017


sábado, 26 de novembro de 2016

Anne Rice vai colocar seus livros da série Vampire Chronicles para série de TV

Anne Rice, a celebrada autora da série de livros Vampire Chronicles (Crônicas Vampirescas), recuperou os direitos de exibição dos seus livros e disse que a "televisão é onde pertencem os vampiros."

Ela quer que seus livros sejam transportados para a TV e não mais para o cinema.

A autora anunciou a recuperação dos direitos em sua página no Facebook, neste sábado, dia 26. "Uma série de TV da mais alta qualidade é agora meu sonho para Lestat, Louis, Armand, Marius e toda a tribo."

A Universal e a Imagine Entertainment tinha adquirido em 2014 os direitos de filmagem para os livros dela, centralizados em um nobre francês do século 18, que se torna um vampiro. Contudo, Rice informou que suas estórias vão funcionar melhor na TV.

"Embora eu tive o prazer de trabalhar com ótimas pessoas para levar os livros ao cinema, acabou não dando certo," escreveu ela sobre os planos da Universal e a Imagine Entertainment, para fazer vários filmes sobre os livros. "É , mais do nunca, muito claro que é na TV que os vampiros pertencem."

Ela e seu filho Christopher Rice, que vai servir de produtor executivo, vão desenvolver um roteiro piloto e um esboço com mais detalhes para uma série, que represente fielmente a estória de Lestat, como está escrito nos livros. Ela disse que provavelmente vão começar com o "Vampiro Lestat", o segundo livro da série.

Sobre os fãs, ela disse: "Há algum tempo, vocês todos me disseram quanto queriam ver um tipo de Game of Thrones fielmente representando esse meu material, e quanto vocês queriam que a série ficasse sob meu controle. Bem, eu ouvi vocês. Eu sempre ouvi vocês. O que vocês querem é o que eu quero."

Ela terminou o recado, dizendo que está com bastante otimismo sobre o futuro do meu amado Lestat. 

Alguns dos livros de Rice já foram transpostos para a tela grande no passado. A Warner fez "Entrevista com o Vampiro" (baseado no primeiro livro da série), um filme com Tom Cruise e Brad Pitt. O filme A Rainha dos Condenados (Queen of the Damned) de 2002 também foi inspirado nos livros de Rice.




Fonte: The Hollywood Reporter

Diretores de "Moana: Um Mar de Aventuras" revelam como a estória evoluiu


O veterano time de diretores, John Musker e Ron Clements falam como eles chegaram à ideia do filme de animação, Moana, que estreia dia 5 de janeiro no Brasil.

Foram gastos cincos anos de pesquisa e trabalho na criação da animação da Disney, que já faturou $10 milhões até a última quinta-feira e deve ganhar $85 milhões a $91 milhões nesses cinco dias de festividades do Feriado de Ação de Graças.

Como o pano de fundo as ilhas do Pacífico, o musical focaliza Moana (na voz da havaiana Auli'i Cravalho), uma garota de 16 anos que começa a se tornar líder local. Com isso, ela aprende que seu povo foi navegador e quer saber por que ele parou de ser assim.

Na animação, os produtores criaram "storyboards" e fizeram edições antes de começar a parte mais cara do processo de animação. Dessa forma, a estória frequentemente acaba mudando ao longo do seu curso.

John Musker e Ron Clements, que também dirigiram para a Disney as animações Aladim , A Pequena Sereia e mais recentemente, A Princesa e o Sapo, descrevem abaixo para o site Hollywood Reporter (THR), como eles chegaram até a ideia e como a estória se desenvolveu ao longo do processo de 5 anos.

THR:  Como chegaram até a ideia de Moana?

Musker: Cinco anos atrás, eu comecei a ler sobre a mitologia da Polinésia e encontrei uma
fonte rica em estórias, principalmente em relação a Maui, o semideus. Ele era um deus que mudava de forma, era esperto, tinha superpoderes e um gancho mágico. Tudo isso foi levado em conta no tratamento da animação. Ron começou a ler sobre isso também, e aí juntamos tudo em uma estória e levamos para John Lasseter.
Ele adorou e ficou intrigado com Maui.
Fizemos depois várias visitas à Polinésia.

Clements: Teve alguns mai tais (bebida alcoólica com rum e frutas), mas não podíamos passar o tempo só fazendo turismo. Havia muitos compromissos. Conversamos com linguistas, arqueologistas e navegadores.

Musker: Soubemos como era importante a navegação e que houve uma intervalo de 1.000 anos em que a navegação parou. É de onde desenvolvemos a estória.

Clements: Vimos que era uma espécie de True Grit (Bravura Indômita, filme de John Wayne), com uma garota determinada, que se junta a uma malandro azarado. Tornou-se uma aventura, a estória de um herói, com uma personagem feminina.

THR: Como a estória foi mudando durante a produção?


Musker: Na versão original ou inicial da estória, Moana era apenas uma garota, a única menina de uma família com vários garotos e a disputa dos gêneros conduzia a estória. Mas tudo aquilo mudou. Decidiu-se que a luta de gênero não deveria ser um problema para ela e sim o fato de ela se realizar por si própria.
Também na 1ª versão, o pai dela era o único que desejava que se voltassem às viagens e navegação. Ela também queria, mas parece que isso a deixaria ela um pouco de lado. Nós queríamos que ela fosse a voz dominante para o retorno à navegação. Assim , mudamos para que seu pai fosse, na verdade, oposto às viagens, porque no passado, as coisas haviam sido ruins para ele.

THR: Como o personagem Maui (com a voz de Dwayne Johnson) se desenvolveu?

Clements: Levou um pouco de tempo para criar o Maui.
Nós lemos a respeito dos vários mitos e como ele é retratado no Pacífico Sul. Gostamos da ideia de que ele seria maior que a vida. Em alguns dos mitos, ele é retratado como um personagem mais certinho, como Super-Homem e em outros ele é mais malandro - esse é o aspecto que enfatizamos.
Queríamos que ele tivesse vários defeitos, mas que gostassem dele. Não é sempre fácil de fazer isso. Há algumas versões de que ele havia parado nessa ilha por mil anos e tinha que meio que desistido. Mas na versão final, ele quer sair da ilha e é um personagem mais ativo e engajado.
Também tínhamos a versão na qual Moana era a maior fã de Maui. Com o desenrolar da estória, Maui se envolveu em uma transgressão e passa a não ser olhado favoravelmente. Isso nos ajudou muito na estória.

THR: O que Moana tem em comum com todas as outras heroínas da Disney, por exemplo a Jasmine, de Aladim?

Clements: São ambas muito espertas e o caráter de que não se amedronta. Mas, acho que Moana, até mesmo comparada com Jasmine, luta mais contra as limitações que foram impostas a ela. Colocamos vários obstáculos para esse personagem. E parte do caráter é que ela não desiste de nada, não importa como.

Musker: No aspecto físico, acho que ele derrubaria a Jasmine. (risos)

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Michele Yeoh será uma Capitã da Frota Estelar em Star Trek: Discovery

Contudo, antes de começar a mapear quem vai ficar na ponte da espaçonave Discovery, fontes próximas à produção dizem que Yeoh, na verdade, será a líder de uma outra nave. 

Ela deve ser escalada para ser o personagem Han Bo e sua nave a Shenzhou. Ela deve desempenhar um papel relevante na primeira temporada de Discovery.

A CBS TV, produtora e dona da série, não confirmou ainda a escalação de Yeoh.

Yeoh é a primeira personagem revelada para a série, que marca o retorno de Star Trek ou Jornada nas Estrelas para a TV, desde que a série Star Trek: Entreprise terminou em 2005.

Com Michelle Yeoh, uma maiores atrizes asiáticas das últimas três décadas,  é sinalizado o apelo global que os produtores querem colocar na série, que será distribuída em 188 países pelo Netflix (Viva! O Brasil deve estar nesta lista).

Mais detalhes sobre a nova série ainda são desconhecidos, mas sabe-se que vai acontecer 10 anos antes dos acontecimentos da série clássica, e que o personagem principal será uma mulher, jovem, provavelmente não branca, servindo como tenente-comandante a bordo da nave da Federação, a Discovery, conhecida como "Número Um" pelos os demais tripulantes da nave.

Isso levanta a possibilidade de que o personagem é segundo em comando da nave, pois "Número Um" é a designação dada para o personagem de Majel Barrett nao piloto da série clássica e do personagem de William Riker em Star Trek: A Nova Geração.

Esta será a primeira série de Star Trek em que o personagem principal não será o capitão da nave, embora nem todos os personagens foram capitães. Benjamin Sisko em Star Trek: Deep Space Nine, começou como comandante, antes de ser promovido para capitão na temporada 3.

O co-criador e produtor da série, Bryan Fuller, sempre falava que a nova série teria um compromisso com a diversidade e que haveria pelo menos um personagem gay e novas raças alienígenas.

Fuller, junto com Alex Kurtzman, eram os co-criadores da série, até que Fuller, no mês passado, saiu do projeto (muito provavelmente por divergências de conceitos da série), passando sua posição no comando para Gretchen J. Berg e Aaron Harberts.

Com esse percalço, a estreia da série  foi transferida de Janeiro para Maio de 2017.

Fonte: Deadline

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Indicações ao Prêmio de Filme Independente - Film Independent Spirit Awards


Os últimos três ganhadores do Spirit Awards em Melhor Filme foram para o Oscar e ganharam como Melhor Filme. Vai acontecer de novo com os ganhadores de 2016?

"American Honey" e "Moonlight" estão liderando com seis indicações cada um. "Manchester à beira-mar" tem cinco. Os três filmes estão juntos com "Jackie" e "Chronic" na categoria de melhor filme.

Estranhamente fora da categoria de melhor diretor está Kenneth Lonergan por "Manchester à beira-mar", embora ele tenha obtido a indicação para roteiro. Michelle Williams também foi deixada de fora em atriz coadjuvante, mesmo com seu rápido mas brilhante desempenho no filme.

"Loving" teve duas indicações para atriz protagonista, Ruth Negga, e melhor diretor, Jeff Nichols.

Filmes não elegíveis para nomeação, devido a valores de
investimentos no filme ou a outros critérios, incluem "La La Land: Cantando Estações", "Lion", "Sete Minutos depois da Meia Noite (A Monster Calls)" e "Animais Noturnos (Nocturnal Animals)"

O brasileiro "Aquarius" concorre com mais 4 filmes na categoria Filme Estrangeiro.

Abaixo está a lista completa dos indicados. O 32º Spirit Awards acontece em 25 de Fevereiro.

Melhor Filme
“American Honey”
“Chronic”
“Jackie”
“Manchester by the Sea” (Manchester à Beira-Mar)
“Moonlight”

Melhor Diretor
Andrea Arnold (“American Honey”)
Barry Jenkins (“Moonlight”)
Pablo Larrain (“Jackie”)
Jeff Nichols (“Loving”)
Kelly Reichardt (“Certain Women”)

Melhor Primeiro Filme
“The Childhood of a Leader”
“The Fits”
“Other People”
“Swiss Army Man”
“The Witch” (A Bruxa)

Melhor Ator Protagonista
Casey Affleck (“Manchester by the Sea”)
David Harewood (“Free in Deed”)
Viggo Mortensen (“Captain Fantastic”) (Capitão Fantástico)
Jesse Plemons (“Other People”)
Tim Roth (“Chronic”)

Melhor Atriz Protagonista
Annette Bening (“20th Century Women”)
Isabelle Huppert (“Elle”)
Sasha Lane (“American Honey”)
Ruth Negga (“Loving”)
Natalie Portman (“Jackie”)

Melhor Ator Coadjuvante
Ralph Fiennes (“A Bigger Splash”) (A Piscina)
Ben Foster (“Hell or High Water”) (A Qualquer Custo)
Lucas Hedges (“Manchester by the Sea”)
Shia LaBeouf (“American Honey”)
Craig Robinson (“Morris from America”)

Melhor Atriz Coadjuvante
Edwina Findley (“Free in Deed”)
Paulina Garcia (“Little Men”) (Melhores Amigos)
Lily Gladstone (“Certain Women”)
Riley Keough (“American Honey”)
Molly Shannon (“Other People”)

Melhor Roteiro
“Hell or High Water”
“Little Men”
“Manchester by the Sea”
“Moonlight”
“20th Century Women”

Melhor Primeiro Roteiro
“Barry”
“Christine”
“Jean of the Joneses”
“Other People”
“The Witch”

Melhor Filme Estrangeiro
“Aquarius”  - Filme do Brasil
“Chevalier”  - Filme da Grécia
“My Golden Days” - Três Lembranças da Minha Juventude - Filme da França
“Toni Erdmann”  - Filme da Alemanha/Áustria
“Under the Shadow” - Sob a Sombra - Co-produção Irã, Catar, Jordânia.

Melhor Documentário
“13th” - A 13ª Emenda
“Cameraperson”
“I Am Not Your Negro”
“O.J.: Made in America”
“Sonita”
“Under the Sun”

Melhor Cinematografia
“American Honey”
“Childhood”
“Free in Deed”
“Eyes of My Mother”
“Moonlight”

Melhor Edição
“Hell or High Water”
“Jackie”
“Manchester by the Sea”
“Moonlight”
“Swiss Army Man”

Prêmio John Cassavetes 
“Free in Deed”
“Hunter Gatherer”
“Lovesong”
“Nakom”
“Spa Night”

Prêmio Robert Altman
“Moonlight”

Prêmio Piaget de Produtores
Lisa Kjerulff
Jordana Mollick
Melody C. Roscher
Craig Shilowich

Prêmio Truer Than Fiction 
Kristi Jacobson (“Solitary”)
Sara Jordeno (“Kiki”)
Nanfu Wang (“Hooligan Sparrow”)

Prêmio Someone to Watch
Andrew Ahn (“Spa Night”)
Claire Carre (“Embers”)
Anna Rose Holmer (“The Fits”)
Ingrid Jungermann (“Women Who Kill”)


Fonte: Variety

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Programação das Indicações & Premiações do Cinema de Dezembro a Janeiro de 2017


A época das indicações às principais premiações do cinema está chegando e começou nesta manhã com o Independent Spirit Awards e o anúncio das suas indicações.

Segundo a Revista Variety , eis o cronograma completo até o Oscar:

Prêmio IFP Gotham (IFP Gotham Awards) - Cerimônia de Premiação em 28 de Novembro, 20h00.

Prêmio dos Críticos de Cinema de Nova York (NYFCC Awards) - Premiação anunciada em 1 de Dezembro.

Prêmio da Associação dos Críticos de Los Angeles  (LAFCA Awards) - Premiação anunciada em 4 de Dezembro.

Prêmio dos Golden Globes (Golden Globe Awards) — Indicações anunciadas em 12 de Dezembro.

Prêmio da Associação dos Atores de Cinema (SAG Awards) — Indicações anunciadas em 14 de Dezembro.

Premiação do Festival Internacional de Filmes de Palm Springs (Palm Springs International Film Festival Awards Gala) — Dia 2 de Janeiro de 2017

Prêmio da Associação dos Escritores/Roteiristas dos Estados Unidos (Writers Guild of America - WGA - Awards )— Indicações em 4 de Janeiro.

74ª Cerimônia dos Golden Globes (Golden Globe Awards) — Dia 8 de Janeiro, 5 da tarde, horário Pacífico.

Premiação do BAFTA - Academia Britânica de Filme e TV (British Academy of Film and Television Arts - BAFTA - Awards) — Indicações serão em 10 de Janeiro.

Prêmio da Associação dos Produtores dos Estados Unidos (PGA Awards ) — Indicações em 10 de Janeiro.

Associação dos Diretores de Cinema dos Estados Unidos (Directors Guild of America - DGA - Awards) — Indicações em 12 de Janeiro.

Prêmio da Academia (Academy Awards - Oscar)  — Indicações em 24 de Janeiro.


Este blog estará atento às divulgações dos prêmios e indicações.

Robert de Niro em novo filme: The Comedian.


Taylor Hackford é o diretor do filme "The Comedian", auto-explicativo que se trata de uma comédia, estrelada por Robert De Niro e grande elenco, como Danny DeVito, Edie Falco, Harvey Keitel,Charles Grodin, Cloris Leachman e Billy Cristal.

Era um projeto de longa gestação de De Niro, no qual ele faz o papel de um envelhecido ator de comédias, tentando se reinventar. Jackie Burke teve seu próprio show de TV e uma vida melhor. Depois que briga com uma pessoa que é pego gravando seu show de stand-up, pega uma punição de serviço comunitário. 

Lá, ele encontra Harmony (Leslie Mann), filha de um corretor de imóveis desonesto (Harvey Keitel) e acabam inspirando um ao outro.

Quando uma piada criada bomba na Internet, Jackie, de repende, volta ao centro das atenções. Recebe muitas ofertas de trabalho. Tudo é maravilhoso. Certo?

Danny DeVito faz o papel do irmão mais novo de Jackie.

A Sony Pictures comprou o filme no mês passado e vai oferecer para a qualificação ao Oscar a partir de 2 de Dezembro, antes da estreia em 13 de Janeiro.
Veja o trailer abaixo:







segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Legendary Pictures compra direitos de Duna para TV e Cinema

1ª Capa do Livro Dune (Duna)
A Legendary Films ou Legendary Entertainment acabou de comprar os direitos para cinema e TV de um dos maiores livros de ficção científica de todos os tempos, Duna, de Frank Herbert, depois de um acordo com os herdeiros de Herbert.

Não é a primeira vez que Duna foi levado para a tela grande e para a tela pequena nos últimos 51 anos, desde que Frank escreveu seu livro icônico.

Muitos cineastas tentaram, mas falharam na tentativa de transcrever o livro para o cinema ou para uma série ou mini-série de TV, da maneira que os fãs de Duna imaginaram.

Houve um adaptação para o cinema , escrita e dirigida por David Lynch em 1984, estrelada por Kyle MacLachlan e produzida Raffaella e Dino de Laurentiis, mas não teve o sucesso almejado. Até mesmo Ridley Scott pensou em levar o livro para a tela. Depois houve uma mini-série em três partes adaptada e dirigida por John Harrison em 2000 que foi estrelada por William Hurt.

A última e mais recente tentativa foi a do cineasta Alejandro Jodorowsky em 2013, mas os grandes estúdios acharam que seria megalomaníaco demais. Mais sobre esse projeto aqui no link: http://lounge.obviousmag.org/polimorfismo_cultural/2014/07/duna-de-jodorowsky-uma-obra-prima-alem-de-nosso-tempo.html

A Legendary claramente está olhando para esse projeto como uma possível franquia (vários filmes) e o próprio livro inicial como as continuações servirão para vários filmes ou temporadas, se for o caso de uma série, especialmente agora que o grupo chinês Wanda Group gastou $3.5 bilhões de dólares para adquirir a Legendary no começo do ano.

Duna (em seu primeiro livro) conta a estória de Paul Atreides, cuja família aceita controlar o planeta deserto Arrakis. Como único produtor de um recurso muito valioso, o melange, o controle desse planeta é muito contestado entre as famílias nobres A estória explora temas como política, religião e relação do homem com a natureza, ao passo que Paul lidera uma rebelião para restaurar o controle do planeta pela família, após esta ser traída.


Fonte: Deadline

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Trilha Sonora da Semana - As Aventuras do Barão de Munchausen

Michael Kamen é o compositor da trilha desta semana.
O filme é "As Aventuras do Barão de Munchausen", de 1988. É um filme clássico e divertido para todas as idades. Pode ser encontrado no Netflix.

Kamen, americano de Nova York, é compositor de outras grandes trilhas sonoras, entre as quais, destaco a da mini-série  Band of Brothers, uma trilha imperdível e também inesquecível.

Infelizmente, ele morreu ainda jovem, em 2003, com 55 anos.

A trilha de Barão de Munchausen é longa. Cerca de 54 minutos. Prestem atenção na belíssima valsa contida na trilha e que, no filme, é dançada pelos personagens dos atores John Neville e Uma Thurman. 




quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Nova Versão de Robin Hood em Março de 2018

A produtora independente Lionsgate/Summit anunciou ontem que vai lançar filme para uma nova versão de Robin Hood, devendo chegar aos cinemas em Março de 2018, segundo o site Deadline.

De acordo com o site IMDB, o nome do filme será Robin Hood: Origins.

Otto Bathurst (diretor de algumas séries de TV) vai dirigir o
Taron Egerton
filme. Taron Egerton será o novo Robin Hood, Jamie Foxx será Pequeno John, Jamie Dornan será Will Scarlett. Esses dois últimos fazem parte da trupe de Robin. Ainda teremos Lady Marian que será interpretada por Eve Hewson (The Knick), filha do cantor Bono.


A estória deve ter um tom mais sombrio e segue o herói após as batalhas das Cruzadas. De volta à Floresta de Sherwood, Robin encontra o lugar repleto de corrupção e maldades. Daí, ele forma uma grupo de de foras da lei e fazem a justiça com as próprias mãos, levando a uma revolta contra a corrupta Coroa Inglesa.

O filme está em fase de pré-produção e sendo feito pela produtora Appian Way de Leonardo de Caprio e Jennifer Davisson Kiloranm e outros produtores.

O ator que fará Robin, Taron Egerton, interpretou Eggsy em Kingsman: Serviço Secreto e está em uma pós-produção de Kingsman: The Golden Circle, que deve estrear em 2017.
Taron tem uma fisionomia parecida com o primeiro ator que fez Robin Hood para a TV inglesa, Richard Greene.
Para este blog, foi o ator que mais conseguiu incorporar o personagem.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Crítica sobre o Filme Animais Fantásticos e Onde Habitam

Peter Debruge, crítico-chefe da revista Variety faz a sua crítica sobre o filme Animais Fantásticos e Onde Habitam, nova série de filmes derivada da série Harry Potter.
Emprestando o título de um texto estudado por Harry Potter na Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts, marca o primeiro roteiro escrito pela própria J.K. Rowling.

Embora ela tenha mantido em rédeas curtas as pessoas que adaptaram seus livros para o cinema, desta vez, fazendo ela própria o roteiro, proporciona a ela uma chance pela primeira vez de abordar mais diretamente as centenas de fãs no mundo.

O primeiro filme de uma série de 5, cujos dois primeiros vão ser dirigidos por David Yates (responsável pelos quatro últimos filmes de HP), Animais Fantásticos foca na fantasia e na imaginação, como também na tolerância, no medo e no fanatismo do mundo de hoje. O protagonista é um mágico-zoologista avoado, chamado Newt Scamander (Eddie Redmayne), cuja missão pessoal de proteger criaturas mágicas vai acabar levando ele a publicar o referido guia (título do filme).

Essa alegoria política troca os dias de hoje na Inglaterra pelos tempos da Era da Proibição em Nova York, em uma época onde os conflitos entre os bruxos/mágicos e os trouxas (Muggles, ou no-majs na expressão americana) estão efervescendo. Uma época em que os humanos não guerreavam entre si.

É 1926 e Scamander chega a Ilha de Ellis nos Estados Unidos com uma maleta sem fundo de “animais” ilegais, dentre eles um Pelúcio (Niffler) um travesso marsupial de bico de pato com um grande olfato para tesouros a um gigante Pássaro Trovão (Thunderbird), que Newt planeja soltá-los em algum lugar longe das pessoas, no Arizona. Mas os EUA são particularmente intolerantes quando algo se refere à mágica. Lembram-se dos julgamentos das bruxas em Salém?. Como precaução, todos os animais estão contra a lei de acordo com o MACUSA, o equivalente ao Ministério da Magia na Inglaterra, com pesadas multas se houver desobediência.
Como Scamander é avoado, ele acaba trocando maletas com Jacob Kowalski (Dan Fogler), um trouxa trabalhador de uma fábrica, que rapidamente solta meia dúzia dos animais nas ruas – animais esses que tem o mau hábito de pular diretamente nas lentes 3D das câmeras de filmagem.
O que se segue pode ser uma típica e sofisticada busca ao Pokemon Go, com Scamander fazendo uma versão de casaco de tweed e sardas de Ash Ketchum e lutando para localizar e recapturar as criaturas que escaparam, antes que as coisas saiam de controle.
As coisas ficam fora de controle na cena no banco, onde Rowling e Yates colocam vários níveis de vigilância – a ex-auror, que pertencia ao Ministério da Magia, Tina Goldstein (Katherine Waterston) espiona Scamander, que está seguindo Kowalski, que por sua vez está sendo vigiado por um gerente de banco suspeito – que fazem parecer uma fruta que está sendo passada em um liquidificador.


Manter Yates como diretor dá uma consistência ao projeto, mas teria sido mais renovador fazer uma nova abordagem do mundo de Rowling com essa série, especialmente considerando que os últimos filmes de Potter terem sido obscuros e sérios. Contudo, Yates conhece esse mundo como nenhum outro e ele se supera ao encontrar as soluções visuais para ideias desafiadoras do livro.

Com todas as ligações com a série Harry Potter, Animais Fantásticos foi claramente preparado para os mais devotos fãs de Rowling e embora possa parecer confuso para os novatos, os fiéis vão apreciar o fato de que  o filme não fala mal com o seu público.

Estranhamente, o roteiro de Rowling não dá informações sobre a origem de Newt nesse ponto, enquanto que para Tina, há vários flashbacks no decorrer do filme. Talvez seja porque Rowling esteja preocupada agora apenas com o enredo nesse ponto. As recordações de Tina ajudam o filme, mesmo que as duas horas de filme não deixem muito espaço para mais detalhes sobre o personagem de Newt.

Há momentos de intensa superstição para os trouxas e bruxos e embora os últimos cada vez mais busquem a escolha de um líder, elegendo como presidente uma mulher mestiça, chamada Seraphina Picquery (Carmen Ejogo), eles são muito intolerantes em relação aos trouxas americanos – com uma boa razão: Está crescendo uma nova seita de manifestantes contra a magia, liderados por Mary Lou Barebone (interpretada com puritanismo por Samantha Morton). Vestida como uma personagem tirada do filme “As Bruxas de Salém”, Barebone rouba/adota crianças de famílias de bruxos , mas não presta atenção nos próprios filhos, dando espaço para que seu “filho” Credence (Ezra Miller) tenha encontros particulares com um poderoso auror, Percival Graves (Colin Farrell).

Naturalmente, Percival está ocultando uma daquelas elaboradas personagens duplas, que Rowling gosta de inventar, levantando as expectativas do público pelos protagonistas: Newt, Jacob, Tina, a irmã de Tina, Queenie (Alison Sudol). Não será apenas recapturar os animais, mas também nossos heróis devem evitar que Mary Lou e Percival exponham o mundo da bruxaria para toda a população americana.

Animais Fantásticos amplifica os pontos fortes e fracos da abordagem de Rowling em seu roteiro, onde suspenses funcionam bem nos livros, levando de capítulo em capítulo. Mas nas telas, o público tem que tomar a estória de uma vez só. Por outro lado, a escritora aprendeu algo sobre a franquia Harry Potter, tentando estabelecer uma base que possa ser enriquecida e expandida em filmes futuros.

Além disso, o filme Animais Fantásticos acontece em um mundo muito maior do que qualquer filme de Potter, tanto pelo  orçamento bem ampliado como no local onde acontecem as coisas: Nova York, bem debaixo dos trouxas.


Embora Rowling tome a oportunidade de introduzir algumas mensagens relativas à intolerância dentro do filme, não se pode deixar de questionar os limites da alegoria:  no mundo real, os intolerantes não tem uma razão real para odiar membros de outras raças e religiões, enquanto que bruxos criam uma ameaça muito real para as pessoas normais. É a mesma falha que acontece nos filmes-franquia Os Vingadores e X-Men. Mas considerando que o enredo romântico adicional de Queenie e Jacob é o detalhe mais charmoso do filme, há pistas que Rowling terá que contar mais sobre o assunto dos mestiços, tal como no caso de Harry Potter, num futuro próximo.

K. Waterston, Ezra Miller, Redmayne, JKR, Carmen Ejogo e Alison Sudol

Um Estranho em uma Terra Estranha, livro de Robert Heinlein vai virar série no Canal SyFy


A Paramount e a Universal Cable Productions vão adaptar o livro clássico de ficção científica de 1961 de Robert A. Heinlein, Um Estranho em uma Terra Estranha (Stranger in a Strange Land) e que será exibido como série no Canal SyFy.

O livro focaliza o personagem Valentine Michael Smith, um humano que vai para Terra no inicio da idade adulta, depois ter nascido em Marte e ter sido educado por Marcianos. O livro explora sua interação com - e eventual transformação da - cultura terrestre. Ele previu muitos dos movimentos sociais e mensagens dos anos 60 - do amor livre, às comunidades hippies até as tentativas organizadas de paz mundial.

A presidente da NBCUniversal, Bonnie Hammer disse, nesta terça-feira, que a estória é atual e repercute mais do nunca no mundo de hoje. Como fã do livro, ela disse não poder esperar para ver ele se transformar em uma série de TV.

Já a presidente da Paramount TV, Amy Powell, diz estar emocionada por ter a oportunidade de adaptar a grande obra de Robert Heinlein. Ela disse também que o livro teve grande influência nela, desde o tempo de faculdade e há uma razão por ter sempre encontrado novos fãs por mais de 40 anos.

Alguns fatos pouco conhecidos sobre o livro de Heinlein:

1. O título do original do livro não era bíblico como acabou sendo.

O título atual do livro toma o versículo do Êxodo 2:22 e as reflexões de Moisés na fuga do Egito e tendo um filho com sua esposa Zípora: "Por ele disse, eu tenho sido um estrangeiro em uma terra estranha." Antes de adotar essa passagem como título final do livro, Heinlein considerou um nome menos religioso, O Herege. E outros tais como, Um Marciano chamado Smith e O Homem de Marte.

2. A esposa de Heinlein foi quem deu a ideia ou inspirou o enredo do livro

Foi Virginia, sua terceira esposa que sugeriu a ideia básica para o livro. Ginny Heinlein, como era chamada, era uma engenheira e bioquímica e teve como inspiração uma variação do livro de Rudyard Kipling, O Livro da Selva, com o personagem de Mogli sendo criado por marcianos em vez dos animais como no livro.

3. A estória levou 13 anos para ser desenvolvida 

A ideia chegou aos Heinleins por volta de 1948, mas ele deixou de lado o conceito em troca de outros projetos que prometiam retornos mais rápidos.
O filme Tropas Estelares é baseado em livro de Heinlein. Ele se dedicava a esse livro, enquanto fazia alguns retornos ao outro, que iria se tornar Um Estranho em uma Terra Estranha. Ele completou o livro em 1960, antes de passar um ano respondendo aos pedidos dos editores para cortar partes do livro.

4. Heinlein lutou para manter material "controverso" do livro 

O grupo editorial G.P. Putnam inicialmente pediu a Heinlein que tirasse as partes mais controversas do livro, particularmente o conteúdo que mexia com temas sexuais e religiosos.
Ele estava convicto de que a estória perderia sentido sem esses elementos. Uma das frases mais famosas ditas em uma carta ao seu amigo e agente literário Lurton Blassingame. "Se eu cortar religião e sexo, tenho receio de que eu vou terminar com um martini sem álcool."

5. Os editores acabaram conseguindo que Heinlein cortasse parte do livro 

O original que ele deu à editora Putnam chegava a 220.000 palavras ou 800 páginas, grande demais para o gosto do editor. Ao passo que permitiram finalmente que ele mantivesse o conteúdo religioso e sexual, ele concordou em cortar quase um 1/4 do livro, aproximadamente 60.000 palavras do texto.

6. O livro deu à língua inglesa um verbete novo.

Embora não seja exatamente uma palavra comum do dia a dia, a palavra grok foi introduzida primeiramente no livro Um Estranho em uma Terra Estranha e acabou entrando no léxico da língua inglesa. O verbete pode ser encontrado no Dicionário Webster e no Dicionário Oxford, que identificam a palavra como um verbo significando entender profundamente, intuitivamente ou por empatia.

7. Em 1991, a versão completa do livro foi finalmente publicada

Logo depois da morte de Heinlein, a viúva do autor pediu para a Universidade da Califórnia que enviasse a versão original do livro. A universidade concordou e enviou o documento inteiro - as 800 páginas - para ela ler. Por causa das mudanças na lei de direitos autorais, o contrato original de publicação foi cancelado com a morte do autor, permitindo que Ginny publicasse essa nova encarnação do romance e que poderia permitir uma amplitude maior de público do que havia no começo dos anos 60. Todos concordaram com o próprio Heinlein, que dizia todo o tempo: a versão maior era realmente melhor.


A versão completa em inglês do livro Stranger in a Strange Land pode ser lida aqui neste link:

http://www.e-reading.club/book.php?book=72039

Um outro fato interessante é que Gene Roddenberry pediu a Robert Heinlein, que escrevesse um roteiro para um episódio de Star Trek. 
Bom esse é assunto para um próximo post.


Fontes: The Hollywood Reporter, Mentalfloss.com


terça-feira, 15 de novembro de 2016

A Longa Caminhada de Billy Lynn - Filme de Ang Lee - Estreia no Brasil em 19 de janeiro

O ganhador de dois prêmios Oscar, Ang Lee, traz para a tela sua versão do livro best-seller de Ben Fountain, de 2012 e do mesmo título do filme, A Longa Caminhada de Billy Lynn.


O filme é contado a partir do ponto de vista do soldado de 19 anos de idade, Billy Lynn (o ator novato Joe Alwyn), que, junto com seus companheiros do Bravo Squad (Esquadrão Bravo), torna-se um herói após uma difícil batalha no Iraque e é levado para casa temporariamente para fazer um exibição da vitória.

Através de flashbacks, culminando com o show espetacular no intervalo do jogo de futebol americano no dia de Ação de Graças, o filme revela o que realmente aconteceu ao Esquadrão, contrastando as realidades da guerra com as percepções dos americanos.

O filme ainda tem no elenco, Kristen Stewart, Chris Tucker, Garrett Hedlund, Vin Diesel e Steve Martin.

Ang Lee usou tecnologia de última geração, filmando com uma taxa de quadros por segundo ultra-alta pela primeira vez na história, a fim de criar um experiência de imersão digital e ajudando na dramatização das cenas de guerra, nunca vista antes. Lee dirigiu e produziu o filme.

Filme deve estrear aqui no Brasil em 19 de janeiro. Um tema de guerra que não deve atrair muito o público brasileiro, ao contrário do americano. A ressalva é que é um filme dirigido pelo competente Ang Lee. Vamos conferir sua nova tecnologia.

Segue trailer legendado abaixo.





Fonte: Imdb



Série Taboo com Tom Hardy estreia em Janeiro 2017 no Canal FX


Pelo menos a estreia é nos EUA. No Brasil ainda é para se confirmar.

De acordo com o Hollywood Reporter, a nova série Taboo, com Tom Hardy terá oito episódios e pode ser renovada. Ele protagoniza James Keziah Delaney, que surpreende a todos que o achavam morto, aparecendo no funeral do seu pai. Esse personagem misterioso retorna à Londres de 1814, depois de 10 anos na África e acaba descobrindo que seu pai lhe deixou uma herança.

Contudo, posteriormente ele vai se defrontar com a Companhia das Índias Ocidentais e, ao mesmo tempo, desempenhando um papel em meio à guerra entre os dois países, Inglaterra e Estados Unidos. 
 
Em uma parte do trailer abaixo, ele diz: "Oh, Leviatã dos mares. O monstro com milhão de olhos e milhão de ouvidos. Conquista, estupra e saqueia - e eu sei o mal que você faz, porque eu fui uma vez parte dele," e depois conclui, "Eu sou um homem muito perigoso para se conhecer."

Além de Tom Hardy, o elenco inclui Michael Kelly (House of Cards), que faz o Dr. Dumbarton e Jonathan Pryce (Game of Thrones) faz Stuart Strange, o chefe da Companhia das Índias Ocidentais e o inimigo mortal de Delaney.

O drama é baseado em estória do próprio Tom Hardy e de seu pai, Chips Hardy. Ridley Scott e Hardy produzem a série