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Saturday, April 8, 2023

Modesty Blaise (Joseph Losey,1966)

Modesty Blaise (Monica Vitti), a secret agent whose hair color, hair style, and mod clothing change at a snap of her fingers, is being used by the British government as a decoy in an effort to thwart a diamond heist. She is being set-up by the feds, but is wise to the plot, and calls in sidekick Willie Garvin (Terence Stamp) and a few other friends to outsmart them. Meanwhile, at his island hideaway, Gabriel (Sir Dirk Bogarde), the diamond thief, has his own plans for Blaise and Garvin.

Director Joseph Losey

Based on comic strips by Peter O!Donnell

Stars:   Monica Vitti, Terence Stamp, Dirk Bogarde

Director Joseph Losey found it difficult to work with Monica Vitti (Modesty Blaise), as she would invariably be accompanied onto the set by Director Michelangelo Antonioni, whose movies she had become famous in. Antonioni would often whisper suggestions to her, and she would take direction from him rather than Losey. Eventually, Losey asked Antonioni, who he greatly admired, to keep away from the studios during filming. Antonioni complied.

Although Sir Dirk Bogarde (Gabriel) was very complimentary about Monica Vitti (Modesty Blaise) when this movie was being made, he also claimed, in a radio interview of twenty-five years or so later, that she was the only one of his leading ladies he had disliked, saying that she was "beastly".

Peter O'Donnell complains that of his original screenplay, only one line remains: "What do you know about Wilberforce?" However, he accepted the invitation to write a novelization of this movie. The book, based upon O'Donnell's original screenplay rather than this movie, was a huge success and spawned a series of best-selling novels until 1996.

About a year before this movie premiered, Peter O'Donnell wrote a novelization of his draft of the screenplay. This novel was called "Modesty Blaise", and the book was successful critically and commercially and led O'Donnell to write a series of "Modesty Blaise" novels alongside the comic strips that continued for thirty years.

Terence Stamp turned down Alfie (1966) to make this movie. His friend and former flatmate, Sir Michael Caine, made the role his own, won his first Oscar nomination, and embarked on a major international career due to its huge success.

The "Modesty Blaise" comic strip made two appearances of note in this movie. There is a close shot of a painting of the comic strip when Willie Garvin (Terence Stamp) is introduced, and in another shot, Modesty Blaise (Monica Vitti) is seen looking at copies of the comic strip.

The three major villains all seem to want to protect themselves from the Mediterranean sun. Mr. Gabriel (Sir Dirk Bogarde) carries an umbrella, McWhirter (Clive Revill) has sunscreen on his nose, and Mrs. Fothergill (Rossella Falk) has a wide-brimmed hat. Perhaps mean-spiritedly, Modesty Blaise (Monica Vitti) and Willie Garvin (Terence Stamp) later stake Gabriel out in the open sun.

Modesty Blaise is introduced with a close-up of her legs in fishnet stockings, sitting on a couch by two magazines, one showing a color photo of actress Monica Vitti, and on top a full page copy of the Modesty Blaise comic strip where she is depicted as a huntress with a bow-and-arrow and a revolver. Willie Garvin is introduced looking at a blow-up of the same scene, in a wall frame.

The fourth of five movies that Sir Dirk Bogarde made with Director Joseph Losey.

Quentin Tarantino announced that he was to direct a re-adaptation in the late 1990s, but it failed to materialize. In Pulp Fiction (1994), Vincent (John Travolta) can be seen reading Modesty Blaise.

This movie was entered into competition at the Cannes Film Festival in 1966.

Subs: English & Portuguese
YouTube link: https://youtu.be/_M6bGJ_3K0g
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Tuesday, July 5, 2022

The Assassination of Trotsky, de Joseph Losey (1972)

Depois da morte de Lenin em Janeiro de 1924 e a ascensão de Joseph Stalin, Trotsky, aos poucos, foi perdendo suas posições no governo soviético. O Politburo acabou expulsando ele da União Soviética em Fevereiro de 1929, indo parar no México em 1940. Ele passou o resto da sua vida no exílio, escrevendo muito e se engajando em críticas abertas ao Stalinismo. Stalin envia um assassino para matá-lo, Frank Jackson, feito por Delon. Romy Schneider é a secretária de Trotsky e amante de Jackson.

Este filme não é dos melhores do grande diretor Joseph Losey, mas vale pela presença do trio, Richard Burton (que imprime seu carisma ao personagem), Alain Delon e Romy Schneider.

O diretor havia oferecido primeiramente o papel de Trotsky para Dirk Bogarde, com quem ele tinha feito cinco outros filmes. Losey admitiu que o script era ruim, mas disse a Borgard que seria revisado. Borgarde, mesmo assim, não aceitou o papel, o que chateou Losey, achando que Bogarde não confiava nele. Richard Burton, que tinha trabalhado com Losey em "O Homem que Veio de Longe" (1968) confiava em Losey e aceitou o papel, mesmo sabendo do script.

Julgando pelos seus diários particulares, Richard Burton sinceramente acreditara que o filme seria um grande sucesso, na mesma linha do seu recente filme de ação "O Desafio das Águias" (1968). Parece que apenas leu o roteiro depois que aceitou o papel e ter descoberto que quase todas as cenas aconteciam no pátio da causa de Trotsky. Seu diário registra que ele percebeu que os demais atores não falavam muito Inglês e ainda combinado com o script estático e pesado, acabaria prejudicando o filme. Mas no local onde era filme estava sendo feito, continha livros originais e revistas da época de Trotsky no México e Burton, um voraz leitor, se deliciou nas horas vagas das filmagens.

Veja aqui o filme, pelo meu canal no YouTube, com legendas em Português, Inglês e Espanhol: https://youtu.be/hf1AMKP0OVA


After having been forced to leave the Soviet Union 1929 Trotsky has ended up in Mexico 1940. He is still busy with politics, promoting socialism to the world. Stalin has sent out an assassin, Frank Jackson. Jackson befriends a young communist and gets an invitation to Trotsky's house.

Joseph Losey originally offered the part of Leon Trotsky to Dirk Bogarde, with whom he had made five other films. Losey admitted that the script was terrible, but told Bogarde that it would be revised. Bogarde turned the role down, embittering Losey, who felt that Bogarde didn't trust him. Richard Burton, who had worked with Losey on  "Boom" (1968) did trust Losey enough to take the part, even though he was shown the same script.

Judging by his private diaries, Richard Burton seems to have genuinely thought at first that the film had the potential to be a "blockbuster" on the scale of his recent action hit "Where Eagles Dare" (1968). He appears only to have read the script after accepting the part "and discovered that almost every scene I do takes place on 'the Patio of Trotsky's house'". His journal records his gradual realization that the limited English of other actors, combined with the static, dialogue-heavy script, would materially harm the film; the set representing Lev Trotskiy's house was stocked with genuine books and 1940s magazines, and Burton's greatest pleasure during filming seems to have been reading these in breaks from shooting.

Watch the film here with English, Portuguese and Spanish subs: https://youtu.be/hf1AMKP0OVA

Monday, October 18, 2021

Figures in a Landscape ( No Limiar da Liberdade) , de Joseph Losey (1970)

Um rude maníaco MacConnachie (um brilhante Robert Shaw) e um tímido intelectual Ansell (feito por Malcom MdDowell) são dois fugitivos que estão em fuga em algum não especificado país estrangeiro. Os dois são perseguidos sem parar por um misterioso helicóptero preto.

O diretor Joseph Losey, que costuma fazer dramas urbanos, sai para externas desoladas. A ideia do script é contrastar duas pessoas de personalidades radicalmente diferentes e que são forçadas a depender de cada um, para que possam sobreviver e não serem presos.

Robert Shaw substituiu Peter O'Toole no papel. 

Filmagens demoraram 4 meses.

Malcom McDowell observou que Robert Shaw era muito competitivo e que costumava desafiar Malcom a disputar corridas.

Malcom também disse que Rober Shaw bebia muito, mas durante as filmagens, ele gostou muito de trabalhar com ele.

Veja o filme por este link:

Friday, March 12, 2021

O Criado (The Servant), de Joseph Losey (1963)

James Fox ("Tony") contrata Dirk Bogarde ("Barrett") para ser seu criado em sua casa de Londres. Tudo vai bem até a chegada de sua irmã, Vera (Sarah Miles). Veja começa a criar um certo grau de bagunça na vida normalmente organizada, se um tanto dissoluta do empregador, especialmente na relação de Tony com namorada Wendy Craig (Susan). Quando o casal volta inesperadamente, descobre o irmão e a irmã juntos na cama e eles são demitidos. Isso poderia ser o fim de tudo, mas os dois homens se encontram no bar alguns dias depois e o aristocrata acaba o contratando de novo.

Mais um filme do diretor Joseph Losey aqui no blog, depois de “O Mensageiro”.

Filme ganhador de 3 BAFTAs.

Dirk Bogarde como Barrett, Sarah Miles como Vera, Wendy Craig como Susan e James Fox como Tony.

Pontas do ator Patrick Magee e do escritor/roteirista Harold Pinter no restaurante.

Fotografia de Douglas Slocombe.

Quando o produtor e diretor Joseph Losey foi hospitalizado por duas semanas durante as filmagens, Sir Dirk Bogarde continuou com as cenas, assistido por instruções diárias por parte de Losey, direto do quarto do hospital. Quando Losey voltou ao set, ele não refilmou nenhuma das cenas, para alívio do elenco e equipe.

Foi o décimo filme do diretor filmado no Reino Unido, depois que ele entrou na lista dos comunistas de Hollywood.

Wendy Craig substituiu Vanessa Redgrave, que teve de desistir do papel, porque estava grávida da sua filha mais velha, Natasha Richardson.

O filme foi feito sob um orçamento de 135 mil libras. E foi um sucesso de bilheteria. Losey disse depois que foi o único filme em que ele teve uma porcentagem dos lucros e que lhe deu algum dinheiro.

Filme consta da lista de Steven Schneider : Os 1001 Filmes que você tem que ver antes de morrer”.

Filme legendado em Português. Link abaixo para ver o filme:

https://1drv.ms/v/s!AsG-jsm3UF0agTjiVczma1Vun6zq?e=S7nV3G


Tuesday, March 2, 2021

O Mensageiro (The Go-Between), de Joseph Losey (1971)

Este filme é a terceira parceria entre o escritor Harold Pinter e o diretor Joseph Losey. Harold Pinter foi ator, diretor, poeta, roteirista, e certamente um dos grandes dramaturgos do século XX, além de ativista político britânico. Foi um dos grandes representantes do teatro do absurdo junto com Samuel Beckett e Eugène Ionesco. Os outros dois filmes em que trabalharam juntos foi “Accident” (1967) e “The Servant” (1963), que, em breve, estará também aqui nesse blog.

É verão do ano de 1900 e Michael Redgrave narra a estória, em retrospecto. Começa com um garoto de 12 anos de idade, Leo (Dominic Guard), que vem passar o verão em uma grande casa de campo no interior da Inglaterra. Ele é um convidado e sua relação com a família não fica esclarecida. Apenas sabemos que sua mãe é uma viúva e vive na cidade. Quando ele é apresentado pela família na mesa de jantar, ele diz que conhece magia e tem jogado maldiçoes em pessoas, mas isso parece ser uma brincadeira entre ele e o outro garoto de sua idade, Marcus.

Enquanto os dois brincam, o resta da família de Marcus começa a aparecer, quando Marcus vai apontando as pessoas para Leo. Vemos a vida despreocupada, se ocupando de conversas, da natureza, arte, cultura e jogos. Leo tenta se adequar à família, liderada pela matriarca, Mrs. Maudsley (Margaret Leighton). Leo se sente atraído pela irmã mais velha de Marcus, Marian Julie (Julie Christie) e desenvolve um amor afetivo por ela. 

Um dia quando a família sai para nadar, eles encontram o vizinho, Ted Burgess (Alan Bates), que está atravessando a propriedade deles para nadar no lago.  Depois, Leo se encontra com Ted e ficam amigos. A pedido de Ted, Leo começa a entregar bilhetes para Marian e ela, por sua vez, manda bilhetes a Ted, por meio de Leo. 

Explica-se aí o título do filme. E o resto fica por conta de quem irá assistir o filme. Um dos grandes sucessos do diretor Joseph Losey.

Trilha sonora de Michel Legrand.

Elenco: Alan Bates, Julie Christie, Dominic Guard, Michael Gough, Edward Fox e Jim Broadbent, que faz uma ponta como um espectador no jogo de críquete.

Filme ganhou vários BAFTAs, indicações ao Oscar e ganhou Cannes de 1971.

Link do filme com legendas em Português:

https://1drv.ms/v/s!AsG-jsm3UF0agTXD9CCZ9ji_Bsuw?e=1a3cYL


Futuro : A New Stance for Tomorrow - Tulevaisuuden olotila - (1998)

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