quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Série "The Romanoffs" - Primeiros Oito Episódios

A Amazon liberou novos detalhes de enredo e primeiras imagens da série "The Romanoffs", uma série original do criador de "Mad Men", Matthew Weiner, ganhadora de nove Emmys.

São oito estórias separadas sobre pessoas que acreditam serem descendentes da famosa e trágica família real russa. "Os Romanoffs" ou "The Romanoffs" é a primeira volta de Weiner à TV, desde "Mad Men" ter finalizado em 2015. A nova série foi criada, escrita e dirigida por Weiner, além de ser o produtor executivo. A série passa em sete países e foi filmada em externas em três continentes diferentes.

Cada episódio tem um elenco distinto e a lista de atores e atrizes é das melhores da última década de prestígio da televisão. Dentre eles, estão  Isabelle Huppert, Diane Lane, John Slattery, Amanda Peet, Aaron Eckhart, Corey Stoll, Mary Kay Place, Ron Livingston, Andrew Rannells, Kathryn Hahn, Radha Mitchell, and Clea Duvall.  A lista de episódios abaixo detalha quem vai aparecer com quem:

A Amazon Prime vai estrear os primeiros dois episódios de "The Romanoffs" em outubro (data nos EUA). Para o Brasil ainda não foi divulgada a data. O site da PrimeVideo informa que as legendas e áudio em português somente estarão disponíveis em 2019).

The Romanoffs - Episódios:

“The Violet Hour” — Sexta Outubro 12
Focalizada em Paris, um lar ancestral tem a chave para o futuro de uma família
Com Aaron Eckhart, Marthe Keller, Inès Melab e Louise Bourgoin.

“The Royal We” — Sexta, Outubro 12
Com o casamento em uma rotina, um casal encontra suas próprias tentações
Com Corey Stoll, Kerry Bishé, Janet Montgomery e Noah Wyle.

“House of Special Purpose” — Sexta, Outubro 19
Estrela de cinema e um diretor entram em briga sobre o que é real.
Com Christina Hendricks, Isabelle Huppert, Jack Huston, Mike Doyle e Paul Reiser.

“Expectation” — Sexta, Outubro 26
Em um único dia na cidade de Nova York, uma mulher é confrontada com todas as mentiras que ela já contou.
Com Amanda Peet, John Slattery, Emily Rudd, Jon Tenney, Mary Kay Place, e Michael O’Neill.

“Bright and High Circle” — Sexta, Novembro 2
Uma pessoa de confiança sob suspeita testa as lealdades de uma comunidade fechada.
Com Diane Lane, Ron Livingston, Andrew Rannells, Cara Buono e Nicole Ari Parker.

“Panorama” — Sexta, Novembro 9
Na cidade do México, uma jornalista idealista se apaixona com sujeito misterioso.
Com Juan Pablo Castañeda, Radha Mitchell e Griffin Dunne.

“End of the Line” — Sexta, Novembro 16
Em uma viagem ao exterior em busca de suas origens, um casal se depara com a destruição.
Com Kathryn Hahn, Jay R. Ferguson, Annet Mahendru e Clea Duvall.

“The One That Holds Everything” — Sexta, Novembro 23
Em uma estória que gira o mundo, um homem tenta escapar da maldição de uma família.
Com Hugh Skinner, Adèle Anderson, Hera Hilmar, Ben Miles e JJ Feild.


Fonte: Indiewire

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Tobias Menzies como Príncipe Philip em 'The Crown'

Tobias Menzies como Príncipe Philip
Sua Alteza Real... Príncipe Philip. A Netflix liberou a primeira imagem de Tobias Menzies como o Duque de Edinburgh, esposo e consorte da Rainha na terceira temporada de "The Crown".

Menzies assume a posição de Matt Smith (que fez Philip nas temporadas 1 e 2) para a terceira e quarta temporadas e irá atuar com Olivia Colman, a nova Elizabeth II.

Em alguma parte dessas duas novas temporadas, o ator de "The Exorcist", Ben Daniels, irá fazer o papel de Anthony Armstrong-Jones, atuando junto a Helena Bonham Carter, que fará a nova Princesa Margaret, nas duas temporadas, que estarão na Netflix a partir de 2019.
Ben Daniels (à esq.) em The Exorcist

A terceira temporada vai iniciar no ano de 1963 e irá cobrir acontecimentos como a início dos Beatles e a Inglaterra ganhando a Copa do Mundo em 1966. Personagens como Camilla Parker Bowles irão começar a aparecer na próxima temporada.

Menzies já fez Brutus na série "Roma" da HBO, Edmure Tully em "Game of Thrones" e os dois papeis de Frank Randall e o sádico Black Jack Randall na série "Outlander". Recentemente, acabou de filmar como o Duque de Cornwall em "King Lear" junto com Anthony Hopkins e Emma Thompson, uma produção da BBC e Amazon e uma adaptação da obra de Shakespeare para os dias atuais. Menzies também esteve na minissérie "The Terror".



Fonte: Deadline

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Escritor Harlan Coben faz acordo com a Netflix para adaptação de seus livros em séries e filmes

Harlan Coben
A Netflix fechou acordo de cinco anos de exclusividade com o escritor Harlan Coben. Ele é um escritor americano, que escreve livros no gênero mistério, onde muitas vezes suas estórias envolvem casos de eventos não resolvidos do passado, como homicídios e acidentes fatais. 

Com esse contrato, a Netflix vai poder trabalhar com Coben para desenvolver e adaptar aproximadamente 14 títulos  e também em projetos futuros, incluindo seu próximo livro "Run Away", quer para séries como para filmes. Coben ficará como produtor executivo consultivo em todos os projetos.

Coben escreveu 30 romances, que até agora venderam 75 milhões de cópias e foram traduzidos em 43 línguas. O acordo com a Netflix vem pelo sucesso de duas minisséries de Coben, que tiveram sucesso na plataforma de 'streaming'. A série "Safe", protagonizada por Michael C. Hall e já disponível na Netflix Brasil e a série francesa de 2015, "No Second Chance"

A Netflix terá acesso a outros 14 títulos de Coben, mas não não incluirá a série popular de livros com o personagem Myron Bolitar

"Os livros de crime e suspense de Harlan são amados por leitores de todo o mundo," disse Erik Barmack, vice-presidente de Originais Internacionais da Netflix. "Estamos entusiasmados em continuar essa parceria com ele e adaptar novos suspenses para os originais Netflix globalmente."

O próximo livro de Harlan, "Run Away", será publicado em Março de 2019.

"Eu adorei trabalhar com a equipe da Netflix para a série "Safe" e vi que houve grande aceitação pelo público," disse Coben. Estou muito contente em continuar a nossa relação, para criar mais séries e filmes com ela em escala global."


Fonte: Deadline

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

John C. Reilly diz por que "Quase Irmãos" será difícil de ter uma continuação.

Mary Steenburgen,Will Ferrell, John C. Reilly e Richard Jenkins para o filme "Quase Irmãos"
"Quase Irmãos" ou "Step Brothers" foi um film de 2008, estrelado por John C. Reilly e Will Ferrell.

John C. Reilly é muitas coisas para muitos cinéfilos. Em um memorável desempenho no filme "A Vida é Dura: a História de Dewey Cox" (Walk Hard: The Dewey Cox Story), usando  sua rara habilidade de trocar de papéis dramáticos e cômicos com facilidade. Contudo, é na última categoria onde ele é mais conhecido, graças a "Quase Irmãos", que estreou há cerca de 10 anos.

"Esse filme, de alguma forma, ressoou de uma maneira muito profunda," disse o ator em uma entrevista, enquanto estava promovendo o filme "The Sisters Brothers", um faroeste e não uma comédia, na qual ele estrela junto com Joaquin Phoenix.

É um dos filmes de 2018 que mostram a amplitude de atuação de Reilly: Até o final do ano, ele também estará no filme biográfico de Stan Laurel e Oliver Hardy, "Stan & Ollie", no qual ele faz o papel do Gordo; uma comédia baseada em criação de Arthur Conan Doyle, "Holmes and Watson", em que ele faz Watson e Will Ferrell faz Holmes. Além destes, também está na animação "WiFi Ralph: Quebrando a Internet", onde ele faz a voz de Ralph. Contudo, nada em sua prolífica carreira de seus trabalhos recentes tem mantido a popularidade que conseguiu com "Quase Irmãos". Poderia haver, então, uma continuação?

A despeito de repetidos rumores de uma sequência, Reilly disse que uma ideia sobre isso nunca foi adiante. "Nós conversamos muito a respeito desde que o primeiro saiu," disse ele. "Para a maioria dos artistas, continuações não são bem vistas. Os fãs, é claro, são diferentes. Se você gosta de pizza, você quer sempre mais pizza. Eu entendo que a pessoas gostariam de ver uma continuação, mas não existe nada de concreto, nada ainda."

Reilly já se acostumou em responder essa pergunta. "Se você anda na rua, quase sempre quando estou em público, alguma pessoa pergunta sobre uma continuação," ele disse. Em 2017, Will Ferrell disse ao jornal Daily News que ele e o diretor-roteirista Adam McKay tinham esboçado uma estória que daria sequência na vida dos dois quase irmãos, quando eles tentam se afastar, junto com seus pais, mas o projeto nunca se materializou. "Nós já tivemos algumas ótimas idéias nos últimos anos," disse Reilly. "Eu espero que eu não envelheça demais para ter a possibilidade de fazer. Seria muito triste se eu tivesse com 60 anos e estar fazendo o filme."

Reilly refletiu sobre a atração duradoura pelo filme original. "É tão engraçado, tão amplo, mas no centro de tudo havia assuntos familiares muito reais e eu acho que isso faz o filme ser realmente subversivo em certa maneira. Subversivo no sentido de que ele quer subverter uma ordem estabelecida," disse ele. "Ele tem uma força duradoura. Nós realmente tivemos essa intenção quando fizemos esse filme. Nós não queríamos fazer só as pessoas rirem. Realmente tivemos a intenção de mostrar como seria ter 40 anos de idade e viver com seus pais."

McKay migrou para uma fase diferente em sua carreira. Ele ganhou um Oscar por co-roteirizar o filme "A Grande Aposta" (The Big Short), de 2015. E seu próximo filme, ainda sem título, é sobre o ex-vice presidente Dick Cheney (com Christian Bale no papel) e que vai estrear no final deste ano. Ele é um dos caras mais inteligentes e criativos que já encontrei," disse Reilly. " A comédia é uma grande maneira de se dizer a verdade."

Em relação à própria trajetória de Reilly, ele está entrando em novo território com o filme "The Sisters Brothers", que ele produziu junto com sua esposa, Alison Dickey. O primeiro filme em inglês do diretor veterano francês Jacques Audiard é um muito longe do humor áspero de "Quase Irmãos", embora seja igualmente um retrato sensível de uma agressão entre irmãos. E Reilly traz alguns momentos surpreendentes de leveza ao filme, algo que ele gosta de tentar colocar, sem se importar com o tipo de filme que esteja fazendo.

Como exemplo, ele indicou "Kong: A Ilha da Caveira", onde ele fez um soldado da 2 ª Guerra Mundial, abandonado na selva, onde o macaco gigante aparece. "Ele é um tipo mais engraçado nessa estória realmente séria," disse Reilly. A característica de toda a minha carreira tem sido a de ser cheia de variedades. O público tem me permitido fazer essas coisas, em me ver em algo em que ele não tinha me visto antes."
Joaquin Phoenix e Reilly em "The Sisters Brothers"

"The Sisters Brothers" é baseado em livro de Patrick DeWitt, e conta a estória de um prospector de ouro com um nome bizarro de Hermann Kermit Warm, que é perseguido desde deserto de Oregon até São Francisco, nos idos de 1850, pelos notórios assassinos Eli e Charles Sisters. Mas Eli (feito por Reilly) está tendo uma crise existencial e começa a duvidar da sua longevidade de sua atual carreira de bandido. 

Filme ainda sem título em português e sem data de estreia prevista no Brasil.


Fonte: Indiewire

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Peter Jackson estreia documentário sobre a 1ª Guerra Mundial em Londres

Peter Jackson vai apresentar seu documentário sobre a 1ª Guerra Mundial, "They Shall Not Grow Old", no Festival de Cinema de Londres (British Film Institute) em 16 de outubro.

O diretor de "Senhor dos Anéis" usou imagens raras de arquivo em cortesia dada pelo Museu de Guerra Imperial e áudio dos arquivos da BBC. As imagens e vídeos foram colorizados e convertidos em 3-D.

"Eu queria voltar ao passado e trazer esses homens para a idade moderna, para que eles pudessem retomar a sua humanidade uma vez mais - em vez de serem apenas vistos como figuras tipo Charles Chaplin em filmes antigos." disse Jackson. "Usando o poder da tecnologia da computação para eliminar limitações técnicas de 100 anos atrás, nós poderemos ver e ouvir a Grande Guerra conforme eles a experimentaram." 

Jackson dá mais detalhes sobre o seu projeto no vídeo abaixo. 





sábado, 18 de agosto de 2018

Glenn Close e Jonathan Pryce revisam segredos e mentiras em ‘The Wife’

Glenn Close e Jonathan Pryce fazem um casal tão convincente na tela, que é difícil de acreditar que seja a primeira vez que trabalham juntos no filme do diretor Björn Runge, “The Wife", que está prestes a estrear.

Ambos começaram em Hollywood por volta da mesma época; Close com seu filme de estreia em 1982 ("O Mundo Segundo Garp") e Pryce com "No Templo das Tentações", de 1983. Ambos tiveram sucesso também no teatro, ganhando prêmios Tony - três para Close e dois para Pryce.

O filme "The Wife" é baseado em livro de Meg Wolitzer e é um retrato íntimo e intenso de um longo casamento em todos os seus segredos e comprometimentos. O par retrata Joan e Joe Castleman (em flashbacks, eles são interpretados por Annie Starke, filha real de Close, e Harry Lloyd), que são forçados a confrontarem algumas duras verdades, após Joe ter sido premiado com o Prêmio Nobel pelo seu último romance.

O par foi entrevistado (pela Variety) recentemente, após a exibição do filme, antes da viagem de Close para Nova York para seus ensaios de "Mother of The Maid", escrito pela roteirista de "The Wife", Jane Anderson.

O que atraíram vocês para a estória de "The Wife"?

Pryce: Glenn, (risos). Eu li o roteiro e gostei bastante. Eu achei que seria uma boa estória. Não seria fácil contar essa estória e manter a credibilidade com essa relação entre os dois e guardar segredos por tanto tempo como eles fizeram. É uma relação longa e com todos os altos e baixos, a raiva, a tristeza e a alegria.

Close: Eu achei tão interessante e topei desde o início. Como todos os filmes independentes, é um filme que quase não chegou a ser feito. Levou algum tempo, mas quando Björn assumiu, as coisas começaram a se encaixar.

Vocês se encontraram com outros diretores?

Close: Eu não. Björn veio falara comigo, tivemos um ótimo café da manhã e foi um processo muito legal. Estava trabalhando pelo instinto, porque eu não era familiar com o trabalho dele. Eu adorei, quando soube que ele era também um diretor de teatro e um roteirista. Meu instinto dizia: vai ser muito bom trabalhar com ele.

Vocês dois tem uma grande química na tela, parece mesmo que possuem um casamento longo, como no filme. Vocês se conheciam antes de trabalharem juntos?

Pryce: O que é ótimo em ser ator é que você conhece pessoas e forma uma amizade muito rapidamente. Obviamente que eu conhecia o trabalho de Glenn há anos, nós nos encontramos algumas vezes - Eu vi as duas versões de "Sunset Boulevard"! Você deseja trabalhar com pessoas que estão acima de você. Quando você está nesse meio por tanto tempo como estamos, você acaba tendo uma confiança mútua. Gostamos da companhia de um e do outro e damos muitas risadas juntos. Nós compartilhamos um local de maquiagem, onde ficamos 'brigando' qual música de fundo queríamos ouvir. Nós nos divertimos.

Close: Eu tenho algo a dizer do meu parceiro nesse filme. Nem todo ator fica confortável em um filme chamado "The Wife". Especialmente alguém com a estatura profissional de Jonathan Pryce. O fato é que fez um trabalho tão extraordinário que torna o par da estória ser tão complexo. Não seria o mesmo filme sem o Jonathan. 

Pryce: Bem, eles não quiseram me ouvir e mudar o título para "The Husband", (risos)

O filme tem atores fazendo as versões jovens dos personagens. Glenn, a Annie já conhece você há muito tempo, por ser sua filha, mas ela deixou você construir a sua versão mais nova do personagem?

Close: Na verdade, Annie desenvolveu o personagem por si própria em muitas maneiras, que eu me sinto confortável como ela fez.

Pryce: E o Harry fez um grade trabalho como uma versão mais jovem e mais bonita do que eu. Mas eu tive realmente cabelos pretos uma vez! E ele me disse que assistiu muitos filmes meus. Ele observava como eu andava e prestava atenção à minha dicção.

Vocês dois tem forte base do teatro, tanto quanto esse elenco e o diretor tem. Vocês acham que isso tem a ver com a maneira em que trabalharam juntos?

Close: Eu sempre penso que é muito benéfico ter começado no teatro, pois ele te ensina auto-confiança e você aprende verdadeiramente o seu ofício. Eu acho que vir do teatro te dá uma enorme base de apoio.

Pryce: Nós fizemos uma semana de ensaio na mesa com o script na mão, que é muito importante. Mesmo durante a filmagem, nós nos reunimos e olhávamos para as cenas que saíam e conversávamos sobre elas. Assim, não perdemos tempo no set de filmagem perguntando: o que isso quer dizer, o que vocês acha que estamos fazendo aqui, esse tipos de perguntas e dúvidas.

Qual foi a parte mais difícil, mais desafiadora no filme?

Pryce: Foi fácil para mim fazer alguém com um ego enorme. É realmente divertido ter a liberdade de ser essa pessoa. Em termos de atuação, você tem um onde, um lugar aonde ir, mas também algum lugar de onde voltar, onde você começa a mostrar os momentos dele de vulnerabilidade. Eu honestamente não penso nisso em termos de dificuldades. São desafios, mas são desafios criativos que você deseja realizar. Foi o que me atraiu para o roteiro. De alguma maneira, é como um roteiro, um script para uma peça teatral. De certo modo, me faz lembrar de "Quem tem medo de Virginia Woolf", e foi um privilégio chegar a explorar isso.

Close: De fato, dois dos meus momentos favoritos foram as cenas de briga. Você pode brigar por alguma coisa tão intensamente e depois cai a ficha da vida real que te faz recuar nessas relações.


 Fonte: Variety

sexta-feira, 17 de agosto de 2018

Série "Watchmen" vai estrear em 2019 na HBO

Regina King e o produtor Damon Lindelof
Damon Lindelof (The Leftovers) vai fazer uma nova adaptação da graphic novel (romance gráfico) do clássico "Watchmen", agora como série, com uma estreia para 2019 em mente.

A produção será da empresa de Lindelof, a White Rabbit, em associação com a Warner Bros.Television. A série será baseada nos personagens da DC Comics. Contudo, a série não terá uma adaptação pura da ideia original de Alan Moore, que foi adaptada em filme por Zack Snyder. Em vez disto, Lindelof denominou a sua versão de um "remix" do material original, embora muitos personagens vão permanecer intactos.

Lindelof já escalou um grande elenco, que inclui Regina King, que atuou brilhantemente em "The Leftovers", Jeremy Irons, Don Johnson, Tim Blake Nelson, Louis Gosset Jr. e vários outros.

A encomenda da série por parte da HBO é pelo fato que de que a rede está sendo mais agressiva nas suas produções, visando sua relação futura com a nova empresa-mãe, a AT&T e que, em breve, vai perder sua mais famosa série "The Game of Thrones", devido à sua temporada final. Outras produções da HBO que chegaram em breve são: "Demimonde", de J.J. Abrams, "Lovecraft Country" de Jordan Peele e Misha Green e uma futura produção de Joss Whedon.

Lindelof explicou sua decisão de ir para uma outra direção com o projeto em uma carta aberta aos fãs, abordando o tradicional mau gosto de Moore por outras pessoas tomarem liberdades com o seu trabalho.

"Antes de tudo, se você está nervoso que eu esteja trabalhando para trazer de volta Watchmen, peço desculpas," escreve ele em um algum ponto da carta, que explica tanto a sua história com a série de graphic novel e sua ambivalência para levar à tela pequena. "Eu tenho um enorme respeito pelo criador de Watchmen, Alan Moore. Ele tem um talento de proporções míticas. Eu escrevi a ele uma carta, em que partes dela não são diferentes dessa, porque eu devia a ele alguma explicação por que eu irei desafiar os desejos dele (em trabalhar na série)."

Lindelof será produtor executivo, roteirista e diretor do episódio piloto.

Fonte: THR


quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Nicolas Cage estará no filme de animação "Spider-Man: Into the Spider Verse

O ator vencedor do Oscar, Nicolas Cage está mergulhando de volta no gênero dos gibis com o muito esperado filme de animação "Spider-Man: Into the Spider-Verse", no qual ele irá retratar a versão alternativa do herói original Homem Aranha, o Spider-Man Noir (que podemos chamar de Homem Aranha Negro), quando ele fará interações com outras versões de si próprio em um multi-universo.

Aqui no Brasil, essa animação vai ser intitulada "Homem-Aranha no Aranhaverso" e estreia em 20 de dezembro deste ano.

Cage deu uma entrevista para a revista "Entertainment Weekly", em que fala da maneira que ele se preparou para o papel de Noir, uma versão mais sombria do personagem clássico situado nos anos 30, em que Peter Parker é uma estagiário do repórter Ben Urich e é picado por uma aranha importada ilegalmente. Daí, ele adquire os poderes do inseto, usando-os para combater o crime organizado da cidade.

"Eu tentei canalizar o estilo daqueles filmes 'noir' com Humphrey Bogart, James Cagney e Edward G. Robinson e aquele jeito de falar," disse Cage. "Eu tentei dar isso ao meu personagem. Foi muito divertido. Eu acho que o filme ficou bem divertido. O filme tem um senso de humor e é uma boa coisa, porque é bom para toda a família."

Phil Lord e Christopher Miller, as mentes criativas por detrás de "The Lego Movie" e "Anjos da Lei" (21 Jump Street), usam seus talentos para uma versão diferente do Universo do Homem-Aranha, com um estilo visual surpreendente. Essa animação introduz o adolescente do Brooklyn, Miles Morales e as possibilidades ilimitadas do Aranhaverso, onde mais de um pode vestir a máscara. Shameik Moore, astro de "The Get-Down", faz a voz de Miles Morales na animação. Além dele, há Liev Schreiber que faz o vilão Rei do Crime, Mahershala Ali faz o tio Aaron, Brian Tyree o pai de Miles, Lily Tomlin como a Tia May e Jake Johnson como Peter Parker. Nicolas Cage fará a voz do Homem Aranha Noir.

"Homem-Aranha no Aranhaverso" é dirigido por Bob Persichetti, com roteiro de Phil Lord.

Veja aqui o link para o slideshow com imagens da animação: https://goo.gl/cfGidW

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Admiradores de Orson Welles podem alugar sua mansão em Hollywood, onde ele escreveu para "Cidadão Kane"

Quem estiver interessado em passar férias em uma casa com uma história de Hollywood por detrás dela, pode alugar a mansão de Hollywood Hills que pertenceu a Orson Welles, onde não só morou lá, como foi lá que escreveu o roteiro para sua obra prima no cinema: "Cidadão Kane"

Ela consta de uma lista da imobiliária HomeAway na Internet. A casa tem quatro quartos, três banheiros que podem caber oito pessoas confortavelmente e pode ser alugada por cerca de 800 dólares por noite.

A casa tem 300 metros quadros foi propriedade de Welles e depois foi comprada e habitada por uma longa lista de outros atores e atrizes de Hollywood, incluindo Rita Hayworth, Frak Sinatra, Barbra Streisand e David Bowie.

A casa tem o estilo de Cape Cod (Uma casa de Cape Cod é um edifício baixo, amplo e único, com um telhado inclinado de duas águas, uma grande chaminé central e muito pouca ornamentação), foi construída em 1928 e tem um pouco de história hollywoodiana. Sidney Toler, que fez o papel de Charlie Chan em filmes dos anos 30 e 40, construiu a casa. Depois de vários anos, a casa foi depois habitada por  Orson Welles, o grande cineasta, ator, diretor teatral, roteirista e produtor, que é reconhecido com uma das maiores personalidades do cinema do século 20.

A casa fica em Sunset Boulevard e ainda possui um área externa privada de cerca de 1.400 m2, mais uma luxuosa piscina em forma de lagoa e com jacuzzi, cercada por bonita vegetação e uma grande vista dos bairros de Hollywood.

Será que lá poderá ser encontrada o significado da palavra misteriosa de Orson Welles em "Cidadão Kane"?  "Rosebud". 



Fonte: Indiewire




Ator de "BlacKkKlansman" sofre ameça por fazer o papel de David Duke

Topher Grace como David Duke
O ator Topher Grace entrou em contato com a polícia, após receber ameaça por telefone a respeito do seu papel como o ex grande chefe da Ku Klux Klan, David Duke, no filme "BlacKkKlansman"

De acordo com as informações do site TMZ, Grace contou à polícia que alguém telefonou e fez referências a ele, usando um insulto gay. O homem misterioso também avisou Grace de que o "seu papel como Duke iria arruinar as relações raciais nos Estados Unidos".

"BlacKkKlansman" conta a história verídica de Ron Stallworth, feito no filme por John David Washington. Stallworth, um detetive de polícia afro-americano, se infiltrou em uma seção local da Ku Klux Kan em Colorado Springs (uma cidade do estado americano de Colorado) nos anos 70.

O detetive falava com membros da Klan pelo telefone e recrutava um de seus colegas brancos para fazer o papel dele nas reuniões pessoais com os membros da religião. A investigação de Stallworth o levou até a falar com o Duke, que é o papel feito por Topher Grace.

Grace descreveu o homem misterioso ao telefone como "agressivo" e 'nervoso. O ator tem recebido elogios pelo seu papel como Duke e talvez seu grande desempenho tenha irritado muitos simpatizantes da Klux. Grace disse que fazer Duke foi uma grande carga emocional para ele.

O filme, dirigido por Spike Lee, deu a ele a melhor bilheteria de estreia depois de uma década.


Fonte: Indiewire

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Filme sobre Roberto I, Rei da Escócia da Netflix vai abrir Festival de Filmes de Toronto

Depois de pular Cannes, a Netflix já tem sete de seus filmes,
muito possíveis ganhadores de prêmios na temporada, incluidos no Festival Internacional de Filmes de Toronto (TIFF).

A première mundial de "Outlaw King", com Chris Pine fazendo o lendário rei escocês Roberto I ou Roberto de Bruce (https://pt.wikipedia.org/wiki/Roberto_I_da_Esc%C3%B3cia), foi escalado para abrir esse festival em 6 de setembro, de acordo com os organizadores.

O diretor do filme é David Mackenzie (diretor de "A Qualquer Custo"), que tem atores além de Chris Pine, Aaron Taylor-Johnson, Florence Pugh e Billy Howle. "Outlaw King" é cheio de cenas de batalha, quando o rei escocês lidera seu país para ser independente da Inglaterra. Será a primeira vez que um filme da Netflix abre o Festival de Toronto.

Após sair fora de Cannes, depois que o festival francês se recusou a exibir filmes na Netflix para entrar na competição, o serviço de streaming vai receber tratamento de gala para a exibição de "Hold the Dark", do diretor Jeremy Saulnier, estrelando Jeffrey Wright e Alexander Skarsgard e também do filme de Paul Greengrass "22 July", um filme de terror norueguês.

O festival de Toronto anunciou reservas para quatro filmes da Netflix: "Roma" de Alfonso Cuaron, "The Kindergarten Teacher" de Sara Colangelo, com Maggie Gyllenhaal, "The Land of Steady Habits", de Nicole Holofcener, com Connie Briton e o documentário "Quincy", sobre o músico ícone Quincy Jones, que foi dirigido por Rashida Jones, a filha de Quincy.

O TIFF informou também que fechará o festival dia 16 de setembro com as primeiras imagens de "Jeremiah Terminator LeRoy",estrelado por Kristen Stewart e Laura Dern, do diretor Justin Kelly. Também haverá apresentação do filme "Green Book", de Peter Farrelly, com Viggo Mortensen e Mahershala Ali.


Fonte: THR

Ron Perlman e Michael Pitt estão em filme independente 'Run With the Hunted'

Ron Perlman e Mark Boone Jr.
John Swab irá escrever e dirigir o filme que também terá William Forsythe e Mark Boone Jr, no elenco.

O filme "Run with the Hunted" conta a estória de um jovem que comete um assassinato nobre para salvar sua melhor amiga e é forçado a fugir de sua cidade natal e deixá-la para trás. Quinze anos depois, ele esqueceu o passado e se junta a uma gangue local. Quando sua melhor amiga então se muda para a cidade em busca de emprego e acaba arrumando um com um investigador particular, ela se depara com um caso de desaparecimento e se compromete a achar o garoto que salvou a sua vida.

"O elenco heterogêneo, que nós reunimos, cada um deles traz algo diferente para o filme, e estamos ansiosos em poder contar a estória com esse grupo de pessoas, que inclui atores novatos e veteranos," disse Swab, cujo primeiro filme foi com Marilyn Manson estrelando "Let Me Make You a Martyr.".  


Fonte: The Hollywood Reporter