Thursday, July 14, 2016

Better Call Saul – 3ª Temporada em 2017


A terceira e esperada temporada de Better Call Saul foi anunciada pelo Canal AMC apenas para 2017. Vamos temos que esperar bastante, mas até lá, segue abaixo uma entrevista dele na revista Variety, em Junho de 2016.
Como “Better Call Saul” tem se desenvolvido do seu antecessor, “Breaking Bad” ? Ainda está se desenvolvendo. Eu era um coadjuvante em “Breaking Bad” e ia e voltava em alguns episódios nas temporadas. Agora, estamos nos conhecendo uns aos outros um pouco mais, mesmo depois de duas temporadas de BCS. Respeito muito o tempo que os escritores da série dedicam para o enredo. Eles têm que ficar antenados com o que o público está assistindo. Você não consegue encontrar muitos precedentes para o que eles têm feito com BCS. Obviamente, há algumas similaridades com “Breaking Bad”, mas, na verdade,  há muitas pessoas que comentam como é diferente de “Breaking Bad”.
É uma mudança para você, como ator. Se acostumou com um drama? O esforço é novo, diferente e um grande desafio e eu o abordo sem ter muita base em minha carreira. Mas trabalho duro. Às vezes, quando se está em uma tarefa por muito tempo, você encontra maneiras de contornar, colocando horas de muita dedicação. Eu não tenho isso. Não consigo fazer uma grande cena sem uma tonelada de preparação e ensaio. Não vejo qualquer mudança nisso só porque eu já tenha feito dois anos dela.

Trabalha proximamente com os autores Vince Gilligan e Peter Gould? Minha abordagem é como ator e não tento manipular a estória. Não tento afetar as escolhas deles. Apenas confio neles de que tudo vai dar certo e me foco no que estou fazendo. Algumas pessoas me perguntam se eu gostaria de escrever ou mesmo dirigir algum episódio. A resposta é não, não, não. Já tenho muito coisa para fazer e, nesse momento, aprecio apenas o que o Jimmy sabe.

Houve alguma cena que o desafiou particularmente? Foi a cena em que o Chuck (Michel McKean)
descobre o que o Jimmy fez para sabotá-lo naquele caso perante a Corte de Justiça. É claro que Chuck acertou e expos tudo para a Kim, dizendo o que eu fiz e eu estava lá na cena de pé ouvindo. É uma cena difícil, porque o meu personagem – a mente dele está explodindo ao ouvir o seu irmão detalhar todo o esquema, que realmente aconteceu e de que ele é culpado. Um monte de pensamentos passa pela sua cabeça, mas ele não pode dizer nada, pois a Kim, desempenhada por Rhea Seehorn tão maravilhosamente – é uma personagem muito esperta e perceptiva.
O papel feito pela Rhea Seehorn, Kim, se desenvolveu mais nessa última temporada.
Eu acho que muitas pessoas se perguntaram após a 1ª temporada. “O que ela vê nele? Por que ela está com ele? Eu acho que na 2ª temporada, aparecem alguns aspectos da personalidade dela que não se vê na primeira. Você vê que realmente não a conhecia a princípio. Você percebe que não sabe sobre o passado dela. Começamos a notar que ela é uma personagem complexa e ver alguma atração dela por Jimmy e os modos nos quais os dois são diferentes. Ela realmente gosta da energia e luta dele, a maneira dele de ir atrás das coisas a qualquer momento e ela pode fazer isso também. Ela tem sido fantástica. Espero que ela consiga uma indicação para o Emmy.


O que gostaria de ver na 3ª Temporada? Mike e Jimmy sentados ao pé de uma árvore. Ou
em cabine de atendente de estacionamento. Mais eu e Mike juntos, em disputas. Tem sido muito divertido. Me faz rir bastante. É um grande dispêndio de energia trabalhar com Jonathan Banks dessa forma.


Fonte: Variety – Junho 2016

(Time Travelers) Passagem para o Futuro (1964) - FILME BLOQUEADO PELO YOUTUBE

The Time Travelers (1964) – Passagem para o Futuro (1964)

A razão pela qual esse filme, mesmo depois de 50 anos, está na lista de favoritos de muita gente que gosta de ficção científica, é porque ele é bem feito, com todas as condições de um orçamento baixo e efeitos especiais simples para os padrões de hoje. O enredo é muito mais criativo do que muito do se exibe hoje em dia, quer TV ou cinema. Este é um daqueles filmes meio desconhecidos que, depois que você vê, nunca mais deixa de esquecer. Fica marcado para sempre na memória.

Em resumo, retrata uma equipe de cientistas trabalhando em um campus de universidade com uma tela grande de visualização, projetada par mostrar imagens do passado e do presente e talvez do futuro. Devido à pressão pelo corte de investimentos, eles colocam o equipamento no limite, que acaba ocasionando curtos circuitos, e acidentalmente criando um portal no tempo para o futuro... o resto é spoiler.
O conceito pode ter influenciado outras séries como “O Túnel do Tempo” e, acho, que ainda mais, a série Stargate SG-1.

Um dos pontos altos do filme é a cena onde o portal aparece, quando eles estão do outro lado do portal, na Terra do futuro. É uma cena bem realizada com seu efeito especial (nunca vi nada parecido) e aterrorizante, pois os cientistas veem desaparecer a única esperança que tinham para retornar à Terra de sua época. O outro ponto alto é o final, também assustador, intrigante, avant-garde e que virou cult. Não deixe de assistir até o final.

Curiosidades: o campus usado foi o da Universidade do Sul de Califórnia e todos os atores mutantes do filme foram feitos pelo time de basquete do Los Angeles Lakers, devido à grande altura deles.
Há uma ponta, como um dos técnicos do laboratório no futuro, do famoso editor de ficção científica Forrest J. Ackerman. Veja link da Wikipedia sobre ele: https://en.wikipedia.org/wiki/Forrest_J_Ackerman
Está em Inglês. Uma pena que não existe nada dele em português na Internet.
À direita, imagem dele no filme: 

Muitos atores são bem conhecidos. Preston Forster, o chefe da equipe de cientistas, trabalhou em grandes filmes da década de 30 e 40, entre eles: Últimos dias de Pompeia (1935); O Delator (1935), Legião de Herois (1940) e Minha amiga Flicka (1943), entre outros. Phil Carey, seu assistente, participou com papeis secundários em dezenas de westerns e em séries de TV. E Steven Franken, que faz o papel do mensageiro curioso Danny. Steven fez alguns papeis na série A Feiticeira e em outras dezenas de séries, além do mordomo impagável bêbado do filme Um Convidado bem trapalhão – The Party -  com Peter Sellers. E finalmente John Hoyt, que faz o papel do Dr Varno. Ele participou em vários filmes e é mais reconhecido por participar de um dos pilotos da série clássica Star Trek, junto com o ator Jeffrey Hunter.

Por final , este post é um tributo a Ib Melchior, autor da estória/roteiro e diretor do filme. Ele é autor de vários livros de ficção científica. Faleceu no ano passado, 2015, com 97 anos. Ele será ainda retratado nesse blog na nossa futura Seção de Biografias.


O filme, com novo link logo embaixo para ver ou download, não se encontra na Internet do jeito que está, isto é, com legendas em português. É uma raridade. As legendas foram obtidas do site OpenSubtitles e mixadas ao filme. Boa diversão! Comentários são bem-vindos.

https://1drv.ms/v/s!AjMUR7SXEhT_yxRaMuQv5fGiLZpF?e=LWgBig

Wednesday, July 13, 2016

Continuações na TV para o Musical Hamilton

 Ideias para continuações de “Hamilton” na TV




Depois de Lin-Manuel Miranda, autor do musical Hamilton, juntamente com os principais atores,  terem deixado o musical na Broadway, os produtores querem saber se a estória, ou melhor, a história, por ter sido baseada em fatos verídicos da história americana – Alexander Hamilton foi o primeiro Secretário do Tesouro dos Estados Unidos da América. Estabeleceu o First Bank of the United States e teve influência no desenvolvimento das bases do capitalismo corporativista americano. Morreu em 1804 num duelo com o então vice-presidente  Aaron Burr, pois foi acusado de conspiração contra a nação norte-americana, por ter criado um banco central para justamente manipular de forma negativa a economia do país (Segundo o que diz a Wikipedia), possa alçar outros voos. O musical, que recentemente ganhou 11 Prêmios Tony – nome do maior prêmio dado para o teatro americano – tem lotação esgotada para vários meses, mas que seguirá com novo elenco. A crítica de TV do Variety, Maureen Ryan, oferece algumas ideias (com os títulos sugeridos), das quais destaco duas delas, de como a indústria da televisão pode conseguir manter os fãs do musical agora na telinha.

“Hamilton , sua vida”:  Algumas canções de Hamilton descrevem a vida trágica de Alexander Hamilton. Por que não uma série de TV focando o jovem Hamilton; poderia lidar com as vidas dos pais, a morte da mãe, o furacão do qual sobreviveu e a série de eventos que o levaram a viajar da Inglaterra para Nova York e se tornar um dos Pais Fundadores do País.

“As Irmãs Schuyler” : Apenas três delas aparecem no musical,  mas há cinco destas mulheres e suas vidas podem criar um bom enredo de novela, centralizada nas suas relações. Um dos pontos altos do musical é como se descrevem as ligações complexas de Angelica Schuyler e Elizabeth Schuyler tiveram com o infatigável Hamilton. Elas o amavam, mas Angelica era casada com outra pessoa e o amor de Elizabeth e Alexander foi verdadeiro, mas ele a enganou várias vezes. Esse spinoff pode agradar o público feminino.

 Uma ideia de série spinoff (continuação) para Hamilton, aqui deste blog:
“A Independência”: Há um vasto campo de ação para se criar uma série com os acontecimentos da época da Revolução de Independência dos Estados Unidos contra a Inglaterra. Tantos personagens podem ser estudados, como George Washington, o próprio Hamilton, Aaron Burr, Thomas Jefferson, para citar apenas alguns e o lado de lá dos ingleses com seus personagens.
Houve uma tentativa com a série John Adams, mas não se explorou toda a potencialidade que aquela época pode gerar.

Fazer uma série, onde todo mundo já sabe qual será o final, parece não despertar muita curiosidade e interesse, mas a série poderia explorar revisionismos históricos e colocar versões e pontos polêmicos, desafiando a história escrita. Como, por exemplo, a dentadura de George Washington era mesmo de madeira? Thomas Jefferson teve realmente um filho com uma escrava?
Não há livro sobre o Hamilton em português, infelizmente. Se você sabe ler em inglês, veja
o livro de Ron Chernow, no qual Lin-Manuel Miranda se baseou para fazer o seu musical. O livro pode ser encontrado aqui nesse link:


Livro custa R$67,88 na Amazon aqui no Brasil. Tem mais de 800 páginas. Certamente, um mergulho profundo e interessante na história. Pena que no Brasil, filma-se ou se escreve muito pouco sobre a nossa história.

Para aqueles que ainda não viram o musical Hamilton, coloco abaixo um pequeno trecho:




Texto Baseado em parte no artigo de Maureen Ryan da revista Variety

Saturday, July 9, 2016

Próximas Atrações do Blog em breve - Em fase de edição e tradução de legendas

The Time Travelers, no Brasil foi traduzido como Passageiros do Tempo é um filme ficção científica de 1964, escrito e dirigido por Ib Melchior. O filme, certamente, deve ter inspirado a famosa série de TV, O Túnel do Tempo. O enredo é sobre um grupo de cientistas, que, acidentalmente, cria um portal do tempo, indo para o futuro. Mais detalhes no post com o filme a ser divulgado em breve. Mixagem das legendas e filme sendo ainda preparado por esse blog. Não se encontra esse filme na Internet com versão em português. Uma raridade.
UM CLÁSSICO DA FICÇÃO CIENTÍFICA COM FINAL SURPREENDENTE E CULTUADO ATÉ HOJE.
Veja um trailer do filme aqui embaixo.






The Thomas Crown Affair, ou Crown o Magnífico, como veio ao Brasil.


Filme de 1968 com Steve McQueen, com direção do Norman Jewinson.
Há versões na Internet em sites de filmes, mas não com a resolução boa que iremos postar no blog em breve. Mixagem das legendas e filmes está sendo feita por esse blog.
No trailer a seguir, você poderá ouvir a famosa trilha sonora do filme, cantada nesta versão por Sting, que ficou melhor que na versão original.








The Blue and the Gray (1982), já exibido na TV no Brasil, mas não me lembro qual título colocaram. Literalmente traduze-se como: O Azul e o Cinza , cores dos uniformes dos soldados a União e os da Confederação.
Essa mini-série de três partes mostra o antes e o durante a Guerra Civil. Há um grande elenco, entre eles, Gregory Peck, Stacy Keach e Lloyd Bridges Não encontra essa mini-série no Brasil, até onde eu sei. Estou traduzindo as legendas do Inglês para o Português, por isso, vai demorar um pouco mais para ficar disponível no blog.



TODOS OS TRÊS EM BREVE AQUI NO BLOG.

Sunday, July 3, 2016

Lawrence depois da Arábia - com Ralph Fiennes


Thomas E. Lawrence, um dos maiores heróis do século 20, foi  dramatizado em um outro
filme “Um Homem Perigoso: Lawrence depois da Arábia. Filme pouco conhecido e raríssimo em buscas pela Internet.
O subtítulo intencionalmente lembra o filme de David Lean, mas esse filme de 1992  é uma espécie de continuação daquele. 
A maior parte do filme passa na época após o final da 1ª Guerra Mundial e a discussão sobre o Armistício. Em Paris, o emir Faiçal, príncipe dos hashemitas, junto com Lawrence tentam obter a independência dos árabes,  prometida anteriormente, através de uma carta, pelo governo britânico.
Depois que a grande guerra havia terminado, os vitoriosos mudavam as coisas pelo interesse próprio. Os britânicos queriam o controle do Golfo Pérsico; os franceses insistiam que queriam a Síria. No âmago dos interesses, é claro, havia o abundante petróleo da região.
Há grandes interpretações dos principais líderes das potências, mas a tensão central do filme reside no sempre misterioso Lawrence, às vezes tímido e reservado, às vezes perspicaz e decidido e inegavelmente brilhante. A longa debatida questão de sua orientação sexual é finalmente definida, mas a presunção aqui é que ele era ou homossexual ou era assexual. Em uma cena, ele explicitamente rejeita os avanços de uma mulher, explicando que “Não posso lhe atender, madame, como deseja.”
Lawrence é interpretado pelo conhecido Ralph Fiennes e Faiçal por Siddig el Fadil (Star Trek Deep Space Nine). Fadil nasceu no Sudão. Também se destacam Polly Walker  (Roma) como Gertrude Bell e um papel de um militar por Jim Carter ( o chefe dos mordomos em Downton Abbey).
O original Lawrence da Arábia (1962) é um dos filmes favoritos de Steven Spielberg.  Depois de ver Ralph Fiennes nesse filme, Spielberg o convidou par atuar no filme  A Lista de Schindler (1993). Filme no qual Ralph arrasou.
As legendas em português foram extraídas do site OpenSubtitles.org, as quais tive que corrigir vários problemas de acentuação. Em retribuição a esse site de legendas, vou adicionar lá as legendas corrigidas.

Esse filme  não é facilmente encontrado na Internet, nem tampouco no Netflix.
Trailer do filme 
Estou anexando abaixo o link do filme. Peço que todos se inscrevam nesse blog, se forem baixar o filme e enviem comentários.
Fonte: New York Times (1992)

Friday, July 1, 2016

Série HELL ON WHEELS - Recomendação do Blog


Hell on Wheels, em tradução livre, Inferno na Grande Ferrovia, é uma série western americana baseada na construção da primeira ferrovia transcontinental, cruzando o leste oeste dos Estados Unidos. Os principais atores são Anson Mount, Colm Meaney (de Star Trek a Nova Geração e Deep Space Nine) e Christopher Heyerdahl. Inicia com a construção da Union Pacific, retratando a vida seus trabalhadores, engenheiros, mercenários, mórmons, chineses, prostitutas e outros. Mais além, acontece a concorrência com a Central Pacific, outra grande ferrovia, para ver quem chegaria primeiro no ponto terminal, onde as duas se encontrariam, mediante pedido do então presidente, Ulisses Grant. A série entrou no ar em Novembro de 2011 e agora está na sua 5ª e última temporada. Os últimos episódios ainda não estão disponíveis nos sites de séries online no Brasil.
É fácil de encontrar todas as temporadas. Basta colocar no Google assistir Hell on Wheels online.

A série é produzida pelo canal AMC. O ator Anson Mount chegou a ser produtor da série nas últimas temporadas. Ele é também o protagonista da série, que tem grandes atores e ótimas atuações. Vale a pena assistir. Uma pena que não está disponível no Netflix.
Veja abaixo o trailer da 2ª temporada.


E aqui um trailer de bastidores de filmagem


Tuesday, June 28, 2016

Game of Thrones - Personagens e seus Atores

A série mais cultuada do momento, sem dúvida, é Game of Thrones e que vai deixar todos deprimidos pela longa espera da próxima temporada, só lá pelo outono brasileiro de 2017.

Enquanto isso, vejam os personagens da séries e os respectivos atores. Saudades dos que já "morreram".

Segue o link abaixo, obtido do site IMDB, onde vocês poderão encontrar as mais de 140 fotos.
Não, não, o gigante não é o ator Liam Neeson, como alguns suspeitavam.


http://www.imdb.com/imdbpicks/game-of-thrones-costumes/rg801348352?pf_rd_m=A2FGELUUNOQJNL&pf_rd_p=2537458962&pf_rd_r=0VZMDXDC00B5MH9P537M&pf_rd_s=center-6&pf_rd_t=15061&pf_rd_i=homepage&ref_=hm_snp_cap_pri_3



Owen Wilson em "Wonder"

Owen Wilson está em negociações finais para se juntar a Julia Roberts  no filme Wonder da Lionsgate.

Jacob Tremblay, que se destacou em O Quarto de Jack de 2015, vai estrelar no papel de August Pullman, que nasceu com uma síndrome, que lhe deformou o rosto (mais informações aqui Livro Extraordinário), fato que o impediu que fosse à escola nos primeiros anos – e depois acabou se tornando um  herói improvável, quando entrou na 5ª série.

Julia Roberts será a mãe de Tremblay, na adaptação do livro de Raquel J. Palacio e, Wilson, será o pai.

Será dirigido por Stephen Chbosky, de um script de Jack Thorne e Steve Conrad.
O livro de Palacio vendeu mais de 2 milhões de unidades, desde que foi publicado em 2012.


Wilson está filmando a comédia  “Bastardos” com Ed Helms. Ele também co-estrelou recentemente Zoolander 2 e o filme de ação “No Escape” com Pierce Brosnan.

Fonte: Variety

Thursday, June 23, 2016

Filmes - Lançamento no Brasil em 7 de Julho 2016 - Janis, Little Girl Blue


Lançamento em 7 de Julho
Filme documentário produzido nos Estados Unidos em 2015, que fala sobre a vida da cantora e compositora norte-americana Janis Joplin. Foi exibido no Festival de Cinema Internacional de Toronto em 2015. 
Lançamento nos EUA – 27/11/2015
Estreia no Brasil – 7/7/2016
1h43min . Narrado pela cantora Cat Power

Dirigido por Amy Berg, é um documentário sobre a grande cantora americana, Janis Joplin, que morreu muito jovem.
Entrevistas com pais, irmã, irmão, membros sobreviventes do Grateful Dead, Kris Kristofferson. É um filme recomendado por uma grande reconstrução da sua vida trágica. Janis cantava blues com tanta convicção que até os afro-americanos achavam que ela era negra. Morreu em 4 de outubro de 1970 em um motel de Hollywood devida a uma doce excessiva de heroína aos 27 anos, apenas duas semanas depois de outra lenda do rock, Jimi Hendrix, também com 27 anos. O documentário segue a sua vida desde origem humilde no Texas, as humilhações constantes dos colegas de escola pelo seu não conformismo, até sua chegada ao sucesso como vocalista da banda Big Brother and the Holding Company – uma das mais conhecidas bandas de São Francisco dos anos 60. Também mostra a suas dificuldades em lidar com o sucesso, sua solidão no meio de grandes plateias, sua luta com o vício das drogas  e finalmente sua trágica morte, quando ela estava numa maior aceitação pelo mundo da música.

As performances ao vivo realmente mostram o incrível magnetismo que tinha com o público durante uma apresentação. Ela encontra o verdadeiro amor durante sua viagem ao Brasil, que para ela foi muito importante. Suas cartas para sua família e amigos, mostradas no filme, eram cheias de esperança e otimismo  até a sua morte.

Altamente recomendado não apenas para os fãs de Janis Joplin.

Trailer oficial do filme documentário.

Fontes : IMDB e GuiadaSemana

Saturday, February 20, 2016


Filme American Madness (Loucura Americana)

De 1932, ele definitivamente não é uma das obras mais significativas e célebres do renomado diretor ítalo-americano Frank Capra. Porém, em seus 75 minutos de duração, consegue não apenas transparecer as características fundamentais de um filme de Capra, como também dar uma impressão do quadro geral da economia norte-americana do período no qual foi produzido. O longa-metragem teve seu roteiro escrito por Robert Riskin (um companheiro frequente de Capra), se classifica no gênero dramático e em seu elenco encontram-se Walter Huston (pai do diretor John Huston) e Pat O’Brien.
Um aspecto importante a ser analisado é a forma sucinta como o filme é conduzido. Na obra, não há espaço para a manifestação de sentimentos e sensações de forma alusiva, com a criação de esferas ou ambientes sensoriais que seriam captados indiretamente pelos espectadores. Tudo é explicitado diretamente e com incrível rapidez, através dos vários closes dados aos rostos dos personagens e do rápido desenrolar das situações importantes do filme, como o assalto ao cofre do banco ou o momento de confusão que denunciava a falência da instituição financeira.
As obras de Capra são marcadas por um expressivo uso do otimismo sempre presente nas situações em que tudo a volta dos personagens parece desmoronar. Talvez esse seja um dos fatores que explicam o primeiro título que o filme recebeu: American Faith (Fé Americana), trocado logo em seguida por American Madness (Loucura Americana).
Capra foi um dos diretores mais prestigiados dos anos trinta, tendo se tornado conhecido por obter expressivos resultados a partir de baixos orçamentos e por representar em seus filmes assuntos em pauta na realidade. Este último exprime diretamente os sentimentos de insegurança e incerteza característicos de um momento de extrema crise econômica como a Grande Depressão que definitivamente assolou os Estados Unidos de 1929 até os anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial.
É importante notar com exatidão o período histórico no qual o filme foi produzido. O período 1932-33 é tido como a pior fase da Grande Depressão, com o desemprego chegando a atingir 27% da população economicamente ativa norte-americana travando qualquer expectativa de melhoria do cenário econômico a curto prazo. O desespero e a descrença que a gravidade da situação econômica provocava na população foram muito bem apresentados na obra.
O período também representou riscos para a democracia americana, já que a transição de governos ocorrida em janeiro de 1933 foi enredada pelos diferentes posicionamentos na área econômica. A divergência quanto às medidas a serem tomadas para mitigar os efeitos da crise de 29 gerou dificuldades que só foram transpostas após muitas discussões e a aprovação de uma emenda constitucional que modificou o processo de transição governamental na presidência do país.
Os dois postulantes ao cargo, na campanha presidencial de 1932, divergiam principalmente quanto à atuação e influência do governo central na economia. O republicano e candidato à reeleição Herbert Hoover, apesar de ter criado alguns programas criativos em resposta a crise, se mantinha firmemente contrário à ajuda governamental aos desempregados . Já FDR (sigla como o democrata Franklin D. Roosevelt era conhecido pelos jornais) defendia maior atuação do Estado, a formulação de medidas econômicas experimentais e a adoção de um novo acordo (New Deal) com os americanos.
No filme, percebe-se a política econômica vigente no período em um momento: durante a confusão de correntistas no saguão do banco. A falta de liquidez da instituição que a impedia de devolver integralmente o dinheiro de todos os seus clientes é um sinal da frouxa regulamentação sobre o sistema financeiro americano, resultado, sobretudo, do liberalismo que norteou a economia até então. Roosevelt mudou, logo após sua pose como presidente, a legislação bancária que, através de diversas medidas, aumentou a saúde geral das instituições e fez ressurgir a confiança da população.
Como na maioria dos filmes de Capra, Loucura Americana apresenta uma lição de moral de forma bastante clara e direta, neste filme a lição a transmitida pelo personagem principal o bem-humorado Thomas Dickson, presidente de um banco, o qual administra de maneira bastante ousada para uma época de grave crise econômica. Dickson não poupa esforços para emprestar dinheiro aos clientes do banco, que administra de maneira bastante ousada para uma época de grave crise econômica. Dickson não poupa esforços para emprestar dinheiro aos clientes do banco, os quais considera como amigos.
Os arriscados empréstimos concedidos por ele deixam preocupados os sócios do banco, que mantêm uma postura bem mais conservadora e tentam convencer Dickson a aceitar uma fusão com outro banco, para assim Dickson perder parte de seu poder. Porém ele segue com seu discurso de confiança nos americanos e com o pensamento que só com o dinheiro circulando é que a crise seria superada. Por fim a confiança de Dickson em seus clientes acaba sendo retribuída. Quando o banco sofreu um assalto, que deixou a maioria dos clientes desesperados com medo de terem perdido seus depósitos e fez com que quisessem retirar todos ao mesmo tempo o dinheiro depositado deixando assim o banco sem liquidez, alguns dos empresários ajudados por Dickson depositaram grandes quantias, demonstrando confiança no banco e passando essa confiança para os outros clientes. É justamente essa mensagem de confiança e otimismo que Capra passa com o filme.
Thomas Dickson representa então, não somente as personagens corretas e bondosas típicas de Capra, mas representa também o otimismo e a esperança que ele tenta transmitir em um momento que o mundo vivia a pior de suas crises econômicas e sofria com as mazelas conseqüentes desta crise.
Este filme é um prelúdio dos filmes do mesmo Capra: You can´t take it with you (Do mundo nada se leva) de 1938 e de It is a Wonderful Life (A felicidade não se compra) de 1946.
Assistindo os três filmes, você vai perceber.
(Uma grande parte do texto acima foi extraído do site Cineplayers.com, de autoria de Yuri Siqueira.)

NOTA IMPORTANTE: AS LEGENDAS FORAM TRADUZIDAS POR ESTE BLOG.

Link do filme:
https://drive.google.com/file/d/0BwdJhsEoDLnzLVpqTlh4bXV4MTA/view?usp=sharing

Sunday, January 31, 2016




A Tenda Vermelha  é um filme soviético/italiano de 1969, com elenco europeu, dirigido por Mikhail Kalatozov. O filme é baseado na história da missão para resgatar Umberto Nobile e os outros sobreviventes do acidente do dirigível Italia, em 1928. Atuam Sean Connery como Roald Amundsen e Peter Finch como Nobile. O roteiro foi adaptado por Yuri Nagibin e Mikhail Kalatozov do romance com o mesmo título do Nagibin.
Claudia Cardinale interpreta uma enfermeira nesse filme baseado em uma expedição italiana ao Ártico, em 1928. Considerado um herói nacional, o general Umberto Nobile (Finch) vive em Roma, atormentado pelos fantasmas da missão fatídica ao Pólo Norte, que ele comandou, a bordo do dirigível Itália, 40 anos antes. Por flashbacks, ele relembra a aventura. Quando o dirigível sofre um acidente, Nobile e sua tripulação têm de enfrentar o frio, ataque de ursos e outros problemas para sobreviver. Na tentativa de resgatar os membros da expedição, é convocado o grande explorador Roald Amundsen (Connery), o primeiro homem a chegar ao Pólo Sul.
As legendas foram obtidas do OpenSubtitles. 

Link para baixar o filme está abaixo. Quem baixar, peço que cadastre como visitante ou leitor do blog.



The Great Sacrifice - Opfergand - (Veit Harlan, 1944)

Albrecht, Octavia & Äls form a triangle from families of idle intellectuals, prone to Neitsche. Nature loving Äls is gravely ill. Furthe...