domingo, 15 de janeiro de 2012

Mary Tyler Moore Show

No ano em que Mary Tyler Moore irá receber um prêmio do Screen Actors Guild Life Achievement (29/01/2012) em Los Angeles, vou fazer uma pequena homenagem a ela com sua pequena biografia e, dentro de mais alguns dias, vou colocar neste site, legendado por mim, o 1º episódio do famoso seriado Mary Tyler Moore Show, ums dos que marcou minha juventude e não é por menos que está na lista dos 50 melhores shows da TV de todos os tempos. Não posso deixar de agradecer o trabalho feito pelo blog do Ramaile para que eu pudesse colocar isto no site.

 Mary Tyler Moore
Mary Tyler Moore, 1,70m de altura, nasceu em Flatbush, Brooklyn,  em 29 de dezembro de 1936, embora a família dela tenha se mudado para Califórnia quando ela tinha oito anos.
Ela conseguiu alguns pequenos papéis na década de 50 onde tirava vantagem de suas belas pernas. Depois, foi escalada em uma das mais respeitadas comédias da história da TV, o Show de Dick Van Dyke (1961), onde Mary interpretava a charmosa esposa do astro, Dick Van Dyke. O show ficou famoso pelos diálogos inteligentes, ganhando vários Emmys.Neste tempo, ela se separou do primeiro marido e depois se casou com o homem da propaganda, e mais tarde executivo de rede de TV, Grant Tinker.
Depois do Show de Dick Van Dyke, Moore se concentrou mais em filmes entre o período do final do show até o começo de Mary Tyler Moore (1970), incluindo o filme Positivamente Millie (1967) e Mudança de Hábito (1969), junto com Elvis Presley.
Após tentar sua sorte em filmes, Moore decidiu voltar, um pouco relutante, para a TV, mas sob suas condições. O resultado foi Mary Tyler Moore, produzido pela MTM Enterprises, uma companhia que ela formou com Grant Tinker e que mais tarde produziu outros programas de TV.
Mary fazia o papel de Mary Richards, que se muda para a cidade de Saint Paul, no estado de Minneapolis, depois de um relacionamento fracassado. Mary acha um emprego na edição de notícias da WJM-TV, cujo programa de notícias é o de menor audiência na cidade e logo faz amizade com colegas e vizinhos. O show foi um sucesso de público e de crítica e ficou por vários anos imbatível no horário de sábado à noite na CBS.
Moore e Tinker estavam determinados desde o começo, a fazer um show com um estilo acima das comédias comuns. Em vez da profusão de piadas, o humor demorava mais para acontecer e ocorria pela interação entre os personagens em situações mais realistas. Foi também um dos primeiros retratos da mulher que é feliz e tem sucesso por conta própria, e não ser simplesmente a mulher dona de casa.
Moore terminou com o show em 1977, enquanto ainda estava no ponto alto, mas foi difícil para ela se livrar da amada personagem de Mary Richards.
Com o tempo, sua capacidade dramática foi reconhecida com o memorável trabalho de Gente como a Gente (1980), A Volta por Cima (1985), e na mini-série Lincoln (1988).
Mary também atuou na Broadway onde ganhou um Tony pelo seu desempenho em Whose Life is it Anyway? (De quem é esta vida afinal?)
Apesar da vida icônica, Mary teve vários problemas pessoais. Ambos seus filhos morreram antes dela, sua irmã Elizabeth morreu de overdose em 1978 e seu irmão de câncer, após tentativa de suicídio assistido, com Mary sendo a assistente. O filho Richie de Mary atirou em si próprio, no que foi oficialmente considerado como um acidente em 1980. Moore fora diagnosticada com diabete ,dependente de insulina, e teve problemas com alcoolismo nos meados da década de 70. Divorciou-se de Tinker em 1981 e está casada com Robert Levine desde 1983. A despeito de que nos créditos iniciais da série onde mostra Mary Tyler Moore jogando um pacote de carne no carrinho de compras, Moore é vegetariana e apoia os direitos dos animais.

Trivia
Grande ativista para os direitos dos animais.
Vegetariana.
Diagnosticada com diabete tipo 1 na idade de 33 anos.
Fundou a MTM Enterprises em 1969 com seu ex-marido Grant Tinker. Vendeu em 1990.
Apareceu na peça da Broadway “Sweet Sue” em 1988 com Lynn Redgrave  de um completo nu Barry Tubb.
Ganhou dois Tonys. Um em 1980 e outro em 1985.
Recebeu uma estrela na calçada da fama de Hollywood em 1992.
Sua irmã, Elizabeth, morreu em 1978 aos 21. Sua morte foi tida como suicídio devido a overdose.
Encontrou seu marido, Robert Levine, quando ela levou sua mãe para o hospital onde ele era médico.
Quebrou a rótula do joelho, quando tropeçou no seu cachorro adotado, Spanky, em 2008.
Seu irmão, John, morreu em 26/12/1991, em Los Angeles, com 47 anos.
Os cigarros Kent eram um dos patrocinadores do show Dick Van Dyke e em várias vezes eles levavam pacotes de cigarros para a equipe e atores. Durante uma entrevista com David Letterman, Mary confessou que não gostava da marca Kent e então ela pegava a sua parte e trocava no mercado para sua marca preferida.
Sua visão decaiu devido a diabete e teve que desistir de seus hobbies: balé e cavalgar.
Ela vai receber o prêmio  Screen Actors Guild Life Achievement em 29 de Janeiro de 2012 em Los Angeles.

Curiosidades sobre o Show

O show  foi originalmente planejado para ser sobre uma mulher divorcidada, mas devido ao fato que o divórcio ainda era um assunto polêmico em 1970, eles mudaram por um relacionamento rompido. E também, a rede de TV tinha receio de que as pessoas iriam pensar que Mary teria se divorciado de Rob Petrie, seu marido no show The Dick Van Dyke, podendo arricar perder a simpatia do público.

A primeira estrofe da canção-tema foi reescrita após a primeira temporada.

A casa de Mary, que aparece nos créditos de abertura, ainda existe em Minneapolis, Minnesota – a cidade na qual o show acontece.

Gavin MacLeod foi quem primeiro fez o teste para o papel de Lou Grant. Edward Asner fez um péssimo teste e insistiu que tivesse uma outra chance.

Depois que saiu da equipe de notícias do WJM, Gordy (papel desempenhado por John Amos) o homem do tempo tornou-se um dono de um talk show de sucesso.

Depois do fim da série, Edward Asner continuou o papel de Lou Grant em uma longa série dramática do mesmo nome.

WJM é a sigla para “Wild” (Selvagem) Jack Monroe. O dono da estação.

Moore usou uma peruca para a primeira temporada, para fazer ela aparecer menos como a Laura Petrie do seu papel em Dick Van Dike. Quando ela deixou de usar, a mudança no estilo do cabelo e uma cor mais clara nunca foi comentada no próprio show.

O dois corredores que passam por Mary no parque durante a sequência de abertura eram os produtores James Brooks e Allan Burns. Também na sequência, o homem de cabelos grisalhos com quem Mary almoça e mais tarde visto andando com ele era o então marido de Mary, Grant Tinker. A mulher que bronqueia com Mary, depois que ela joga o chapéu, era uma residente local, Hazel Frederik.

A gatinha que mia no final dos créditos é uma paródia do leão da MGM. O nome da gatinha era Mimsey, adotada de um abrigo local.Na verdade, a gatinha estava bocejando e como o fotógrafo não conseguiu a cena certa, deixou assim, dublando apenas o som.

Foi oferecido a Jack Cassidy o papel de Ted Baxter. Ele não quis, dizendo que não queria ser coadjuvante de uma mulher. Cassidy depois foi convidado para ser o papel do irmão de Ted.

Muitas vezes, pode-se ouvir o produtor  James L. Brooks rindo no público do estúdio. Ele tinha uma risada distinta como  "hahhh hahhh hahh".

O show foi votado no Guia da TV (TV Guide) na lista dos 50 maiores programas da TV de todos os tempos.
Fonte: IMDB (2012)

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