segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Vencedores do 71º EMMY de 2019





Lista completa dos vencedores do 71º Emmy

ocorrido neste domingo, 22 de setembro de 2019 em Los 

Angeles:



SÉRIE DRAMÁTICA

Game Of Thrones (HBO)


SÉRIE DE COMÉDIA

Fleabag (Amazon Studios)


ATRIZ EM SÉRIE DRAMÁTICA

Jodie Comer (Killing Eve)


DIREÇÃO POR SÉRIE DRAMÁTICA

Jason Bateman (Ozark)


ATOR POR SÉRIE DRAMÁTICA

Billy Porter (Pose)


ATRIZ POR SÉRIE DRAMÁTICA

Julia Garner (Ozark)


ROTEIRO POR SÉRIE DRAMÁTICA

Jesse Armstrong (Sucession)


ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMÁTICA

Peter Dinklage (Game of Thrones)


TALK SHOW DE VARIEDADES

Last Week Tonight com John Oliver



DIREÇÃO EM SÉRIE DE VARIEDADES

Don Roy King, (Saturday Night Live)


SÉRIE DE VARIEDADES

Saturday Night Live (NBC)


ROTEIRO POR SÉRIE DE VARIEDADES

Last Week Tonight com John Oliver


MINISSÉRIE

Chernobyl (HBO)


ATRIZ EM MINISSÉRIE OU FILME

Michelle Williams em (Fosse/Verdon)


FILME PARA TV

Bandersnatch (Black Mirror)


ATOR PRINCIPAL EM MINISSÉRIE OU FILME

Jharrel Jerome (Olhos que Condenam)


ROTEIRO PARA MINISSÉRIE OU FILME

Craig Mazin (Chernobyl)


ATOR COADJUVANTE EM MINISSÉRIE OU FILME

Ben Whishaw (A Very English Scandal)


DIREÇÃO POR MINISSÉRIE OU FILME

Johan Renck (Chernobyl)


ATRIZ COADJUVANTE EM MINISSÉRIE

Patricia Arquette (The Act)


PROGRAMA DE COMPETIÇÃO

RuPaul Drag Race


ATRIZ PRINCIPAL EM SÉRIE DE COMÉDIDA

Phoebe Waller-Bridge (Fleabag)


ATOR PRINCIPAL EM SÉRIE DE COMÉDIA

Bill Hader ( Barry)


DIREÇÃO EM SÉRIE DE COMÉDIA

Harry Bradbeer (Barry)


ROTEIRO EM SÉRIE DE COMÉDIA

Phoebe Waller-Bridge (Fleabag)


ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA

Alex Borstein (A Maravilhosa Sra. Maisel)


ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA

Tony Shalhoub (A Maravilhosa Sra. Maisel)


sábado, 7 de setembro de 2019

"The Crown", Temporada 3 - Não façam os olhos castanhos dela parecerem azuis.

Os olhos escuros da atriz Olivia Colman tiveram que receber um par de lentes de contato azuis, para a próxima temporada de “The Crown”, a fim de que parecessem com os de Claire Foy, das duas últimas temporadas, mas os maquiadores da série abandonaram a ideia, porque faria Colman parecer estar atuando atrás de uma máscara, de acordo com o jornal The Guardian.

“Foi como se tivéssemos tirado toda a habilidade dela de atuar e colocada em um cofre e trancada,”, disse o diretor Ben Caron sobre as lentes. Em vez delas, rompendo com a continuidade, os olhos de Olivia permaneceram na cor normal – castanhos – para as temporadas 3 e 4, com estreias em 2019 e 2020. Note-se que a cor dos olhos da rainha verdadeira são azuis, como os de Claire Foy.

Recolorir os olhos de Colman em pós-produção também foi vetado. “Não pareciam como os dela. Os efeitos especiais, de certa forma, diminuia o que ela estava fazendo,” disse Caron, que dirigiu os primeiros quatro episódios temporada 3, que estreia em Novembro na Netflix.

A jornalista do The Guardian, Charlotte Higgins, passou meses nos bastidores da série, que irá cobrir os anos 60 e 70. Embora o roteirista, Peter Morgan, esperava contar a boa relação entre a rainha e o primeiro ministro Harold Wilson, a produtora Suzanne Mackie disse a Higgins que “o que ele acabou aparecendo, na verdade, é sobre o príncipe Charles, parcialmente porque Josh O’Connor, o ator que o interpreta, está muito bem.” As orelhas proeminentes de O’Connor certamente ajudaram.

Caron também disse que “The Crown” não é apenas para relatar sobre os fatos da monarquia, mas também é um drama sobre as relações humanas. Ele comparou a série com uma outra famosa, que mostra uma família problemática.

“Eu não acho que a Máfia seja uma boa coisa, assim como muitas pessoas pensam o mesmo. Mas muitos assistiam “Os Sopranos” porque elas ficam fascinadas por Tony Soprano e suas relações familiares e porque os compromissos na estória eram fortes,” disse Caron para o The Guardian.


Fonte: Variety





quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Padre Brown - Filme de 1954 com Alec Guiness

Padre Brown é um personagem criado nos livros do escritor G. K. Chesterton.

Certamente, Alec Guiness permanece insuperável como o melhor Padre Brown, mesmo com as séries de TV de 1974 com Kenneth More e depois com Mark Williams em 2013.

Aqui no filme estrelado por Alec Guiness, há a presença do grande ator britânico Peter Finch.

Este blog cuidou da tradução das legendas, embora parte da legenda em inglês estivesse com pequenos problemas.

Guiness iria brilhar depois em grandes filmes, como Lawrence da Arábia (como Rei Faisal) e Guerra nas Estrelas (como Obi Wan), entre tantos outros.

Boa diversão!


https://youtu.be/4ZSsy3DCcL8

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Eddie Redmayne e Felicity Jones juntos novamente em "The Aeronauts"

Eddie Redmayne e Felicity Jones voltam a atuar juntos depois de "A Teoria de Tudo", filme de 2014, sobre o físico Stephen Hawking.

Agora estão em "The Aeronauts", do diretor Tom Harper, o mesmo que fez a minissérie de seis partes "Guerra e Paz", de 2016. 

Teve boa recepção inicial dos críticos.

Veja trailer abaixo.


 

domingo, 1 de setembro de 2019

Inspetor Maigret -Série com Michal Gambon, Temporada 1, Episódio 1

Michael Gambom protagoniza o inspetor Maigret, baseado em livros de Georges Simenon.

Michael assume o papel de Richard Harris, que fez o inspetor 4  anos antes. Gambon e Harris, mais tarde, iriam compartilhar um outro papel: o de Albus Dumbledore nos filmes de Harry Potter.

A série tem 12 episódios em duas temporadas, de 1992 a 1993.

Som original em inglês, com legendas em português traduzidos por este blog.

Bom divertimento.



2º Episódio da 1ª Temporada de Noviça Voadora

Este é o segundo episódio da 1ª temporada de Noviça Voadora com Sally Fields.

A série durou 82 episódios em 3 temporadas, de 1967 a 1970.

Com certeza, foi aí que o talento de Sallyt começou a despontar, que a levou mais tarde a ser um super estrela.



Noviça Voadora - Temporada 1 - Episódio 1 Piloto

Quem com mais de 40 anos não curtia a Sally Fields como A Noviça Voadora?

Este é o primeiro episódio, o piloto e um pouco mais longo que os seguinte.

Este episódio também já postei no Youtube




quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Lista Completa dos Indicados ao 76º Globo de Ouro


Dia 6 de janeiro de 2019, às 23h00 no Brasil, ocorre a cerimônia do 76º Globo de Ouro, que será apresentado pela dupla Sandra Oh e Andy Samberg.

Abaixo a lista completa dos indicados. Quando o título em Português é diferente do original em Inglês, a tradução está ao lado.


Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para TV
Amy Adams (“Sharp Objects”) ‘Objetos Cortantes’
Patricia Arquette (“Escape at Dannemora”)
Connie Britton (“Dirty John”)
Laura Dern (“The Tale”) ‘O Conto’
Regina King (“Seven Seconds”)


Melhor Série de TV em Comédia ou Musical
“Barry” (HBO)
“The Good Place” (NBC) ‘O Bom Lugar’
“Kidding” (Showtime)
“The Kominsky Method” (Netflix) ‘O Método Kominsky’
“The Marvelous Mrs. Maisel” (Amazon) ‘A Maravilhosa Sra. Maisel’

Melhor Filme em Língua Estrangeira
“Capernaum” ‘Cafarnaum’ - Líbano
“Girl” – Holanda/Bélgica
“Never Look Away” – Alemanha/Itália
“Roma” - México
“Shoplifters” ‘Assunto de Família’ – Japão

Melhor Ator em Minissérie ou Filme feito para TV
Antonio Banderas
Daniel Bruhl
Darren Criss
Benedict Cumberbatch
Hugh Grant

Melhor Atriz Coadjuvante para Série, Minissérie ou Filme para TV
Alex Bornstein (The Marvelous Mrs. Maisel)
Patricia Clarkson (Sharp Objects)
Penelope Cruz (The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story) ‘O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story’
Thandie Newton (Westworld)
Yvonne Strahovski (The Handmaid’s Tale) ‘O Conto da Aia’

Melhor Trilha Sonora - Filme
Marco Beltrami (“A Quiet Place”) ‘Um Lugar Silencioso’
Alexandre Desplat (“Isle of Dogs”) ‘Ilha de Cachorros’
Ludwig Göransson (“Black Panther”) ‘Pantera Negra’
Justin Hurwitz (“First Man”) “O Primeiro Homem’
Marc Shaiman (“Mary Poppins Returns”) ‘O Retorno de Mary Poppins’

Melhor Minissérie ou Filme para TV
“The Alienist” (TNT)
“The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” (FX)
“Escape at Dannemora” (Showtime)
“Sharp Objects” (HBO)
“A Very English Scandal” (Amazon)

Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme para TV
Alan Arkin
Kieran Culkin
Edgar Ramirez
Ben Whishaw
Henry Winkler

Melhor Roteiro - Filme
Alfonso Cuaron (“Roma”)
Deborah Davis and Tony McNamara (“The Favourite”) ‘A Favorita’
Barry Jenkins (“If Beale Street Could Talk”) ‘Se a Rua Beale falasse’
Adam McKay (“Vice”)
Peter Farrelly, Nick Vallelonga, Brian Currie (“Green Book”) ‘Green Book: O Guia’

Melhor Atriz em Série de TV – Musical ou Comédia
Kristen Bell
Candice Bergen
Alison Brie
Rachel Brosnahan
Debra Messing

Melhor Ator em Série de TV – Musical ou Comédia
Sasha Baron Cohen (Who Is America?)
Jim Carrey (Kidding)
Michael Douglas (The Kominsky Method)
Donald Glover (Atlanta)
Bill Hader (#Barry)

Melhor Filme de Animação
“Incredibles 2” ‘Os Incríveis 2’
“Isle of Dogs”
“Mirai” ‘Mirai no Mirai’
“Ralph Breaks the Internet” ‘Wifi Ralph: Quebrando a Internet’
“Spider-Man: Into the Spider-Verse” ‘Homem Aranha no AranhaVerso’

Melhor Atriz em Série de TV – Drama
Caitriona Balfe (“Outlander”)
Elisabeth Moss (“Handmaid’s Tale”)
Sandra Oh (“Killing Eve”)
Julia Roberts (“Homecoming”)
Keri Russell (“The Americans”)

Melhor Ator em Filme – Musical ou Comédia
Christian Bale (“Vice”)
Lin-Manuel Miranda (“Mary Poppins Returns”)
Viggo Mortensen (“Green Book”)
Robert Redford (“The Old Man & the Gun”)
John C. Reilly (“Stan & Ollie”)

Melhor Diretor - Filme
Bradley Cooper (“A Star Is Born”) ‘Nasce uma Estrela’
Alfonso Cuaron (“Roma”)
Peter Farrelly (“Green Book”)
Spike Lee (“BlacKkKlansman”) ‘Infiltrado na Klan’
Adam McKay (“Vice”)
]
Melhor Roteiro - Filme
Alfonso Cuaron (“Roma”)
Deborah Davis and Tony McNamara (“The Favourite”)
Barry Jenkins (“If Beale Street Could Talk”)
Adam McKay (“Vice”)
Peter Farrelly, Nick Vallelonga, Brian Currie (“Green Book”)

Melhor Trilha Sonora – Filme
Marco Beltrami (“A Quiet Place”)
Alexandre Desplat (“Isle of Dogs”)
Ludwig Göransson (“Black Panther”)
Justin Hurwitz (“First Man”)
Marc Shaiman (“Mary Poppins Returns”)

Melhor Canção Original - Filme
“All the Stars” (“Black Panther”)
“Girl in the Movies” (“Dumplin’”)
“Requiem For a Private War” (“A Private War”)
“Revelation’ (“Boy Erased”) ‘Boy Erased: Uma Verdade Anulada’
“Shallow” (“A Star Is Born”)

Melhor Série de TV - Drama
“The Americans”
“Bodyguard” ‘Segurança em Jogo’
“Homecoming”
“Killing Eve”
“Pose”

 Best Performance by an Actor in a Television Series – Drama
Jason Bateman (“Ozark”)
Stephan James (“Homecoming”)
Richard Madden (“Bodyguard”)
Billy Porter (“Pose”)
Matthew Rhys (“The Americans”)

Best Television Series – Musical or Comedy
“Barry” (HBO)
“The Good Place” (NBC)
“Kidding” (Showtime)
“The Kominsky Method” (Netflix)
“The Marvelous Mrs. Maisel” (Amazon)

Best Performance by an Actress in a Television Series – Musical or Comedy
Kristen Bell (“The Good Place”)
Candice Bergen (“Murphy Brown”)
Alison Brie (“Glow”)
Rachel Brosnahan (“The Marvelous Mrs. Maisel”)
Debra Messing (“Will & Grace”)

Best Performance by an Actor in a Television Series – Musical or Comedy
Sasha Baron Cohen (“Who Is America?”)
Jim Carrey (“Kidding”)
Michael Douglas (“The Kominsky Method”)
Donald Glover (“Atlanta”)
Bill Hader (“Barry”)

Best Television Limited Series or Motion Picture Made for Television
“The Alienist” (TNT)
“The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” (FX)
“Escape at Dannemora” (Showtime)
“Sharp Objects” (HBO)
“A Very English Scandal” (Amazon)

Melhor Filme – Drama
Black Panther
BlacKkKlansman
Bohemian Rhapsody
If Beale Street Could Talk
A Star Is Born

Melhor Filme – Musical ou Comédia
Crazy Rich Asians ‘Podres de Ricos’
The Favourite ‘A Favorita’
Green Book
Mary Poppins Returns
Vice


Melhor Atriz em Filme - Drama
Glenn Close, The Wife  ‘A Esposa
Lady Gaga, A Star Is Born
Nicole Kidman, Destroyer  ‘O Peso do Passado’
Melissa McCarthy, Can You Ever Forgive Me?  ‘Poderia me Perdoar’
Rosamund Pike, A Private War

Melhor Ator em Filme – Drama
Willem Dafoe, At Eternity’s Gate  ‘No Portal da Eternidade’
Lucas Hedges, Boy Erased
Rami Malek, Bohemian Rhapsody
John David Washington, BlacKkKlansman

Melhor Atriz em Filme – Musical ou Comédia
Emily Blunt, Mary Poppins Returns
Olivia Colman, The Favourite
Elsie Fisher, Eighth Grade ‘Oitava Série’
Charlize Theron, Tully
Constance Wu, Crazy Rich Asians

Melhor Ator em Filme – Musical ou Comédia
Christian Bale, Vice
Lin-Manuel Miranda, Mary Poppins Returns
Viggo Mortensen, Green Book
Robert Redford, The Old Man & The Gun
John C. Reilly, Stan & Ollie

Melhor Atriz Coadjuvante em Filme
Amy Adams, Vice
Claire Foy, First Man
Regina King, If Beale Street Could Talk
Emma Stone, The Favourite
Rachel Weisz, The Favourite

Melhor Ator Coadjuvante em Filme
Mahershala Ali, Green Book
Timothee Chalamet, Beautiful Boy  ‘Querido Menino’
Richard E. Grant, Can You Ever Forgive Me?
Sam Rockwell, Vice
Adam Driver, BlacKkKlansman

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Filme de Weinstein "Boys in the Boat" será produzido pela MGM

A Metro-Goldwyn-Mayer (MGM) se juntou à Lantern Entertainment para adaptar, financiar, produzir e distribuir filme sobre remo "Boys in the Boat."

Será o primeiro filme a ser feito pela Lantern, que comprou a produtora Weinstein Co. em Julho por US$289 milhões e está procurando reviver o estúdio, que foi levado à falência pelos escândalos do seu produtor Harvey Weinstein. 

Weinstein havia comprado os direitos para adaptação do livro "The Boys in the Boat", do escritor Daniel James Brown, que conta sobre remadores americanos, ganhadores da medalha de ouro na Olimpíada de Berlim em 1936. Kenneth Branagh era cotado para dirigir, mas o desenvolvimento do projeto, na época,  não teve prosseguimento.

O livro "The Boys in the Boat", que fala sobre a busca épica de nove americanos para conseguir a medalha de ouro em remo na Berlim nazista de 1936, foi publicado em 2013.

O filme vai focalizar a história de um time desacreditado de remo da Universidade de Washington, que derrotou grandes times de Harvard e Yale em seu caminho para chegar a uma medalha de ouro contra o time alemão, na Olimpíada de 1936.

Com um time composto de filhos de lenhadores, trabalhadores de cais e fazendeiros, uma equipe de remadores de oito rapazes da Universidade de Washington nunca teria chances de ganhar dos times da elite da Costa Leste Americana e da Grã-Bretanha. E não é que acabam conseguindo, derrotando a grande equipe alemã que remava por Adolf Hitler. O protagonista do livro é Joe Rantz, um adolescente sem família, que rema não apenas para retomar seu auto-respeito, mas também para encontrar um lugar real para ele no mundo. Se baseando nos próprios diários dos garotos, Brown criou um retrato inesquecível de uma era, um celebração de um grande feito e uma narrativa de uma busca pessoal de um jovem extraordinário.

"Não poderíamos estar mais honrados e animados na parceria com os produtores da Lantern para essa história inspiradora, que foi narrada por Daniel Brown," disse Jonathan Glickman, presidente da MGM. "Os temas a serem tratados, a caracterização e a época merecem que a história seja contada no cinema e ficamos honrados em poder levá-la para o público mundial."

A MGM vai cuidar da distribuição mundial.

"Estamos orgulhos na parceria com a MGM e seu talentoso time de executivos, para levar essa emocionante história ao cinema," disseram Andy Mitchell e Milos Brajovic, co-presidentes da Lantern.


Fonte: Variety.

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Entrevista do Roteirista Josh Singer, de “First Man” (O Primeiro Homem)



Josh Singer
O diretor Damien Chazelle, de filmes como “Whiplash: Em Busca da Perfeição” e “La La Land: Cantando Estações”, e Ryan Gosling, de “Blade Runner 2049” entre outros filmes, estão juntos de volta depois do estrondoso e premiado sucesso do musical “La La Land” para fazer agora um filme biográfico baseado no livro de James Hansen, “First Man: A Life of Neil A. Armstrong”. O livro foi adaptado pelo vencedor do Oscar por “Spotlight – Segredos Revelados”, o roteirista Josh Singer, que apesar do nome é escritor.

O filme tem ainda um grande elenco, que inclui Claire Foy como Janet Shearon, a primeira esposa de Neil, Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) como eEd White , Shea Wigham (“Kong: a Ilha da Caveira”) como Gus Grisson, Brian d’Arcy James (“13 Reasons Why”) como Joseph A. Walker, e Pablo Schreiber (“American Gods”) como Jim Lovell.

O filme vai estrear dia 18 de outubro no Brasil.

Abaixo a entrevista com Josh Singer, que ele fez para o site ComingSoon.net (CS):

CS: O que está achando da recepção do filme, até agora?
Josh Singer: Estou muito orgulhoso do trabalho  e do trabalho feito por Damien Chazelle, assim como o desempenho dos atores principais, Ryan Gosling e Claire Foy. Acho que o filme não é apenas fantástico, mas é um daqueles que em uma segunda, terceira e quarta vez assistindo, vocês verão muitas facetas e detalhes, que é algo que me fez ficar muito orgulhoso de ter participado.

Gosling e Claire Foy
CS: A Claire, como a esposa de Neil, tem um papel crucial no filme, porque o próprio Neil é tão reservado que, muitas vezes, você acha que ela está refletindo e sendo a porta voz de tudo que ele vai sofrer emocionalmente.  Poderia falar um pouco sobre ela ser um condutor emocional para ele, assim como pela própria experiência dela?
Singer: Sim, não, foi um grande desafio para nós. O Neil tem uma personalidade emocionalmente fechada, assim tivemos que  manter isso para ser verdadeiro com a realidade. Você está trabalhando com um escopo muito limitado em termos de alcance emocional e, enquanto Ryan fez tanto com tão pouco, há ainda o desafio de que você não verá explosões emocionais nesse indivíduo. Não era o tipo dele. Eu sabia que teríamos que ser limitados, certo? Eu também sabia que Ryan iria demonstrar isso como ator, mas eu sabia que seria algo limitado, contido em termos desse alcance emocional que poderíamos dar a Neil. E a resposta para esse desafio era justamente a Janet. Ela está um pouco contida também em termos do papel dela, mas não precisávamos ser tão contidos, porque Janet tinha personalidade forte e porque eu acredito que o papel da esposa de um astronauta era estar com ele 100%, segurando as pontas e estar sob o olhar do público. Eu acho que Janet manejou tudo isso com maestria e realmente poderia ser um amparo emocional para nós. Ficamos emocionados de poder ter Claire Foy para fazer o papel, porque ela é alguém que, como Ryan, pode fazer muito com tão pouco, não é? Os olhos dela são expressivos. Um dos meus momentos favoritos é quando Neil bate a porta com força, quando ele está conversando depois da Gemini 8 e isto é uma história real. Ele estava muito chateado com a Gemini 8. É quando ele bate a porta e há uma ação onde Claire reage à porta sendo batida e depois de um segundo, ela diz, “Sim, está tudo bem.” Para mim e de alguma forma nesse momento, ela resume muito sobre o que era o papel da esposa de um astronauta. E assim, ele faz uma daquelas coisas que você escreve e espera que os atores possam transmitir muito sem diálogo, com ações, com olhares. Eu acho que os dois fizeram um grande trabalho, mas não há dúvida que reconhecemos a ideia de que Janet seria o amparo, a âncora de apoio para o filme, por causa de todas as limitações com o personagem de Neil.

CS: Um pequeno e importante detalhe emocional para Neil é através do bracelete de Karen. Isso foi uma invenção ou algo que acharam nas pesquisas?
Chazelle, Gosling, Corey Stoll e Luke Haas
Singer: É uma conjectura, mas não é minha. Jim Hansen, escritor do livro, que passou 50 horas entrevistando Neil e vários anos trabalhando com ele, ele chegou ao final da sua pesquisa e essencialmente chegou à conclusão de que ele pensou que Neil pudesse ter deixado algo na superfície da Lua. E olha, isso não é incomum. Charlie Duke (astronauta da Apollo 16, que também pisou na Lua) deixou uma foto da sua família na Lua. Assim, a ideia de deixar uma lembrança na Lua era comum. Jim achou que talvez Neil tenha feito isso. Ele perguntou a Neil sobre a lista de objetos de seu kit pessoal, onde ele poderia ter colocado algo lá dentro e Neil disse que havia perdido ele, algo que seria muito atípico de Neil. Então, Jim foi até a irmã de Neil, June Hoffman, que conhecia Neil tão bem quanto quase qualquer pessoa no mundo e perguntou, “Você acha que Neil possa ter deixado algo de Janet na superfície da Lua?”. E June respondeu: “Oh, eu espero muito que sim.” Assim, nós escolhemos focar nesse momento. E a propósito, no momento em que Neil passeia na superfície lunar, há uma passagem em que ele não é filmado propositadamente para evidenciar esse caso. Não era algo que constava da lista de coisas a fazer na missão. Ele tinha uma tonelada de coisas a fazer durante o tempo na Lua, pegar amostras de rochas, fazer experiências e o contato com o presidente Nixon. Havia muita coisa que estava planejada. Aquilo não era planejado, o momento em que ele vagueia por uma cratera a oeste. Ninguém realmente fez ideia o que ele estava pensando fazer  ou o que ele fez. A conjectura de Jim era que talvez ele tenha deixado algo lá. Eu pensei, bem, se é bastante bom para o Jim e é bom para a June, então seria também bom para mim.

CS: Talvez oito ou nove anos atrás, eu tive a chance de entrevistar vários astronautas da Apollo para um documentário. Tinha o Buzz, o Michael Collins, todos eles estavam lá. Em certo ponto, Buzz indicou o dedo para meu aparelho celular, que eu tinha na época e ele disse, “Há mais tecnologia nesse telefone do que havia no módulo lunar.”  Poderia falar um pouco sobre isso, porque o filme retrata com fidelidade como os equipamentos eram tão simples e não super sofisticados como todo mundo pensava?
Singer: Sim, claro. Nós estávamos muito conscientes disso desde o começo. Era uma das coisas que ele tinha dito, que era dar um senso de como eram desafiadores e assustadores aqueles voos, como eram claustrofóbicos. Eu acho que uma das coisas que as pessoas observarão é como quase todo o filme é filmado com muitos close-ups. É muito claustrofóbico de propósito, até que você chegue à Lua. Nós tentamos passar essa ideia de claustrofobia, tanto na cabine, como o sentimento da morte onipresente em cada etapa. Eu acho que a claustrofobia é crítica, mas também há tão pouco espaço que te separa dos elementos da estrutura. Ela não era feita do material mais forte que existia. E é com baixa tecnologia, ou melhor, com a tecnologia que havia na época. Com isso dito, eles realmente tinham computadores. Esses computadores apenas estavam no chão em vez de estarem também no módulo, certo? Eu acho que tem sido um pouco de mito de como as coisas eram fáceis. Nós realmente queríamos quebrar esse mito e mostrar o desafio, porque eu acho que, em algumas maneiras, isso é muito mais inspirador do que você percebe, “Ah, sim, essas coisas estavam dentro do nosso alcance. Só tivemos que  nos sacrificar bastante.” Com o oposto a, “Não, não, eles foram super heróis e tiveram aquela coragem especial que os capacitaram para ir até lá.”

CS: No filme “Trovão Tropical”, uma das piadas era aquela em que o personagem de Robert Downey Jr. tinha interpretado Neil Armstrong. Esse personagem era um ator que queria ganhar o Oscar e ele havia ganhado todas as premiações. Como uma pessoa, que não roteirizou apenas este filme, mas vários filmes biográficos – alguns deles que ganharam o Oscar – como você foca em contar a história da maneira que precisa ser contado, oposto a contar um história que é mais atraente para a temporada de premiações?
Singer: Isso é engraçado. Eu não sei o que é ser atraente para a temporada de premiações. Pode se argumentar que fazer a história de um grande homem nos dias de hoje não seja tão atraente para a temporada de prêmios. Mas eu me sinto atraído pela história de Neil Armstrong, porque ele não é necessariamente um grande personagem da história, ele é mais um homem que se sacrifica enormemente a fim de conseguir um objetivo. Me sinto atraído por histórias que nos dizem coisas que ainda não sabemos. Como, é claro, nós sabemos que ele foi até a Lua, mas eu não creio realmente que sabemos como ele chegou à Lua. Eu acho que é uma história realmente interessante da mesma maneira como sabemos que o escândalo da Igreja Católica foi exposto pelo jornal “The Boston Globe” em 2002 (fato relatado no filme “Spotlight: Segredos Revelados”. Como eles chegaram a essa história, o fato de que eram quatro jornalistas católicos, que realmente fizeram a reportagem, baseada na sugestão de um editor-chefe judeu, isso para mim é fascinante. Eu acredito que sou profundamente um historiador amador na verdade. Eu estou menos interessado em prêmios e mais interessado em ideias provocadoras  sobre onde nós estamos. Assim, por que essa história é relevante ainda hoje? De novo, como eu disse, eu acho que pelo fato que você precisa se sacrificar para conseguir algo, isso é ser o que você vai fazer pelo seu país, não o que o país vai fazer por você. Para mim, são aprendizados que ressoam dentro de mim. O fato que ele é um líder que não estava tagarelando seu feito, não era sobre palavras e sim por ações, isso é algo que está em falta ultimamente. Se é para ser um filme de ganhar prêmios, que seja.



Fonte: ComingSoon.net



segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Mel Gibson deve dirigir nova versão do clássico western "Meu Ódio Será Sua Herança"

De acordo com o site Deadline, Mel Gibson deve dirigir "Meu Ódio Será Sua Herança", uma nova versão do clássico do mesmo nome de 1969, dirigido po Sam Peckinpah, um dos maiores westerns de todos tempos. Peckinpah era um besta e um bestial. Um maluco, mas também um gênio.

No filme original, um grupo de foras da lei, já envelhecidos, procuram por um último e final grande golpe para poderem se aposentar, vendo que o tradicional oeste americano já estava desaparecendo ao redor deles e a área industrial está começando a dominar.

Eles são perseguidos por um grupo de homens, liderados por um antigo parceiro e que eles enganaram, feito por Robert Ryan. Peckinpah escreveu o roteiro com Walon Green. Nesse clássico de 1969, havia elenco de veteranos, como William Holden, Ernest Borgnine, Robert Ryan, Edmond O'Brien, Warren Oates e Ben Johnson. Warren fazia parte da trupe de Peckinpah, assim como Ben Johnson na trupe de John Ford.

Na época, o filme foi considerado muito violento, mas depois acabou sendo considerado um obra-prima estilística. A Warner tentou várias vezes fazer um 'remake', mas agora parece estar em boas mãos com Gibson. Ele ganhou Oscar de Melhor Filme por "Braveheart" (Coração Valente) e seu "Até o Último Homem" foi indicado como Melhor Filme. Gibson é considerado uma dos melhores diretores de filme de ação atualmente.

Gibson ainda está na pré-produção de "Destroyer", um drama de ação sobre a 2ª Guerra, que ele vai dirigir e que será estrelado por Mark Wahlberg, baseado em livro de John Vukovitz. O filme está em fase final de financiamento, mas Gibson já está vendo locais para externas na Austrália, onde a filmagem começará no começo de 2019.

Quem quiser saber mais sobre "Meu Ódio Será Sua Herança", veja a página excelente do site de Paulo Telles:

http://articlesfilmesantigosclub.blogspot.com/2017/11/meu-odio-sera-sua-heranca-1969-obra-de.html


Abaixo um trailer do filme original de Peckinpah.