sábado, 18 de fevereiro de 2017

Diretor de "Quando Luzes se Apagam" pode ser Diretor de "Shazam!"

David F. Sandberg está em negociações com o estúdio New Line para ser diretor de "Shazam!", o personagem da DC Comics.

Sandberg, é o cineasta sueco que está por trás do próximo "Annabelle 2" e que estreou com o filme "Quando as Luzes se Apagam" (Lights out), que no ano passado, arrecadou $148 milhões de dólares para um orçamento de custo de $4.9 milhões.

Shazam, originalmente chamado de Capitão Marvel, apareceu pela primeira vez em 1940 no nº 2 do gibi Whiz Comics. A estória era sobre o adolescente Billy Batson, que se torna o super-herói quando ele pronuncia a palavra mágica "Shazam!". O nome é um acrônimo para seis deuses e heróis da antiguidade, assim como tendo os seus atributos: a força de Áries, o poder de Zeus, a coragem de Aquiles e a rapidez de Mercúrio.

Há uma outra versão, que parece mais convincente (na Wikipedia), de que os poderes do Capitão Marvel são oriundos de seis heróis lendários, que lhe concedem tais características — sendo eles, Salomão (sabedoria), Hércules (vasta força física), Atlas (resistência, invulnerabilidade), Zeus (poderes mágicos), Aquiles (coragem) e Mércurio (velocidade, capacidade de voo).

Mês passado, apareceram notícias de que Dwayne Johnson (esse cara deve ter um ótimo agente, está em tudo), que há muito tempo estava ligado ao projeto de interpretar o vilão de Shazam, Black Adam (ou Adão Negro), pode estrelar em um "spinoff" com esse personagem. A versão de Johnson seria colocá-lo como um anti-herói e não um vilão, espelhando as inovações em recentes tiras da DC Comics, por Geoff Johns.

O filme "Adão Negro" está sendo desenvolvido ao mesmo tempo que "Shazam!", que tem um roteiro de Henry Gayden.

Veja um site interessante sobre os inimigos do Capitão Marvel aqui: http://blogcombopop.com.br/10-maiores-inimigos-do-shazam/

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Como é fazer a contagem de votos no Oscar

Martha Ruiz e Brian Cullinan, auditores da PriceWaterhouse Coopers
Chegando perto da cerimônia do Oscar em 26/02, o site da Academia de Cinema mostra como são os bastidores da contagem da votação dos premiados ao Oscar.

Brian Cullinan e Martha Ruiz são sócios da empresa de auditoria PriceWaterhouse Coopers (PWC).

Eles são as duas únicas pessoas que sabem quem são os ganhadores do Oscar, antes de todo mundo.

Segue aqui uma entrevista com eles:

Como alguém chega a um cargo de auditor de votação como esse:
BC (Brian Cullinan): Tanto a Martha como eu somos baseados em Los Angeles, mas esse não é o principal critério, necessariamente. Ambos trabalhamos bastante com empresas de entretenimento. Minha experiência profissional é na área de controles internos e o da Martha em impostos. Quando meu antecessor se aposentou, ele me perguntou se eu gostaria de assumir o seu posto, e é claro que eu disse sim. Este será meu 4ª ano consecutivo e a Martha entrou no time, como outra parceira, alguns anos atrás.

MR (Martha Ruiz): Antes de me tornar um dos auditores da votação, eu participei como assessora na equipe por alguns anos. Assim, eu já tinha alguma experiência no processo geral e tive a sorte de me pedirem para participar da chefia.

BC: Este vai ser o 89º Prêmio da Academia e o 83º da PriceWaterhouse fazendo o processo de contagem.Durante todo esse tempo, nós tivemos dois sócios que lideraram o processo a fim garantir redundância em tudo que fazemos.
Nesses 83 anos em que estamos participando, eu sou o 13º sócio a fazer e a Martha é a 14ª.
Nós temos muita continuidade; mantemos as equipes o máximo que podemos.

Como foi a sua primeira experiência no Oscar?
BC: Eu já sabia do papel da PWC no Oscar, antes de de começar a trabalhar para a empresa há 32 anos. É surreal andar pelo tapete vermelho carregando as maletas com os envelopes dos vencedores, dando entrevistas para a imprensa mundial e estar junto com grandes atores, atrizes, produtores e diretores .
É um dos trabalhos mais legais que um contador pode ter.

MR: No meu primeiro ano, só caiu a ficha para mim apenas ao final da cerimônia, porque eu estava concentrada em ter certeza de que eu seguira todos os protocolos de controle. Eu me lembro distintamente, depois do último envelope ser dado ao apresentador, foi como um flashback - "Nossa, aquilo foi demais, foi muito emocionante." Mas eu estava focada em cada minuto da apresentação da cerimônia.

Como é que na entrega do último envelope?
MR: Logo que o último prêmio é anunciado, Brian e eu nos encontramos no palco e combinamos para tomar algum drinque rapidamente no Governors Ball (o jantar depois do Oscar).

BC: Algumas pessoas nos perguntam se estamos aliviados depois que é entregue o último envelope e a cerimônia se encerra, sugerindo que não temos mais segredos para guardar.
Na realidade, há vários segredos que mantemos para sempre. Alguns deles são: quem ficou em segundo lugar? Foi perto a disputa? Não respondemos nunca a essas perguntas. Assim, não termina com o último envelope.

Como é feito o processo de contagem dos votos?
MR: O processo de contagem dos votos ainda é muito manual. Embora os membros tenham a opção de votar online, nós convertemos esse voto em papel para fazer a tabulação. Nós dividimos a contagem entre os membros da nossa equipe, para que ninguém tenha uma porcentagem significante do total. Brian e eu depois juntamos tudo, para que sejamos os únicos a saberem a contagem total para cada uma das categorias. Idealmente, gostamos de ter tudo pronto vários dias antes da cerimônia. O último dia é quando Brian e eu começamos a memorizar os ganhadores de cada categoria e começamos a perguntar um para o outro.
Nós temos que ter certeza de que não haja nenhum nome dos ganhadores escrito em qualquer lugar.
É com esse procedimento extra que nos certificamos que realmente está apenas na nossa memória até esse ponto e para ter certeza de que tudo está preciso.

BC: A cerimônia será no final de fevereiro neste ano. Vamos provavelmente começar o trabalho do Oscar do próximo ano agora em março. É praticamente um trabalho de um ano inteiro. Alguns meses são mais tranquilos do que os outros, mas vai se acumulando até a chegada da cerimônia.

Qual o seu papel durante a cerimônia?
BC: Os produtores decidem a ordem da premiação. Cada um de nós dois tem um conjunto completo dos premiados nas maletas. Eu tenho todos os 24 envelopes na minha maleta. A Martha a mesma coisa. Nós ficamos em posições opostas do palco, logo fora da tela, pela noite inteira e entregamos o envelope respectivo para o apresentador. Não parece ser muito complicado, mas você tem que ter certeza que está dando o envelope certo ao apresentador.

A PWC já está envolvida com os Oscar por décadas. O que mudou em todos esses anos? E o que permaneceu o mesmo?
BC: Eu posso dizer com certeza que a visão do nosso papel permanece o mesmo. Ser preciso e ser confidencial. Nós checamos dezenas de vezes, recontamos e fazemos duplas verificações. Nós temos a nossa equipe para fazer voltar duas ou três vezes para ter certeza, e depois Martha e eu revisamos e recontamos para ter certeza que não há diferenças entre o que temos e o que eles tinham. Até aqui, nunca houve um problema.

MR: Eu acho que a votação online foi uma mudança positiva, porque você certamente vê mais membros da Academia podendo votar corretamente, antes que a votação termine. O que permaneceu o mesmo: os protocolos, os procedimentos e o quanto fazemos para assegurar a confidencialidade e integridade do processo.

Vocês têm um momento favorito do Oscar?
BC: Alguns anos atrás, quando Neil Patrick Harris foi o apresentador da cerimônia, ele fez as suas previsões no início da apresentação, depois colocou em nossa maleta e iria revelar ao final. A maleta estava fechada com chave. Nos ensaios, os diretores me disseram que meu papel era segurar e chave e depois, ao final da cerimônia, logo depois do Oscar de Melhor Filme ser anunciado, eu entraria no palco e daria a chave ao Neil, sem dizer nada.
Mas, ao final, e antes de eu entrar no palco, uns dos diretores do show veio até mim e colocou um microfone na minha lapela e uma bateria no meu bolso.
Ele me disse que Neil tinha mudado de ideia antes da cerimônia e quando eu estivesse lá, ele iria me fazer algumas perguntas. É claro que eu não tinha ideia sobre o que ele iria me perguntar. Eu tive dois minutos para pensar nisso, mas no final acabou dando tudo certo.

MR; No meu primeiro ano, estávamos tirando algumas fotos no tapete vermelho e fomos bombardeados de fotos por John Legend, porque ele viu a nossa maleta e queria fazer parte da foto. Tivemos alguns desses momentos, que aconteciam de tempos em tempos.
Quando Brian e eu andamos pelo tapete, as pessoas sabem quem nós somos, simplesmente porque estamos levando as maletas.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Mahershala Ali fará filme "Triple Frontier" em fronteira Brasil, Argentina e Paraguai

O conhecido ator Mahershala Ali, de Moonlight: Sob a Luz do Luar, vai se juntar a Tom Hardy e Channing Tatum em filme chamado "Triple Frontier", ou Fronteira Tripla.

J. C. Chandor, de "Margin Call: O Dia Antes do Fim",  vai dirigir o filme, com um roteiro de Mark Boal (A Hora Mais Escura). O filme, de ação e aventura, vai ser focalizado na fronteira entre Argentina, Brasil e Paraguai.

Até o momento, é um ótimo elenco para o projeto.

O projeto, que já esteve em planos desde 2009, será produzido por Charles Roven e Alex Gartner da Atlas Entertainment junto com Mark Boal.

Ali tem tido um grande ano. Além do seu trabalho notável em Moonlight, ele também aparece em "Hidden Figures" (Estrelas Além do Tempo) com Taraji P. Henson e Octavia Spencer. Também apareceu nas séries da Netflix, Luke Cage e House of Cards.

Também estrelou Roxanne Roxanne, que foi lançado no Festival Sundance em Janeiro.

Atualmente, está filmando "Alita: Battle Angel" com o diretor Robert Rodriguez e a atriz Jennifer Connely.




Fonte: THR

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Fox encomenda piloto de série médica para TV, "The Beast"

A Fox acaba de encomendar, segundo o site Deadline.com, um piloto para uma série médica para um ex-produtor executivo da série ER (Plantão Médico), Neal Baer, que também pratica medicina pediátrica.
A série vai se chamar "The Beast", se não mudarem depois que o piloto for aprovado.

Lançar um drama médico é uma prioridade para a Fox nesta temporada e é o segundo piloto do mesmo gênero que ela solicita para a rede, juntando-se a "The Resident".

Escrita por veteranos como Baer e Dawn DeNoon de "Law & Order", "The Beast" vai lidar com episódios de vida e morte. Literalmente. Em cada semana, haverá três casos médicos desafiadores. No final, dois dos pacientes vão viver e um vai morrer. A série vai focalizar o médico deles - e seu medo clínico da morte - que nunca desiste de enfrentar os desafios.

Como é um piloto, resta saber se será aprovado pela Fox para ser uma série recorrente.


Tom Hanks vai roteirizar e estrelar em novo filme de guerra, "Greyhound"

A Sony Pictures está adquirindo direitos internacionais para o filme "Greyhound", um drama na 2ª Guerra Mundial, que Tom Hanks está roteirizando e também irá estrelar, sendo a direção ficará a cargo de Aaron Schneider (diretor de "Segredos de um Funeral", de 2009). 

O sócio de Tom Hanks na produtora Playtone, Gary Goetzman, vai produzir.

Hanks, depois ser esnobado nas indicações ao último Oscar pelo seu papel em "Sully", vai interpretar Comandante George Krause. Esse filme novamente o coloca no comando de um navio, depois de "Capitão Philips".

Mas desta vez, será uma missão diferente. Krause é um oficial de carreira, que finalmente recebe o comando de um destróier da Marinha. Krause além de lutar contra seus inimigos, também luta contra suas próprias dúvidas e demônios pessoais, para provar que ele merece estar ali.

O título vem do nome do navio de guerra.

Esse filme está sendo totalmente financiado pela FilmNation, com um orçamento de custos na faixa dos $30 milhões de dólares.

Hanks adaptou o roteiro do livro "The Good Shepherd", O Bom Pastor aqui no Brasil, um
romance de C. S. Forester, um autor famoso pelos livros do capitão Horatio Hornblower e também pelo livro "The African Queen", A Rainha Africana, que foi adaptado em 1951 por John Huston em um filme com Humphrey Bogart e Katherine Hepburn.

Os últimos detalhes da aquisição do filme pela Sony estão em fase final, mas a produção deve iniciar em Maio, dando à Sony um grande filme para seus calendário de lançamentos de 2018.


Fonte: Deadline

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

"Babylon Berlin" : Como essa série alemã pode mudar a TV na Europa


"Parece que estamos vivendo em um período de pré-guerra," diz Henk Handloegten, diretor desse ambicioso drama, mostrando como estava a situação conturbada da Alemanha, antes da 2ª Guerra Mundial.

O mundo está pronto para Babylon Berlin?

A série de TV alemã, um drama envolvendo um crime, situado na Berlin do pré-guerra, é muito ambiciosa. Com um orçamento de $45 milhões, co--escrita e dirigida por Tom Tykwer (diretor de "Corra, Lola, Corra" e "Perfume: a História de um Assassino"), Achim von Borries e Henk Handloegten, a série pode se declarar como a série mais cara (de língua não inglesa) já feita para a TV. Se ela der certo, pode mudar como a Europa faz TV hoje em dia.

"Isso nunca foi feito antes," disse o produtor Jan Mojto, cuja produtora é uma das que está financiando Babylon Berlin com a rede pública alemã ARD e a a privada TV Group Sky e que está vendendo a série para o mundo todo."É um novo modelo de se criar televisão...mas é apenas um modelo, porque coisas medíocres e comuns não têm chance nesse mercado."

Comum é algo que Babylon Berlin certamente não é. Baseada na série de livros do escritor alemão Volker Kutscher, é uma estória sobre um crime com toques de Raymont Chandler, sobre um detetive alemão, Gereon Rath (interpretado por Volker Bruch), que é enviado a Berlim para investigar uma rede de pornografia, comandada pela Máfia russa. Tudo isso com o pano de fundo da Alemanha em 1929, com todos os seus problemas sociais e políticos, que iriam levar mais tarde à subida de Hitler ao poder.

"O truque é tentar criar um ambiente em que as pessoas na época não sabiam o que iria acontecer," diz Tykwer. "Ninguém em 1929 poderia ter imaginado o que a Alemanha iria se tornar."

Os paralelos para o mundo atual - a crise financeira e a ascensão de Donald Trump, assim como a dos partidos de direita por toda a Europa - são óbvios, mas, de acordo com os diretores, não são propositais.

"Nós começamos a trabalhar nessa série em 2013 e desta data em diante, o mundo começou a ficar parecido com o final dos anos 20," afirma Handloegten. "Nós tínhamos o paralelo entre a crise da bolsa de 1929 e a crise de 2009. Houve a crise do Euro, o aumento no populismo, o anseio por soluções simples e de um homem forte para assumir o comando. O mundo parecia estar acompanhando os nossos roteiros."

A ascensão dos nazistas, a devastação da 2ª Guerra já foi bastante mostrada em filmes e na TV.  Pouco se viu do período anterior, quando a democracia, na forma da idealista e cheia de erros da República de Weimar, ainda estava recente na Alemanha e o país em meio a uma revolução social, política e cultural.

"Os anos 20 foram tempos loucos, a sociedade não era conservadora e cuidadosa, mas sim experimental," diz von Borries. "Berlim era uma capital internacional, cosmopolita, atraindo jovens e artistas de todo o mundo, muito de como é hoje. Eles todos caminhavam juntos nas ruas de Berlim: comunistas, nazistas, feministas e homossexuais."

Essa enorme mistura de coisas novas e experimentais é o pano de fundo para Babylon Berlin, que segundo Tykwer, utilizou os romances de Kutscher como um ponto de partida para explorar o mundo da Berlim dos anos 20.

Fazer uma série como essa na Alemanha - os diretores frequentemente trabalhavam com 2 ou 3 unidades em paralelo - teria sido impossível há alguns anos. Um dos produtores executivos admite que, quando ouviu o projeto pela primeira vez, ele sabia que seria grande demais para apenas um canal alemão ser responsável.

Eles sabiam que a visão que Tom Tykwer tinha para a série seria muito, muito cara. Não conseguiriam fazer sozinhos. O que fez possível, foi a união de vários parceiros.

Pela qualidade do diretor e pelo investimento feito, podemos esperar uma excelente série, mesmo que seja falada em alemão, algo que costuma afastar o público tradicional.



Fonte: THR


terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Jennifer Connely será uma vilã em um mangá para o cinema: "Alita: Battle Angel"

Christoph Waltz, Mahershala Ali e Ed Skrein estão outros possíveis atores do elenco.

"Alita: Battle Angel" é uma ambiciosa adaptação de James Cameron e Robert Rodriguez do popular mangá.

O filme está atualmente em produção no Texas com a atriz Rosa Salazar (foto ao lado), que fará o papel principal. Ela atuou em Maze Runner como Brenda.

Rodriguez deve dirigir, enquanto que Cameron e seu parceiro Jon Landay devem produzir o filme.Situado no século 26, o filme é sobre uma ciborg mulher (Salazar), que é descoberta em um depósito de sucatas por cientista. Sem a memória da sua vida anterior, exceto pelo seu treinamento em artes marciais, ela se torna uma caça-prêmios, em busca de criminosos. A estória de ação e aventura deve servir como pano de fundo para os temas da auto-descoberta e da busca do amor.

Jennifer Connely será uma das vilãs. Uau, e que linda vilã! 


A atriz, que ganhou um Oscar pelo sua atuação em no filme "Uma Menta Brilhante", de 2001, está atualmente filmando "Granite Mountain", junto com Jeff Bridges, que conta a história de bombeiros especialistas que pereceram, enquanto lutavam contra um enorme incêndio no Arizona.


Fonte: THR

Mortal Engines, novo filme de Peter Jackson

Hera Hilmar (foto ao lado) estará no elenco, como protagonista feminina, no filme "Mortal Engines", próximo filme de Peter Jackson como roteirista, baseado no livro do autor britânico Philip Reeve.

Os últimos trabalhos de Hilmar são "The Ottoman Lieutenant" e "The Oath" e esteve nas três temporadas da série Da Vinci´s Demons.

O filme "Mortal Engines" se situa em um mundo a milhares de anos no futuro. A Terra está desabitada e as suas cidades vagueiam pelo espaço em enormes mecanismos, devorando umas às outras em uma batalha sem fim, devido à falta de recursos disponíveis.
Em uma destas cidades, as Traction Cities, Tom Natsworthy se encontra com uma misteriosa jovem, que vai mudar o curso de sua vida para sempre.

Jackson e o co-autor Walsh estiveram envolvidos nesse projeto por vários anos. Eles co-escreveram o roteiro com a colaboradora de "Senhor dos Anéis", Philippa Boyens. A  Universal é das produtoras que está financiando o filme e que também será a distribuidora no mercado internacional. A produção está programada para começar na Nova Zelândia no próximo trimestre deste ano e o filme deve estrear em Dezembro de 2018.

Christian Rivers, que ganhou Oscar pelo trabalho de efeitos especiais do filme King Kong de Peter Jackson, vai dirigir o filme, depois de passar a maioria da sua carreira de 25 anos trabalhando junto com Jackson. Ele começou com artista de storyboards, depois indo para supervisão de efeitos especiais e finalmente como diretor assistente na trilogia de "The Hobbit"

Fonte: Deadline

terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Emma Stone e Jonah Hill em "Maniac", nova série da Netflix

"Maniac", uma nova série da Netflix, estrelando Emma Stone e Jonah Hill, foi aprovada
para produção. Mas só começarão as filmagens em Agosto em Nova York.

Cary Fukunaga, conhecido pelos filmes "Beasts of No Nation", de 2015 e "Jane Eyre", de 2011, deve dirigir os 10 episódios iniciais de uma comédia de humor negro, baseada em uma série norueguesa de 2014, que foi vendida para a Netflix, apenas dias após ter sido retirada do ar em Março de 2016.

Muita coisa aconteceu desde então, com Emma entrando como atriz principal, famosa após todos esse prêmios por La La Land.

Stone e Hill se reuniram na semana passada para discutir a série, quando estiverem em Los Angeles, para a cerimônia do SAG Awards, que Stone ganhou por La La Land.
Cary Fukunaga

A premissa de "Maniac", adaptado para o mercado americano por Patrick Somerville, é de mundos de fantasia criados pelos personagens de Hill e Stone, que na vida real estão confinados em um sanatório.


O último trabalho de Fukunaga foi de dirigir todos os episódios de "True Detective" para a HBO, que foi estrelada por Matthew McConaughey e Woody Harrelson, que lhe rendeu um Emmy pela direção.




Fonte: Deadline

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Ron Perlman lembra John Hurt, o pai de Hellboy

"Sinto por todos aqueles que não puderam conhecê-lo."

Ron Perlman foi quem recebeu Sir John Hurt, quando o lendário ator inglês veio fazer o professor Trevor Bruttenholm, pai do personagem Hellboy no filme de 2004. Hurt , que faleceu na última quarta-feira, também teve uma participação na continuação de 2008. Perlman relembra aqui seu amigo.

Ele era uma das pessoas mais puras que já encontrei.Não importa a idade que ele tinha, ele ainda tinha a inocência, a curiosidade e o entusiasmo de uma criança de 9 anos. Ele era tão criança em tantas maneiras, que a gente queria tomar conta dele, protegê-lo das coisas ruins do mundo. Isso não quer dizer que ele não tinha seus momentos negativos. Contudo, de modo geral, ele tinha um espírito inocente e tinha nascido para atuar.

Nós oferecemos a ele o papel em Hellboy e para nossa alegria, ele aceitou e o filme teve toda essa repercussão, porque ele era uma realeza em minha opinião. E isso estimulou a todos nós.

Já conheci centenas de atores em minha vida, mas encontrei apenas alguns que nasceram para serem atores. E John era um deles, e lá do topo. E estar em sua presença, o que ele era capaz de compartilhar e dar dicas, foi um dos grandes privilégios de estar com ele. Sinto por todos aqueles que não puderam conhecê-lo.

Nós comemos e conversamos muito juntos. Ambos gostamos de Praga (onde foi filmado Hellboy), que conhecemos pela primeira vez. Ele me fez ficar bêbado e eu fiz ele ficar bêbado várias vezes. Nós cuidamos um do outro. Era como se fosse pai e filho ou quase irmãos, que foi a nossa relação durantes os seis meses em Praga.

Quando ele voltou para uma pequena ponta em Hellboy 2, mesmo que eu não estivesse em algumas cenas, eu vinha para o set todos os dias, para vê-lo trabalhar, porque todo o momento que você passava com John era uma viagem. É como se você fosse começar em uma faculdade.

Logo depois que ele faleceu, eu postei algumas imagens na mídia social: uma era de Hellboy segurando o corpo de Bruttenholm (foto acima) e a outra era a cena (abaixo) onde Hellboy assistindo ao seu funeral do telhado, não podendo participar porque ele era um monstro. Por causa que John tinha aquele inocência, havia uma fragilidade no personagem que não tinha defesas contra flechas e lanças. Assim, quando eu tive que fazer a cena em que eu o perdia, não foi difícil de imaginar que ele morreria, não foi difícil ter aqueles sentimentos.

Ele era uma boa alma.

Veja a cena do funeral abaixo.


Fonte: THR

sábado, 28 de janeiro de 2017

John Hurt falece aos 77 anos. Um post para homenageá-lo

Ontem à noite, sexta-feira, fui um dos primeiros a noticiar a morte pelo meu twitter @TVCinemaRevista do grande ator inglês, John Hurt.

Ele atuou tanto no cinema como no teatro e recebeu um prêmio da Academia por “Midnight Express”  ou “O Expresso da  Meia Noite”, de 1978. Teve uma participação em “Alien, o 8º Passageiro”, três Harry Potter e Doctor Who.

E um dos seus mais aclamados papeis foi “O Homem Elefante”, de David Lynch.
Ele estava com 77 e já sofria de câncer pancreático.

Nas telas (na grande ou pequena), Hurt “morreu” centenas de vezes. “Eu acho que tenho um recorde,” disse uma vez. “Chegou a um ponto em que meus filhos não perguntavam se eu tinha morrido, e sim como eu tinha morrido?”

Em uma página do Youtube, há um vídeo intitulado “As Muitas Mortes de John Hurt”, compilando todas as mortes dele em 4 minutos e 30 segundos, deste “Um Grito de Revolta” (1962) até “O Espião que sabia demais” (2011), 40 no total.

Uma das mais notáveis foi quando ele interpretou Kane, a primeira vítima em “Alien, o 8º Passageiro”, de Ridley Scott (1979), em que ele está em uma mesa e um filhote de alien estoura do seu peito. (Como eles fizeram essa cena? Havia um peito artificial de um homem parafusado na mesa e Hurt estava debaixo dela, apenas encaixando a cabeça.)
“Ridley não contou ao elenco,” disse o produtor executivo Ronald Shusett na revista Empire em 2009. “Ele disse, ‘Eles vão apenas ver a cena.’”

“A reação vai ser a coisa mais difícil,” explicou Scott. “Se um ator já vai sabendo de antemão, você não consegue ver ele com medo de verdade. O que eu queria era uma reação fortíssima."

John  Hurt depois satirizou a cena no filme de paródia de Mel Brooks, “The Spaceballs” ou SOS: Tem um Louco Solto no Espaço (1987).

“O Homem Elefante” recebeu oito indicações ao Oscar, incluindo um para Hurt como Melhor Ator, mas não levou nada para casa na noite de cerimônia. Hurt perdeu para Robert De Niro como o boxeador Jake LaMotta em “Touro Indomável”.

Em 1980, ele recordou a extensa maquiagem que teve que usar para se tornar o homem de bom coração, mas de crânio monstruoso.
“Nunca me ocorreu que levariam oito horas para o pessoal da maquiagem colocar tudo – praticamente um dia inteiro. Havia 16 partes diferentes naquela máscara. Com toda aquela coisa, eu não poderia ter certeza do que ia fazer. Tive que confiar totalmente em David Lynch.”

Hurt também conseguiu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e um Globo de Ouro em 1979 por “Expresso da Meia-Noite”, em que ele fez um viciado em heroína em uma prisão turca. O filme de Alan Parker era baseado na história verdadeira de Billy Hayes (feito por Brad Davis), um estudante americano pego, contrabandeando drogas.

Seus filmes mais recentes foram “Snowpiercer” ou Expresso do Amanhã (2013), “The Journey” (2016) e “Jackie” (2016). Ele ainda poderá ser visto em filmes como “That Good Night” e “My Name is Lenny”. Ainda faz o papel de Neville Chamberlain no drama de Joe Wright, “Darkest Hour”, filme com Gary Oldman como Churcill. Este filme está sendo filmado e programado para estrear no final de 2017.

John Vincent Hurt nasceu em 22 de janeiro de 1940, em Chesterfield, Derbyshire, Inglaterra. Estudou Artes pela insistência dos pais, ganhando um diploma de professor de Artes.
Desiludido com a perspectiva de ser tornar um professor, Hurt se mudou para Londres, onde ganhou uma bolsa de estudos para ator na Academia Real de Arte Dramática. Estudou lá por dois anos, conseguindo papeis pequenos em programas de TV.
“Eu queria atuar desde cedo. Não sabia como me tornar um ator, nem sabia que era possível ser um ator profissional, mas eu já tinha me decidido a ser ator desde os 9 anos,” disse ele ao jornal The Guardian em 2000. “Eu me sentia entusiasmado, com grande alegria e senti que era onde eu devia estar.”

Hurt fez sua estreia no teatro em Londres na peça “Infanticide in the House of Fred Ginger” em 1962. Naquele ano, fez seu primeiro filme, “Um Grito de Revolta”, e seu papel como o barão Richard Rich no filme “O Homem que não vendeu sua alma” (1966), o fez tornar conhecido no mundo.

Hurt trouxe seu estilo peculiar de atuar para o papel de Mr. Ollivander em “Harry Potter e a Pedra Filosofal” (2001) e “Harry Potter e as Relíquias da Morte” (2011), parte 1 e parte 2.
Também teve um papel recorrente como Trevor “Broom” Bruttenholm em “Hellboy” (2004) e “Hellboy 2”.

Outro papel interessante foi o de um líder fascista da Grã Bretanha em “V de Vingança” (2006) e o Professor Oxley em “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008).

Hurt também era conhecido, devido a sua voz calibrada com nicotina do cigarro, por narrar filmes famosos: Dogville (2003), Manderly (2005), Senhor dos Anéis (1978), este um filme de animação.

“Eu sempre fui muito consciente da voz nos filmes. Acho que é quase 50% do seu equipamento como ator,” disse uma vez. “É tão importante como sua aparência, certamente no palco, e muito possivelmente, em filmes também. Se você pensa em qualquer um dos grandes atores americanos, você vai pensar em suas vozes e em suas aparências, qualquer um deles – de Clark Gable a Rock Hudson.”

Na tela pequena, Hurt estrelou em séries como “The Storyteller”, “The Alan Clark Diaries”, “The Confession” e “Merlin” e também nas minisséries “Crime e Castigo” e “Labirinto”. Ele fez o papel de Doctor Who na temporada de 2013/2014.

Sobre sua participação em várias convenções do Dr. Who, ele disse em 2013: “Fiz algumas convenções, onde você se senta e assina autógrafos para as pessoas e tira fotos com um monte de delas vestidas de alienígenas ou Doctor Who. Ficava assustado em fazer isso, porque eu achava que eram todos malucos, mas eram absolutamente simpáticos. Não vou dizer que seja a coisa mais saudável de se fazer, nem sei se é ou não, mas as pessoas eram simpáticas. Como resistir a elas?”

Em 2012, Hurt foi homenageado com um prêmio pela sua carreira pela Academia Britânica de Filmes e TV e em 2015 foi condecorado pela Rainha Elizabeth II.

Deixa a 4ª esposa, Anwen Rees-Myers, com quem se casou em 2005 e os filhos Alexander e Nicholas.


quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Bryan Singer vai dirigir o piloto da futura série "X-Men", da Fox

Bryan Singer
Bryan Singer, o diretor de filmes de X-Men, deve dirigir o piloto da série X-Men para a Fox, de acordo com o site de cinema Deadline.

A série, ainda sem nome, está sendo criada e produzida por Matt Nix, em conjunto com a Fox e a Marvel Television.

Singer já está como produtor executivo do piloto e deve dirigir, embora a aceitação para isso tenha demorado um pouco para fechar.

O projeto dessa série vai focalizar dois pais comuns que descobrem que seus filhos possuem poderes mutantes. Forçada a fugir devido a autoridades governamentais hostis, a família se junta a uma oculta rede de mutantes e precisa lutar para sobreviver.

Singer dirigiu o filme de de X-Men de 2000 e a sequência de 2003.

Depois, voltou ao universo de X-Men em 2014 como diretor e produtor de "X-Men: Dias de um Futuro Esquecido". Mais recentemente, ele dirigiu "X-Men: Apocalypse", com Jennifer Lawrence, James McAvoy e Michael Fassbender. 

Singer está escalado para dirigir o remake de 20.000 Léguas Submarinas para a Fox.

Também está em conversações para dirigir "Bohemian Rhapsody", o filme há bastante tempo esperado sobre o líder da banda Queen.

Na TV, Singer também é produtor executivo na série "Legion", do canal FX. Ele também dirigiu o piloto dela e atuou como produtor executivo da longa série "House".


Fonte: Deadline

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Paramount compra direitos de filme para Daisy Ridley, de Star Wars, estrelar

O site Deadline informa que a Paramount Pictures comprou os direitos para filmar o livro de Sonia Purnell, "A Woman of No Importance", ou Uma Mulher sem Importância.

A Paramount já escalou Daisy Ridley, de Star Wars, para estrelar o filme.

O livro, da também autora de "Clementine", é uma biografia da herdeira americana e super espiã, Virginia Hall, que tentou entrar nas fileiras do Departamento Americano de Relações Exteriores nos anos antes da 2ª Guerra Mundial. Rejeitada por ser mulher e por uma deficiência - ela tinha perdido uma perna em um acidente de caça - Hall trabalhou durante a guerra na Inteligência Britânica. 

Mais tarde, ele entrou para a OSS, que foi o antecessora da CIA.
Virginia Hall


Ridley está atualmente filmando "Assassinato no Orient Express"  na Fox e vai aparecer novamente no novo filme de Star Wars, O Último Jedi. Ela também estará no filme "Chaos Walking", junto com Tom Holland e "Kolma" , ambos programados para estreia em 2018.


Matthew Goode, de Downton Abbey, vai ter papel em The Crown, 2ª Temporada

A série "The Crown", em sua 2ª temporada, vai colocar um rosto conhecido, para quem assistiu "Downton Abbey".

Matthew Goode (The Good Wife, Downton Abbey) vai fazer um papel , que vai tornar a dinâmica da família um pouco mais complicada.

Matt vai estar na nova temporada para fazer um papel grande: o de Lord Snowdon (mais conhecido como Antony Armstrong-Jones), o fotógrafo de moda e cinema e que foi casado com a irmã da Rainha Elizabeth, Princesa Margaret, no período de 1960 a 1978. Foto dele ao lado.
Lord Snowdon
Na 1ª temporada, houve algumas discussões entre a rainha e Margaret sobre o seu mal-fadado romance com o funcionário da realeza, Peter Townsend. Vamos ver se Elizabeth vai concordar agora com Lord Snowdon.

Recentemente, a série The Crown ganhou dois Golden Globes: um por melhor série dramática e outro para melhor atriz para Claire Foy por seu desempenho como Rainha Elizabeth.

A 2ª temporada ainda está sendo filmada e vai cobrir o reino de Elizabeth até 1964, incluindo a crise do Canal de Suez, assim como as grandes mudanças culturais dos anos 60.
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Lista Completa dos Indicados ao Oscar 2017

La La Land teve 14 indicações, empatando com os filmes "Titanic" e "A Malvada", de 1950.
Duas esnobadas ou esquecidos: Martin Scorsese e Amy Adams.

Segue lista de indicados, que foi divulgado há poucos momentos pela Academia de Cinema:


Melhor Filme
Arrival (A Chegada)
Fences (Cercas)
Hacksaw Ridge (Até o Último Homem)
Hidden Figures (Estrelas Além do Tempo)
La La Land (La La Land: Cantando Estações)
Lion (Lion: Uma Jornada para Casa)
Manchester By The Sea (Manchester à Beira-Mar)
Moonlight  (Moonlight: Sob a Luz do Luar)

Melhor Ator

Casey Affleck, Manchester By The Sea
Andrew Garfield, Hacksaw Ridge
Ryan Gosling, La La Land
Viggo Mortensen, Captain Fantastic (Capitão Fantástico)
Denzel Washington, Fences

Melhor Atriz

Isabelle Huppert
Ruth Negga
Natalie Portman
Emma Stone
Meryl Streep

Melhor Ator Coadjuvante

Mahershala Ali, Moonlight
Jeff Bridges, Hell Or High Water (A Qualquer Custo)
Lucas Hedges, Manchester By The Sea
Dev Patel, Lion
Michael Shannon, Nocturnal Animals (Animais Noturnos)

Melhor Atriz Coadjuvante

Viola Davis, Fences
Naomie Harris, Moonlight
Nicole Kidman, Lion
Octavia Spencer, Hidden Figures
Michelle Williams, Manchester By The Sea

Melhor Direção

Denis Villeneuve, Arrival
Mel Gibson, Hacksaw Ridge
Damien Chazelle, La La Land
Kenneth Lonergan, Manchester By The Sea
Barry Jenkins, Moonlight

Melhor Edição

Arrival
Hacksaw Ridge
Hell Or High Water
La La Land
Moonlight

Melhor Filme Estrangeiro

Land Of Mine (Terra de Minas)
A Man Called Ove (Um Homem Chamado Ove)
The Salesman (O Apartamento)
Tanna 
Toni Erdmannn

Melhor Trilha Sonora

Jackie
La La Land
Lion
Moonlight
Passengers (Passageiros)

Melhor Desenho de Produção

Arrival
Fantastic Beasts (Animais Fantásticos e Onde Habitam)
Hail, Caesar  (Ave,César!)
La La Land
Passengers

Melhores Efeitos Especiais

Deepwater Horizon (Horizonte Profundo: Desastre no Golfo)
Doctor Strange (Doutor Estranho)
Rogue One: A Star Wars Story (Rogue Star: Uma História Star Wars)
The Jungle Book (Mogli: O Menino Lobo)
Kubo And The Two Strings (Kubo e as Cordas Mágicas)

Melhor Roteiro Adaptado

Arrival
Fences
Hidden Figures
Lion
Moonlight

Melhor Roteiro Original

Hell Or High Water
La La Land
The Lobster (A Lagosta)
Manchester By The Sea
20th Century Women

Melhor Filme de Animação

Kubo And The Two Strings
Moana
My Life As A Zuccini
The Red Turtle
Zootopia

Melhor Cinematografia

Arrival
La La Land
Moonlight
Lion
Silence (Silêncio)

Melhor Figurino

Allied (Aliados)
Fantastic Beasts
Florence Foster Jenkins (Florence: Quem é Esta Mulher?)
Jackie
La La Land

Melhor Documentário (Filme)

Fire At Sea (Fogo no Mar)
I Am Not Your Negro 
Life Animated
OJ: Made In America
13th (A 13ª Emenda)

Melhor Documentário (Curta)

Extremis
4.1 Miles
Joe’s Violin
Watani: My Homeland
The White Helmets

Maquiagem

A Man Called Ove
Star Trek Beyond (Star Trek: Sem Fronteiras)
Suicide Squad (Esquadrão Suicida)

Melhor Canção 

Audition, La La Land
Can’t Stop The Feeling, Trolls
City Of Stars, La La Land
The Empty Chair, Jim: The James Foley Story
How Far I’ll Go, Moana

Melhor Curta de Animação

Blind Vaysha
Borrowed Time
Pear Cider And Cigarettes
Pearl
Piper

Melhor Animação Live-Action

Ennemis Interieurs
La Femme et le TGV
Silent Nights
Sing
Timecode

Melhor Edição de Som

Arrival
Deepwater Horizon
Hacksaw Ridge
La La Land
Sully (Sully: O Herói do Rio Hudson)

Melhor Mixagem de Som

Arrival
Hacksaw
La La Land
Rogue One: A Star Wars Story
13 Hours: The Secret Soldiers of Benghazi (13 Horas: Os soldados secretos de Benghazi)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Michelle Williams pode fazer Janes Joplin no cinema

Janis Joplin
Nem todos os filmes independentes, cobiçados por compradores, estão em Sundance. Um leilão interessante está acontecendo agora para "Janis", um projeto para um filme longamente esperado da lendária cantora dos anos 60, Janis Joplin.

Filme será dirigido por Sean Durkin, de "Marcy May Marlene" e Michelle Williams, de "Manchester à Beira-Mar", está quase certa de fazer o papel da cantora.

De acordo com informações do site Deadline, a Amazon parece estar envolvida no projeto e mais pela aquisição do último filme dela ter rendido cerca de US$ 40 milhões apenas no mercado interno e com Williams e Casey Affleck sendo possíveis indicados ao Oscar.
Fontes dizem que Amazon não está sozinha nisso, com uma oferta de outros compradores com empresas como A24, FilmNation e Netflix. O leilão será decidido nos próximos 10 dias e a filmagem começará nos próximos meses. 

Michelle Williams
Isso vai finalmente concluir uma odisseia de 21 anos para fazer este filme, que começou na TriStar. E que, em um momento ou outro, havia atrizes ligadas a estrelar, como Lili Taylor, Pink, Williams, Zoey Deschanel e Nina Arianda, juntas com uma lista de diretores. Havia também um projeto rival que acabou esfriando, mas tinha nomes como Amy Adams, Renee Zellweger, Brittany Murphy e Evan Rachel Wood.

"Janis" está sendo feito em parceria com a família de Joplin e tem direitos exclusivos para 24 músicas dela, incluindo a "Me and Bobby McGee" e "Mercedes Benz".  Também há direitos exclusivos dos membros restantes da banda dela, a Big Brother and the Holding Company e as pessoas em sua vida que incluíam Dick Cavett, em cujo show, Joplin teve aprentações memoráveis.

Williams foi ligada ao projeto há 4 anos, antes das coisas pararem. Recentemente, foi aberta uma audição para algumas estrelas conhecidas, mas elas declinaram da oferta. Williams apareceu e provou ao produtor que ela poderia fazer o vocal da cantora. Todos que viram a cena em "Manchester à Beira-Mar" não têm dúvida que Williams será capaz de interpretar a cantora.

Será que haverá a parte relativa ao namorado brasileiro? 


Fonte: Deadline

domingo, 15 de janeiro de 2017

‘Better Call Saul’: Giancarlo Esposito “Honrado por estar de volta” como o Gus de "Breaking Bad"

Conforme divulgado em nosso twitter @TVCinemaRevista e recentemente divulgado em uma "propaganda" de promoção do restaurante "Los Pollos Hermanos" - aquele que os fãs de "Breaking Bad" vão se lembrar muito bem e cujo dono era o rei das drogas, Gus Fring (Giancarlo Esposito).

"É muito legal estar de volta com a turma," disse Esposito, depois de distribuir caixas de frango dos Los Pollos Hermanos aos críticos de TV.

"Estou honrado por terem me chamado de volta. Eu terei que me reposicionar no personagem", que em "Better Call Saul", deve ser mais novo e inexperiente quando da passagem final em "Breaking Bad" e também encontrar o estágio aonde ele estaria no cartel. "Estou muito animado por estar de volta. Gus é um personagem ardiloso. Vou voltar ao seu estilo original, que foi realmente inspirador para mim, que era de se ocultar, mas estar sempre à vista. Você não é o que pensa que é. Ele descreve Gus como uma pessoa que "queria vingança e ter um negócio próprio, mas também muito cuidadoso com as pessoas do seu negócio. Estou ansioso em saber como vamos proceder com a volta do Gus."

Na "propaganda", comunicando a volta do Gus (veja vídeo abaixo), Gus está de volta como o sorridente dono do restaurante, que vestido em uma camisa amarela e gravata marrom, promete que se seus clientes não gostarem da comida, "Ele paga a conta".

O anúncio, que realmente foi ao ar na TV, em Albuquerque, foi ideia de Esposito e do criador Vince Gilligan, agradecendo o canal e produtora AMC, por concordar com a ideia de fazer uma propaganda falsa.

Esposito disse que aceitou voltar sem pensar duas vezes, o que o co-criador, Peter Gould, disse que foi ótimo, porque eles não tinham um Plano B. 

Esposito teve uma indicação ao Emmy em 2012 por interpretar o vilão Gus em "Breaking Bad", que comprava milhões de dólares em metanfetamina de Walter White (Bryan Cranston), depois salvando ele dos carteis da droga, em seguida montando um super laboratório para Walter, e no final acabarem se virando um contra o outro.

O protagonista de "Better Call Saul" é Bob Odenkirk e que ainda vive o personagem Jimmy McGill e futuramente será Saul Goodman. A série foi renovada para a 3ª temporada e deve estrear em Abril deste ano na Netflix. Em 2016, o episódio final da 2ª temporada conseguiu mais de 4 milhões de espectadores e obteve uma segunda indicação para o Emmy como melhor série dramática.



Fonte: Deadline