quinta-feira, 21 de junho de 2018

"Baptiste" será um 'spinoff' da série "The Missing"

Tchéky Karyo como Julien Baptiste
Depois de seis semanas de reviravoltas e Julien Baptiste (Tchéky Karyo) filosofando muito, a série "The Missing" encerrou a sua segunda temporada com um final em suspenso - com o destino do nosso herói no ar.

Nosso pensativo detetive francês finalmente passou pela cirurgia de um tumor, que ameaçava sua vida... e as suas palavras finais antes dela ocorrer? "Trois" ou 'Three', que seriam 'muito' ou 'três' ? Achava-se, assim, que haveria uma terceira temporada.

Harry e Jack Williams
Harry Williams, quem criou e escreveu "The Missing" com seu irmão Jack, disse ao site Digital Spy em 2016 que uma terceira temporada poderia não acontecer, se eles não conseguissem desenvolver um bom e novo argumento.

"Eu acho que seja possível que... não haja outra," disse ele. "Houve 'Poderoso Chefão 1' e 'Poderoso Chefão 2'... e os terceiros são realmente mais difíceis de saírem bons. O segundo ou a segunda temporada foi difícil, mas a terceira fica ainda mais difícil e você não quer deixar um gosto amargo na boca."

"Mas nós não queremos dizer adeus ao Julien - tanto o ator como o personagem são pessoas que queremos em nossas vidas, de alguma forma ou outra. Pode levar algum tempo até que nós desenvolvemos uma grande ideia."

Os irmãos depois indicaram que Julien pode ter sua própria série, uma inteiramente nova que não tenha que ser uma sequência do formato de "The Missing", que trata de uma busca a uma criança sequestrada.

Em setembro de 2017, os irmãos Williams sugeriram que um spinoff seria mais provável do que uma continuação direta.

"Nós queremos fazer algo novamente com Tcheky [Karyo, que interpreta o Baptiste "- queremos manter o personagem vivo, disse Harry. "Eu acho que vamos revisitá-lo de alguma forma ou de outra.

Jack acrescentou: "Ainda somos nos dois conversando, mas gostaríamos de ver o Baptiste de novo, gostaríamos de revisitar aquele mundo dele.

"Não queremos fazer como, 'Mais crianças desaparecidas!' - mas sim trazer o Baptiste em outros casos. Isso é algo que já conversamos há alguns meses. Assim, em breve, poderemos ter boas notícias."

Eis que finalmente, no dia 1º de abril de 2018, a BBC  confirmou que Julien vai retornar, agora com sua própria série, "Baptiste" e não é mentira de 1ª de abril !!.

As filmagens começam ao final do ano em Amsterdam e Bélgica, e logicamente a série deve estrear somente em 2019, pela BBC One.

Qual seria o roteiro para o spinoff de "The Missing"?
"Uma nova série teria que ser muito diferente e não cínica, e teria que dizer algo novo, " disse Harry Williams.

Com certeza, na nova série veremos Baptiste  lidando com novas investigações, com mínimas ligações com as duas temporadas de "The Missing".

Enquanto que na 1ª temporada vimos Baptiste com o caso de crianças desaparecidas na França e a 2ª que o levou à Alemanha, "Baptiste" irá acontecer em Amsterdam e seguiremos Julien e sua esposa em uma visita à Holanda.

Enquanto eles estão lá, a viagem do casal é interrompida, quando a chefe de polícia (uma antiga namorada, coincidentemente) pede a ajuda de Baptiste para um caso e o detetive acaba se envolvendo no submundo de Amsterdam, entre as suas ruas idílicas e canais.

"Julien Baptiste está vivo!", disseram os irmãos Williams. "É um grande prazer escrever novamente os roteiros para o personagem de Baptiste e trabalhar com o brilhante ator Tchéky Karyo, que dá profundeza e individualidade a Julien."

Piers Wenger, um executivo da BBC Drama, também disse que irá descobrir mais a respeito do Julien do que nunca antes, pois a nova série terá um lado mais pessoal do personagem.

Havia um cena adicional filmada, mas cortada, do episódio final da 2ª temporada de "The Missing", que vimos Julien acordar da sua cirurgia e pedir por Celia.

"Nós filmamos quando ele acorda e pergunta, "Onde está minha esposa?", assim isso fica aberto para algo mais, "  Karyo explica.

É possível que essa cena possa ser colocada na abertura do spinoff, explicando a questão da sobrevivência dele.

Quem estará na próxima série ?
Karyo e Anastasia Hille (como a esposa de Julien, Celia) estarão em "Baptiste", com os irmãos Williams admitindo que sempre consideraram Julien como o "coração" de "The Missing".

"Eu sei que Tony (James Nesbitt) era ostensivamente o protagonista (na 1ª temporada), mas para nós, Julien era quem fazia pulsar a série, nas duas temporadas," disse Harry.

Karyo comparou Julien com aquele famoso detetive, Hercule Poirot, que - interpretado brilhantemente por David Suchet - teve uma duração de mais de 20 anos na TV.

"Nós veremos agora se há mais esqueletos no armário," disse ele. "Parece que Julien Baptiste está se tornando uma figura popular. Nós tivemos Hercule Poirot e agora é Julien Baptiste!"

"Julien Baptiste é muito querido por mim, assim estou entusiasmado em seguir por mais essa jornada, agora pelas ruas de Amsterdam e ver quais segredos ele irá descobrir desta vez. Não há dúvidas de que ele vai assumir grandes riscos em nome da justiça," complementa Karyo.

Em tempo: "The Missing" foi indicada a Emmy, Globo de Ouro e Bafta.

Fontes: Digital Spy e BBC

quarta-feira, 23 de maio de 2018

Entrevista com a atriz Glenda Jackson, indicada ao Tony 2018



A lendária atriz inglesa Glenda Jackson, ganhadora de duas estatuetas do Oscar. Primeiro por “Mulheres Apaixonadas”, de 1971, e o segundo por “Um Toque de Classe”, de 1974, além de ter sido membro do Parlamento Inglês, está atualmente na Broadway com uma nova versão do drama de Edward Albee, “Três Mulheres Altas”. Albee também é muito conhecido pela obra-prima  “Quem tem medo de Virginia Woolf?”

Na entrevista abaixo, Glenda revela por que ela não aceitou o papel de “M” em James Bond e porque “meu pior dia é o dia em que estou de folga”.
“Eu nunca fui uma grande estrela,“ diz ela sobre sua carreira no teatro e nos filmes. Mas isso contradiz o grande público que vai à Broadway para vê-la na peça de Edward Albee, que já acumulou uma receita de $8 milhões de dólares até agora.

O retorno de Jackson para o teatro na idade de 82 anos é um entretenimento garantido por muitas razões. Além de ter participado de dois filmes ganhadores do Oscar de melhor atriz, outros filmes importantes como “Domingo Maldito”, de 1971 com Peter Finch; “Mary Stuart, Rainha da Escócia”, de 1971 com Vanessa Redgrave; e a aclamada minissérie “Elizabeth R”, de 1972, com Robert Hardy, onde ela faz a Rainha Elizabeth I pela segunda vez. Nessa minissérie, ganhadora de 5 Emmys, ela ganhou um Emmy e um Bafta.

No inicio dos anos 90, ela deixou de ser atriz para entrar na política. Ficou no Parlamento
por 23 anos, até se aposentar em 2015. E para muitos, talvez o seu maior discurso tenha sido o de 2013, que ela deu após a morte de Margaret Thatcher, criticando a falecida primeira ministra por considerar “vícios como virtudes” e favorecer a ganância contra a compaixão.

Depois de sair da política, Glenda voltou a atuar com uma vingança, fazendo o papel principal de Rei Lear (em uma troca de gênero) no famoso teatro Old Vic de Londres. No típico padrão Jackson, ela desdenhou aos aplausos de pé, quando foi ao palco receber o prêmio Evening Standard pelo seu desempenho. “Oh, que isso! Não se dão aplausos de pé aqui na Inglaterra”, reclamou com o público.

Sua ida a Nova York começou com o produtor Scott Rudin, um fã dela, desde que a viu no palco em 1965 na peça Marat/Sade. Embora ela tenha declinado do papel do filme “Notas sobre um Escândalo”, de 2006 (cujo papel acabou ficando com Judi Dench), ela não conseguiu resistir fazer o papel de “A” da peça de Albee (Três Mulheres Altas), uma rígida mulher no final da vida. Atuando com Laurie Metcalf e Alison Pill como versões jovens de “A”, chamadas apenas por “B” e “C”. Glenda tem um grande desempenho, merecedor de um Tony.

Ela, que é há muito tempo divorciada e tem apenas um filho, um colunista de jornal, deu uma entrevista dentro de uma loja de chá em Upper East Side, no dia em que ela recebeu a indicação ao Tony (a quinta vez, sem troféu ganho ainda).

Alison Pill, Glenda Jackson e Laurie Metcalf em "Três Mulheres Altas"
O que achou da peça “Três Mulheres Altas”, quando a leu pela primeira vez?
Tenho vergonha de dizer, mas nunca soube da peça até o momento em que Scott Rudin me enviou uma cópia. Eu pensei, “Essa é uma peça para o rádio!”. Não há praticamente nenhum movimento físico dos atores. Mas Albee era danado de um bom dramaturgo! A simplicidade das palavras que ele escolhe para usar... é uma grande armadilha, na verdade. Porque ele usa muito determinadas palavras. Contudo, ela as coloca em um lugar diferente. Existe uma energia na peça, mas você tem que vasculhar por ela. E eu acho que encontramos essa energia em nossa produção. Geralmente você não tem que atuar com outras atrizes. Certamente não nas peças contemporâneas. Geralmente, há apenas um único bom papel de uma mulher. Ter a oportunidade de trabalhar com atrizes desse calibre foi algo muito grande para mim. Já havia visto o trabalho de Laurie na TV e ela pode fazer qualquer tipo de coisa. Não conhecia a Alison, mas acho que está maravilhosa na peça. A parte dela está nas entrelinhas e ela acerta em cheio.

Você teve problemas para viver a personagem?
Uma das minhas regras de atuação é que você não pode julgar a personagem que você vai fazer. Você tem que ver o mundo através dos olhos dela. E ela viu o mundo dela muito nitidamente. (Risadas).

John Lithgow à esq., Glenda e Cynthia em Virginia Woolf
Você participou em 1989 de uma produção de “Quem tem medo de Virginia Woolf?” de Edward Albee, que foi dirigida pelo próprio autor. Como foi trabalhar com ele?
Ele era muito fechado. Acho que nunca o vi sorrindo.

Quando você retornou a atuar, depois de décadas fora do palco e das telas, em vez de voltar tranquilamente, você logo de cara escolheu Rei Lear.
A direção do teatro Old Vic entrou em contato comigo, querendo que eu fizesse algo. Eu não gostei da peça que eles queriam que eu fizesse. Eu disse que eu queria fazer Rei Lear e eles disseram que tudo bem. O que achei interessante foi de que ninguém levantou a questão de uma mulher fazendo o papel de um homem. Ninguém mesmo. Uma das coisas que eu descobri ser muito útil é de quanto mais velha a gente fica, mais as barreiras de gênero começam a cair.

Você tem uma carreira de filmes muito variada. São poucas as atrizes que tiveram colaborações de sucesso tanto com o diretor Ken Russell (“Mulheres Apaixonadas”  e “Delírio de Amor”) e o ator Walter Matthau (“Um Viúvo Trapalhão” e “O Espião Trapalhão”)
Eu fico surpresa que você tenha se surpreendido. Eles podem ser externamente diferentes, mas não eram na verdade. Porque os dois tinham um terceiro olho. Ken conseguia criar um clima em que você podia trabalhar de verdade. Ele era uma pessoa completamente ligada no ser humano. Walter era exatamente o mesmo. Ele era engraçado, mas ele era muito sério sobre as coisas que importavam para ele. Gostei muito de trabalhar com os dois!

Você se depara com suas contemporâneas, como Judi Dench e Maggie Smith e sente inveja por terem ganho dinheiro com James Bond e Harry Potter?
Não. Me ofereceram o papel de “M”, que Judi Dench fez nos filmes de Bond.

E por que não aceitou fazer o papel?
Por que seria um papel muito chato.

Como entrou na política?
Eu sempre apoiei o Partido Trabalhista, desde metade dos anos 70. Eu fiz campanha pelos candidatos. Eu ia a jantares para auferir fundos de campanha, escrevia cartas pedindo apoio, esse tipo de coisa. Inesperadamente em um dia, a seccional do Partido em Hampstead me telefonou e disse, “Estamos tendo problema para selecionar um bom nome, você poderia aceitar colocar seu nome dentre os possíveis candidatos?” E qualquer coisa que eu pudesse fazer e que fosse legal para tirar o governo de Margaret Thatcher do poder, eu estava preparada para fazer. Meu país estava sendo destruído! Toda entrada de qualquer lojinha era um quarto de dormir, banheiro e sala de estar para algum desabrigado. E em muitos casos, eles eram também mentalmente doentes. Tudo havia se despedaçado diante de nossos olhos. O que eu havia aprendido que fossem vícios, ela dizia que eram virtudes, como a ganância. Ela dizia que não havia tal coisa de uma sociedade.

Você teve dificuldade para as pessoas levarem você a sério. Uma estrela de cinema sem experiência política?
Eu achei que teria, mas você sabe, eu nunca fui uma grande estrela, de certa forma. Com certeza, não no meu município.

Mas você já havia ganhado duas estatuetas do Oscar …
Mas isso não faz de você uma estrela. Uma estrela é alguém que as pessoas vão ver por causa de quem são. Ninguém ia me ver por que quem eu era. Eles iam para me ver atuar. Não é o mesmo.

Você cresceu em um lar com ideias de esquerda?
Não exatamente. Meus pais votavam nos candidatos e partidos que eles achavam que estavam fazendo o bem para eles. Minha avó votava pelos Conservadores sempre. Eu nunca discuti política com ela! (Risos).

Há algo que eu possa te persuadir a se tornar uma cidadã americana e se candidatar para o Congresso?
Acho que não.

Você trabalhou com Cynthia Nixon na produção de 1989 de Virginia Woolf. Tem acompanhado a campanha dela para governador?
A Cynthia veio me ver na peça. Ela não parece um dia mais velha do que quando eu a vi da última vez. Disse a ela: “Se precisar de mim para bater de casa em casa, me avise. Eu tenho as segundas livres.” Eu espero que ela vá bem. Muito interessante a candidatura dela.
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O que acha do movimento #Meeto em Hollywood e além?
Quando tudo começou, quero dizer esse negócio com o Harvey Weinstein, eu pensei comigo mesma, “Duas mulheres morrem no meu país toda semana, nas mãos de seus parceiros. Isso nunca foi notícia de primeira página ou tenha causado um movimento.” A ideia que esse tipo de comportamento seja exclusivo para certas profissões ou pessoas com grande quantidade de dinheiro é uma grande bobagem. Isso é endêmico, é constante.

Agora que se reestabeleceu, tem algum desejo em fazer filmes ou TV? Com certeza é menos extenuante do que oito shows por semana.
Oh, pelo amor de Deus! Não estamos trabalhando em uma mina de carvão! Faz parte, você faz a peça oito vezes por semana! Meu pior dia é o meu dia de folga. Eu gostaria de fazer algo que tivesse um bom roteiro. Nada me atraiu até agora.

Você deve receber muitas ofertas, Vivemos, afinal, em uma era em que as mulheres mais velhas estão experimentando uma renascença, quando se refere a atuar.
Ah, que isso! Não, elas não estão. Me desculpe, mas elas não estão. Quero dizer, por que é que os dramaturgos contemporâneos não acham as mulheres interessantes? Isso nunca mudou desde que eu coloquei meus pés no palco pela primeira vez.

As duas Rainhas Elizabeth, a oficial e a Rainha Elizabeth I no cinema (Glenda Jackson)


Fonte : Hollywood Reporter



quarta-feira, 16 de maio de 2018

Como foi o 1º Prêmio da Academia (Oscar)



Na noite de 16 de maio de 1929, quase 90 anos atrás, os membros da Academia, 270 no total, estiveram no salão Blossom do Hotel Roosevelt, em Hollywood, para um jantar de comemoração à apresentação dos prêmios da Academia. Eles jantaram um filé de solha (um peixe parecido com o linguado), frango grelhado, vagens e batatas. E todos eles já sabiam quem eram os vencedores.


Veja o convite para a festa.


Os indicados nunca eram anunciados.

Essa 1ª premiação era para os filmes que estrearam entre 1 de agosto de 1927 e 1 de agosto de 1928. Os membros faziam as indicações iniciais por volta de 15 de agosto de 1928, depois que 25 juízes afunilavam para até 3 dentre os dez melhores finalistas em cada uma das 12 categorias. Um comitê de juízes – um membro de cada uma das cinco classes da Academia – então decidia os vencedores. Em 1929, esses cinco juízes eram Frank Lloyd (diretores), Sid Grauman( produtores), Alec Francis (atores), Tom Geraghty (roteiristas) e A.George Volck (técnicos).

Os vencedores eram escolhidos na sexta, 15 de fevereiro de 1929. Na segunda-feira seguinte, os resultados eram impressos.


A apresentação da premiação durava 20 minutos.

E ela aconteceria três meses depois, quando o Presidente da Academia e astro do cinema mudo, Douglas Fairbanks, junto com o Vice-Presidente, William C. de Mille se encarregavam dos breves procedimentos.

Janet Gaynor
O prêmio para melhor ator foi para Emil Jannings pelos seus desempenhos em “The Last Command” (A Última Ordem) e “The Way of All Flesh” (Tortura da Carne). Como Jannings estava na Alemanha naquela noite, ele recebeu a sua estatueta com antecedência e, assim, se tornou a primeira pessoa a receber o prêmio da Academia. Janet Gaynor foi a ganhadora de melhor atriz pelos seus papeis em “7th Heaven” (Sétimo Céu), “Street Angel” (O Anjo das Ruas) e “Sunrise” (Aurora).

O design do Oscar não mudou praticamente nada desde o início

Em 1927, Cedric Gibbons, o diretor de arte da MGM, fez o desenho que iria servir de base para a estatueta: um cavaleiro segurando uma espada de pé em frente a um carretel de filme. O rolo simbolizava a indústria dos filmes e as cinco faixas representava as cinco classes originais da Academia.

No ano seguinte, Gibbons escolheu o escultor George Stanley, de Los Angeles, para fazer o desenho em três dimensões. As primeiras estatueta foi esculpida a mão em bronze por Guido Nelli em uma fundição de bronze da Califórnia e finalizada com uma cobertura de ouro 24 quilates. Hoje, o troféu permanece igual ao seu desenho original.

Oficialmente, a premiação era chamada Prêmio de Mérito da Academia. O nome Oscar não foi formalmente adotado até a premiação de 1939.

Joseph Farnham recebendo a estatueta de Douglas Fairbanks
O ganhador do prêmio de melhor escritor de legendas na foto com o Presidente da Academia, Douglas Fairbanks.
Na época, havia um prêmio para melhores legendas.

Durante essa primeira cerimônia, “Sétimo Céu” e “Aurora” ganharam a maioria dos prêmios, três cada um. Pela primeira vez e a única, a cerimônia incluiu prêmios de direção para drama (para Frank Borzage por ‘Sétimo Céu) e de comédia ( para Lewis Milestone por “Dois Cavaleiros Árabes”). 

Havia uma categoria por escrever as melhores legendas (o precursor dos roteiros escritos) para os filmes mudos. Joseph Farnham ganhou pelos seus trabalhos.
Com  a crescente popularidade dos filmes falados, essa categoria foi descontinuada no ano seguinte.

Prêmios especiais foram dados à Warner Brothers por ter produzido o filme “The Jazz Singer” (O Cantor de Jazz) e para Charles Chaplin por ter escrito, produzido, dirigido e ter atuado em “The Circus” (O Circo).

Fonte: Medium.com

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Cannes Classics em Maio em Cannes


Orson Welles irá aparecer (não fisicamente, é claro) no Festival de Filmes de Cannes no próximo mês. Não será através do seu inacabado filme "The Other Side of the Wind", que esteve no meio de uma confusão entre o Festival e a Netflix. 


Ele será representado, na verdade, pelo documentário "The Eyes of Orson Welles", feito por Mark Cousins e que fará parte da seleção para o Cannes Classics.


O festival anunciou hoje, segunda 23/04, a lista completa para a seção dos Clássicos, que incluem tributos e documentários sobre filme e cineastas, além de restaurações feitas por produtores, distribuidores e outros. Entre os presentes, estarão Martin Scorsese, Jane Fonda, Christopher Nolan e John Travolta.


"The Eyes of Orson Welles é uma jornada adentro do processo de filmagem do cineasta. Graças à filha Beatrice de Orson, Cousins, um crítico e historiador de cinema, que fez o documentário "A História do Cinema: Uma Odisseia", uma série em 15 episódios de 2011, conseguiu acesso a desenhos nunca antes vistos, pinturas, e trabalhos iniciais, que formam um livro sobre vida de Orson.


Beatrice Welles foi também uma das pessoas que tentou convencer a Netflix para reconsiderar a decisão de não enviar "The Other Side of the Wind" para Cannes, que ofereceu um espaço para o filme no Cannes Classics. A Netflix financiou a pós produção deste projeto, que andava a passos de tartaruga e tinha planejado estrear o filme na Riviera, antes de ser liberado para a plataforma stream. Depois, a Netflix acabou decidindo não expor em Cannes, depois que o festival bateu o pé em não aceitar filmes que não estivessem sido liberados para os cinemas franceses.

Dentro do evento, haverá um tributo a Alice Guy, a primeira diretora/produtora (e francesa) e chefe de estúdio (1873-1968) do mundo do cinema. Será com o documentário de Pamela Green, "Be Natural: The Untold Story Of Alice Guy-Blaché". 
Outro documentário (recém saído do Festival Sundance) é o de Susan Lacy para a HBO, chamado "Jane Fonda em Cinco Atos". 

Christopher Nolan estará lá para apresentar uma nova cópia em 70 mm do filme de Stanley Jubrik, "2001: Uma Odisseia no Espaço", pelo 50º aniversário de estreia do filme. Essa nova cópia foi feita com novos elementos de produção a partir do negativo original da câmera. O filme será  exibido no teatro Debussy com um intervalo de 15 minutos para reproduzir a experiência exata e real do público, quando o filme estreou em 1968.

Também na lista de filmes clássicos, haverá filmes de e sobre Ingmar Bergman. "In Searching for Ingmar Bergman", de Margarethe von Trotta traça os passos do cineasta, assim como o próprio passado dela e a nova geração sobre o lugar deixado pelo mestre sueco. Em "Bergman - A Year in a Life", Jane Magnusson descreve os tempos de Bergman em 1957, quando houve as estreias dos filmes "Morangos Silvestres" e "O Sétimo Selo". Esse último será apresentado pelo Instituo de Cinema Sueco em uma restauração em 4K de um negativo original.


Outros títulos famosos incluem restaurações de "Se meu apartamento falasse", de Billy Wilder, "Ladrões de Bicicleta", de Vittorio De Sica e "Imensidão Azul", de Luc Besson, de 1988, em honra ao seu 30º aniversário e do musical "Grease: Nos Tempos da Brilhantina". Estes dois últimos serão exibidos na praia.


Fonte: Nancy Tartaglione (Deadline)

sábado, 3 de março de 2018

Série "The Terror" - Uma Viagem para o Ártico.



O canal AMC irá exibir uma série de TV, que pode se tornar sua nova obsessão : The Terror. Não é uma série de terror, apesar do nome.

Descreve fatos históricos com base no drama escrito originalmente por Dan Simmons (livro do mesmo nome). 

Conta a história verídica da expedição perdida, comandada pelo capitão Sir John Franklin entre 1845-1848.

O livro extenso de Dan Simmons (mais de 700 páginas), The Terror, é uma ótima leitura e provavelmente será melhor na sua adaptação para a TV. A adaptação do livro de Simmons foi feita por David Kajganich, com Ridley Scott como um dos produtores executivos.

Em 1845, dois navios, o HMS Erebus e o HMS Terror (HMS quer dizer His Majesty´s Ship) saíram da Inglaterra para uma expedição sob comando do Capitão Sir John Franklin (feito na série por Ciarán Hinds).

A missão dele era de rumar para o Ártico na tentativa de viajar por uma parte não explorada da chamada Passagem Noroeste (vide mais detalhes aqui: https://pt.wikipedia.org/wiki/Passagem_do_Noroeste).

A missão inicia bem, mas logo problemas começam a aparecer. Ambos os navios ficam presos no gelo e lentamente a tripulação começa a morrer.

O livro de Simmons e a série da TV adiciona um elemento sobrenatural à história – a presença de uma força malévola, não humana, lá no gelo, perseguindo a tripulação.
Diante dessas condições, com recursos limitados e com medo do desconhecido, ela é levada à beira da aniquilação. 

Congelados, isolados e presos no gelo, a série mostra tudo que pode dar errado, quando um grupo de homens, desesperados para sobreviver, lutam não apenas com os elementos da natureza, mas uns contra os outros.

Ciarán e Tobias
Além de Jared Harris e Ciarán Hinds no elenco, ainda há Tobias Menzies (esteve com Ciarán em “Roma”), Paul Ready, Adam Nagaitis, Matthew McNulty, Liam Garrigan, Ronan Raftery , Nive Nielsen e Greta Scacchi.

Como disse o ator Jared Harris, “Aconteceram mais viagens de sucesso para a Lua do que idas com sucesso para a Passagem Noroeste.”

A série The Terror tem 10 episódios e estreia no canal AMC em 26/03/18.

Fonte: slashfilm

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Jean-Pierre Jeunet acusa Guillermo Del Toro de copiar cena de ‘Delicatessen’ em 'A Forma D'Água’

Richard Jenkins e Sally Hawkins em cena de "A Forma D'Água"
O diretor Jean-Pierre Jeunet acusa Guillermo Del Toro de copiar a cena da dança de seu filme “Delicatessen”, de 1991 no filme “A Forma D’Água”. Jeunet dia que Del Toro carece de respeito próprio, porque ele não admitiria que se copiasse uma cena de dança de seu filme.

A cena no filme de Del Toro mostra os personagens, feitos por Sally Hawkins e Richard Jenkins, executando uma dança de dois passos, enquanto  estão sentados no sofá, assistindo a um filme antigo de Hollywood. Jeunet acha que Del Toro roubou a cena de uma igual feita entre duas crianças em seu “Delicatessen”. O diretor francês explicou que ele conversou com Del Toro sobre a cena.

“Eu disse a ele:  ‘Você tem muita imaginação, muito talento. Por que então rouba as ideias dos outros? ‘”. “Del Toro disse: Eu devo tudo a Terry Gilliam.”. De acordo com Del Toro, ele não rouba dos outros, é o Terry Gilliam que influenciou a nós todos.

Jeunet prosseguiu na acusação, dizendo que ele está mais desapontado com Del Toro, do que nervoso com ele, principalmente porque “Guillermo tem talento demais para fazer esse tipo de coisa.” O diretor tem certeza de que Del Toro tinha “Delicatessen” em mente, quando dirigiu a cena do seu filme, a despeito do fato que o diretor não tenha indicado o filme de Jeunet como uma influência.

A reclamação de Jeunet não foi a primeira que “A Forma D’Água” recebeu de fazer plágio. O filme foi acusado de roubar alguns elementos do enredo do filme “Let me hear your whisper”, uma peça de 1969 do dramaturgo Paul Zindel e do filme curta “The Space between us”, de 2015, do diretor holandês, Marc S. Nollkaemper. Ambos os trabalhos contam a estória de uma mulher da limpeza, que se apaixona por uma espécie de uma criatura na forma de peixe. A Academia Holandesa de Cinema recentemente reagiu com relação a essa última reclamação, dizendo que Del Toro não roubou nenhuma ideia do curta de Nollkaemper.

Vocês podem assistir as cenas de “Delicatessen” e “A Forma D’Água” nos vídeos abaixo.



Fonte Indiewire.com

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Lista completa dos premiados no  75º Globo de Ouro:

MELHOR FILME - DRAMA
TRÊS ANÚNCIOS PARA UM CRIME

MELHOR FILME – MUSICAL OU COMÉDIA
LADY BIRD: É HORA DE VOAR

MELHOR DIRETOR – FILME CINAMA
GUILLERMO DEL TORO,  A FORMA DA ÁGUA

MELHOR ATRIZ POR FILME - DRAMA
FRANCES MCDORMAND, TRÊS ANÚNCIOS PARA UM CRIME

MELHOR ATOR EM FILME - DRAMA
GARY OLDMAN, O DESTINO DE UMA NAÇÃO

MELHOR ATRIZ EM FILME – MUSICAL OU COMÉDIA
SAOIRSE RONAN, LADY BIRD: É HORA DE VOAR

MELHOR ATOR EM FILME – MUSICAL OU COMÉDIA
JAMES FRANCO, O ARTISTA DO DESASTRE

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO
VIVA: A VIDA É UMA FESTA

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
EM PEDAÇOS (ALEMANHA/FRANÇA)

 MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM FILME
ALLISON JANNEY, I, TONYA

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM FILME
SAM ROCKWELL, TRÊS ANÚNCIOS PARA UMA MORTE

MELHOR ROTEIRO - FILME
MARTIN MCDONAGH, TRÊS ANÚNCIOS PARA UMA MORTE

MELHOR TRILHA SONORA - FILME
ALEXANDRE DESPLAT, A FORMA DA ÁGUA

MELJHOR CANÇÃO ORIGINAL - FILME
 “THIS IS ME” — O REI DO SHOW
MÚSICA DE : Benj Pasek, Justin Paul
LETRA DE: Benj Pasek, Justin Paul

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE TV - DRAMA
Elisabeth Moss, O CONTO DA AIA

MELHOR SÉRIE DE TV - DRAMA
O Conto da Aia

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TV - DRAMA
Sterling K. Brown, This Is Us

MELHOR ATOR POR MINISSÉRIE OU FILME PARA TV
Ewan McGregor, Fargo

 MELHOR FILME OU MINISSÉRIE PARA TV
Big Little Lies

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA PARA TV
The Marvelous Mrs. Maisel

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE PARA SÉRIE, MINISSÉRIE OU FILME PARA TV
Laura Dern, Big Little Lies

MELHOR ATOR COADJUVANTE PARA SÉRIE, MINISSÉRIE OU FILME PARA TV
Alexander Skarsgard, Big Little Lies

MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE OU FILME PARA TV
Nicole Kidman, Big Little Lies

MELHOR ATRIZ DE SÉRIE DE TV - COMÉDIA
Rachel Brosnahan, The Marvelous Mrs. Maisel

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE TV - COMÉDIA
Aziz Ansari, Master of None





sábado, 30 de dezembro de 2017

Previsão dos Indicados ao Oscar 2018 pelo site "The Hollywood Reporter"

O Globo de Ouro, a ser realizado em 7 de janeiro, é o termômetro do que podem ser as indicações para o Oscar 2018.
Enquanto isso, o site Hollywood Reporter, através de seu colunista Scott Feinberg, faz as suas previsões dos possíveis indicados (Nominations) nas principais categorias.  Veja abaixo.

MELHOR FILME (Título no Brasil)
Christopher Nolan
Get Out (Corra!)
Dunkirk
The Post (The Post: A Guerra Secreta)
The Shape of Water (A Forma da Água)
Three Billboards Outside Ebbing, Missouri (Três Anúncios para um Crime)
Lady Bird (Lady Bird: É Hora de Voar)
Call Me By Your Name (Me Chame pelo seu Nome)
The Florida Project (O Projeto Flórida)
The Big Sick (Doentes de Amor)
I, Tonya (Eu Tonya)

MAIORES AMEAÇAS
Mudbound
Darkest Hour (Destino de uma Nação)
Wonder Woman (Mulher Maravilha)
Phantom Thread (Trama Fantasma)
Molly's Game (A Grande Jogada)

POSSIBILIDADES
Blade Runner 2049
All the Money in the World (Todo o Dinheiro do Mundo)
Downsizing (Pequena Grande Vida)
Wonder (Extraordinário)
The Greatest Showman (O Rei do Show)

POUCAS CHANCES
Wind River (Terra Selvagem)
Battle of the Sexes (Batalha dos Sexos)
Beauty and the Beast (Bela e a Fera)
War for the Planet of the Apes (Planeta dos Macacos: A Guerra)
Mother! (Mãe!)


MELHOR DIRETOR (Filme)
Christopher Nolan (Dunkirk)
Guillermo del Toro (A Forma da Água)
Jordan Peele (Corra!)
Steven Spielberg (The Post: A Guerra Secreta)
Sean Baker (O Projeto Flórida)

Guilhermo Del Toro
MAIORES AMEAÇAS
Luca Guadagnino (Me Chame pelo seu Nome)
Greta Gerwig (Lady Bird: É Hora de Voar)
Martin McDonagh (Três Anúncios para um Crime)
Ridley Scott (Todo o Dinheiro do Mundo)

POSSIBILIDADES
Paul Thomas Anderson (Trama Fantasma)
Joe Wright (Destino de uma Nação)
Patty Jenkins (Mulher Maravilha)
Alexander Payne (Pequena Grande Vida)

POUCAS CHANCES
Aaron Sorkin (A Grande Jogada)
Dee Rees (Mudbound)
Denis Villeneuve (Blade Runner 2049)
Craig Gillespie (Eu, Tonya)


MELHOR ATOR (Filme)
Gary Oldman (Destino de uma Nação)
Timothee Chalamet (Me Chame pelo seu Nome)
Daniel Day-Lewis (Trama Fantasma)
James Franco (O Artista do Desastre)
Tom Hanks (The Post: A Guerra Secreta)

Daniel D. Lewis
MAIORES AMEAÇAS
Daniel Kaluuya (Corra!)
Denzel Washington (Roman J. Israel, Esquire)
Jake Gyllenhaal (O que te faz mais forte)
   
POSSIBILIDADES
Jamie Bell (Film Stars Don't Die in Liverpool)
Robert Pattinson (Bom Comportamento)
Jeremy Renner (Terra Selvagem)
  
POUCAS CHANCES
Hugh Jackman (O Rei do Show)
Jacob Tremblay (Extraordinário)
Christian Bale (Hostiles)


MELHOR ATRIZ (Filme)
Margot Robbie (Eu, Tonya)
Frances McDormand (Três Anúncios para um Crime)
Saoirse Ronan (Lady Bird: É hora de Voar)
Meryl Streep (The Post: A Guerra Secreta)
Sally Hawkins (A Forma da Água)

MAIORES AMEAÇAS
Judi Dench (Victoria & Abdul: O Confidente da Rainha)
Frances McDormand
Jessica Chastain (A Grande Jogada)
Kate Winslet (Roda Gigante)
Annette Bening (Film Stars Don't Die in Liverpool)

POSSIBILIDADES
Gal Gadot (Mulher Maravilha)
Diane Kruger (Em Pedaços)
Emma Stone (Batalha dos Sexos)
Brooklynn Prince (O Projeto Flórida)

POUCAS CHANCES
Michelle Williams (Todo o Dinheiro do Mundo)
Jennifer Lawrence (Mãe!)
Vicky Krieps (Trama Fantasma)
Salma Hayek (Beatriz at Dinner)


MELHOR ATOR COADJUVANTE
Willem Dafoe (O Projeto Florida)
Sam Rockwell (Três Anúncios para um Crime)
Armie Hammer (Me chame pelo seu Nome)
Woody Harrelson (Três Anúncios para um Crime)
Richard Jenkins (A Forma da Água)

MAIORES AMEAÇAS
Michael Stuhlbarg (Me chame pelo seu Nome)
Christopher Plummer (Todo o Dinheiro do Mundo)
Ray Romano (Doentes de Amor)
Steve Carell (Batalha dos Sexos)

Bob Odenkirk
POSSIBILIDADES
Sebastian Stan (Eu, Tonya)
Bob Odenkirk (The Post: A Guerra Secreta)
Tracy Letts (Lady Bird: É Hora de Voar)
Michael Shannon (A Forma da Água)

POUCAS CHANCES
Patrick Stewart (Logan)
Jim Belushi (Roda Gigante)
Mark Rylance (Dunkirk)


MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Allison Janney (Eu, Tonya)
Laurie Metcalf (Lady Bird: É hora de Voar)
Holly Hunter (Doentes de Amor)
Hong Chau (Pequena Grande Vida)
Octavia Spencer
Octavia Spencer (A Forma da Água)

MAIORES AMEAÇAS
Mary J. Blige (Mudbound)
Tiffany Haddish (Viagem das Garotas)
Bria Vinaite (O Projeto Flórida) 

POSSIBILIDADES
Julia Roberts (Extraordinário)
Catherine Keener (Corra!)
Melissa Leo (Novitiate)

POUCAS CHANCES
Lois Smith (Marjorie Prime)
Lesley Manville (Trama Fantasma)
Julianne Moore (Sem Fôlego)


MELHOR ROTEIRO ADAPTADO (Autor)
Me Chame pelo seu Nome (James Ivory)
A Grande Jogada (Aaron Sorkin)
Mudbound (Dee Rees & Virgil Williams)
O Artista do Desastre (Scott Neustadter & Michael H. Weber)
Extraordinário (Stephen Chbosky, Steve Conrad & Jack Thorne)

MAIORES AMEAÇAS
Film Stars Don't Die in Liverpool (Matt Greenhalgh)
Todo o Dinheiro do Mundo (David Scarpa)

POSSIBILIDADES
Victoria & Abdul: O Confidente da Rainha (Lee Hall)
Sem Fôlego (Brian Selznick)

POUCAS CHANCES
Mulher Maravilha (Jason Fuchs, Allan Heinberg & Zack Snyder)
Bela e a Fera (Stephen Chbosky & Evan Spiliotopoulos)


MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Corra! (Jordan Peele)
Três Anúncios para um Crime (Martin McDonagh)
Lady Bird: É Hora de Voar (Greta Gerwig)
Doentes de Amor (Emily V. Gordon & Kumail Nanjiani)
A Forma da Água (Guillermo del Toro & Vanessa Taylor)


MAIORES AMEAÇAS
The Post: A Guerra Secreta (Liz Hannah & Josh Singer)

The Florida Project
O Projeto Flórida (Sean Baker & Chris Bergoch)
Dunkirk (Christopher Nolan)
Eu, Tonya (Steven Rogers)

POSSIBILIDADES
Destino de uma Nação (Anthony McCarten)
Trama Fantasma (Paul Thomas Anderson)
Pequena Grande Vida (Alexander Payne & Jim Taylor)
Terra Selvagem (Taylor Sheridan)

POUCAS CHANCES
Roda Gigante (Woody Allen)
Os Meyerowitz : Família Não se Escolhe (Noah Baumbach)
Detroit em Rebelião (Mark Boal)
Viva: A vida é uma festa (Matthew Aldrich, Adrian Molina & Lee Unkrich)


MELHOR ANIMAÇÃO
Viva: A vida é uma festa
The Breadwinner
Com Amor, Van Gogh
Carros 3
Lego Batman: O Filme


MAIORES AMEAÇAS
Meu Malvado Favorito 3
The Girl Without Hands
Birdboy: The Forgotten Children
Ethel & Ernest


POSSIBILIDADES
As Aventuras do Capitão Cueca: O Filme
A Estrela de Belém
O Poderoso Chefinho
Lego Ninjago: O Filme


POUCAS CHANCES
Cinderella the Cat
My Entire High School Sinking Into the Sea
Os Smurfs e a Vila Perdida
Emoji : O Filme



MELHOR DOCUMENTÁRIO
Ícaro
Jane
Faces Places
City of Ghosts
Strong Island


MAIORES AMEAÇAS
LA 92
Long Strange Trip
One of Us
Human Flow: Não existe Lar se não há para onde ir
Last Men in Aleppo


POSSIBILIDADES
Uma Verdade mais Inconveniente
Chasing Coral
Ex-Libris: New York Public Library
Abacus: Small Enough to Jail
Unrest



MELHOR FILME ESTRANGEIRO
Israel (Foxtrot)
Suécia (The Square: A Arte da Discórdia)
Líbano (O Insulto)
Chile (Uma Mulher Fantástica)
Rússia (Desamor)


MAIORES AMEAÇAS
Alemanha (Em Pedaços)
África do Sul (The Wound)
Hungria (Corpo e Alma)
Senegal (Félicité)



MELHOR FOTOGRAFIA (Diretor de Fotografia)
Dunkirk (Hoyte van Hoytema)
Blade Runner 2049 (Roger Deakins)
A Forma da Água (Dan Laustsen)
Destino de uma Nação (Bruno Delbonnel)
The Post: A Guerra Secreta (Janusz Kaminski)


MAIORES AMEAÇAS
Sem Fôlego (Ed Lachman)
Mudbound (Rachel Morrison)
Me Chame pelo seu Nome (Sayombhu Mukdeeprom
Lady Bird: É Hora de Voar (Sam Levy)
Detroit em Rebelião (Barry Ackroyd)
Eu, Tonya (Nicolas Karakatsanis)


POSSIBILIDADES
Três Anúncios para um Crime (Ben Davis)
Bela e a Fera (Tobias A. Schliessler)
Mãe! (Matthew Libatique)
O Projeto Flórida (Alexis Zabe)
Pequena Grande Vida (Phedon Papamichael)
Mulher Maravilha (Matthew Jensen)


POUCAS CHANCES
Roda Gigante (Vittorio Storaro)
Planeta dos Macacos : A Guerra (Michael Seresin)
Atômica (Jonathan Sela)
Em Ritmo de Fuga (Bill Pope)
Star Wars: Os Últimos Jedis (Steve Yedlin)
O Rei do Show (Seamus McGarvey)
  


MELHOR EDIÇÃO (Diretor de Edição)
Dunkirk (Lee Smith)
The Post: A Guerra Secreta (Sarah Broshar & Michael Kahn)
A Forma da Água (Sidney Wolinsky)
Star Wars: Os Últimos Jedi (Bob Ducsay)
Em Ritmo de Fuga (Jonathan Amos & Paul Machliss)


MAIORES AMEAÇAS
Blade Runner 2049
Blade Runner 2049 (Joe Walker)
Eu, Tonya (Tatiana S. Riegel)
Destino de uma Nação (Valerio Bonelli)
Três Cartazes para um Crime (Jon Gregory)
Corra! (Gregory Plotkin)
Me Chame pelo seu Nome (Walter Fasano)


POSSIBILIDADES
Mulher Maravilha (Martin Walsh)
A Grande Jogada (Alan Baumgarten, Elliot Graham & Josh Schaeffer)
Lady Bird: É Hora de Voar (Nick Houy)
Detroit em Rebelião (William Goldenberg & Harry Yoon)
O Projeto Flórida (Sean Baker)
Mãe! (Andrew Weisblum)



POUCAS CHANCES
Planeta dos Macacos: A Guerra (William Hoy & Stan Salfas)
O Rei do Show (Joe Hutshing)
Bela e a Fera (Virginia Katz)
Pequena Grande Vida (Kevin Tent)
Mudbound (Mako Kamitsuna)
Trama Fantasma (Dylan Tichenor)



MELHOR MAQUIAGEM E PENTEADOS
Destino de uma Nação
Extraordinário
Bright

MAIORES AMEAÇAS
Guardiões da Galáxia, Volume 2
Eu, Tonya
A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell
Victoria and Abdul: O Confidente da Rainha



MELHOR TRILHA SONORA (Compositor)
Dunkirk (Hans Zimmer)
The Shape of Water (Alexandre Desplat)
The Post: A Guerra Secreta (John Williams)
Star Wars: Os Últimos Jedi (John Williams)
Destino de uma Nação (Dario Marianelli)

MAIORES AMEAÇAS
Sem Fôlego (Carter Burwell)
Ameaça Fantasma (Jonny Greenwood)
Blade Runner 2049 (Benjamin Wallfisch & Hans Zimmer)
Victoria and Abdul: O Confidente da Rainha (Thomas Newman)

POSSIBILIDADES
Detroit em Rebelião (James Newton Howard)
O Rei do Show (John Debney, Benj Pasek & Justin Paul)
Mulher Maravilha (Rupert Gregson-Williams)
Planeta dos Macacos: A Guerra (Michael Giacchino)

POUCAS CHANCES
A Grande Jogada (Daniel Pemberton)
Batalha dos Sexos (Nicholas Britell)
Jane (Philip Glass)



MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
"Stand Up for Something" — (Marshall)
cantada por Andra Day & Common
escrita por Diane Warren

"Evermore" — (Bela e a Fera)
cantada por Dan Stevens
escrita por Alan Menken & Tim Rice

  
"This Is Me" — (O Rei do Show)
cantada por Keala Settle
escrita por Benj Pasek & Justin Paul

"It Ain't Fair" — (Detroit em Rebelião)
cantada por The Roots, ft. Bilal
escrita por The Roots

"I Don't Wanna Live Forever" — (Cinquenta Tons de Cinza)
cantada por Taylor Swift & Zayn Malik
escrita por by Jack Antonoff, Sam Drew & Taylor Swift

MAIORES AMEAÇAS
"The Mystery of Love" — (Me Chame pelo seu Nome)
cantada por Sufjan Stevens
escrita por Sufjan Stevens

"Mighty River" — (Mudbound)
cantada por Mary J. Blige
escrita por Mary J. Blige, Raphael Saadiq & Taura Stinson

"Remember Me" — (Viva: A Vida é uma Festa)
escrita por Bobby Lopez & Kristen Anderson Lopez
cantada por Miguel & Natalia Lafourcade

"The Star" — (A Estrela de Belém)
cantada por Mariah Carey
escrita por Mariah Carey & Marc Shaiman

"Jump" — (Step)
cantada por Cynthia Erivo
escrita por Raphael Saadiq, Taura Stinson, & Laura Karpman

"Truth to Power" — (Uma Verdade Mais Inconveniete)
cantada por One Republic
escrita por Ryan Tedder & T-Bone Burnett

"Prayers for This World" — (Cries from Syria)
cantada por Cher
escrita por Diane Warren

"You Shouldn't Look at Me That Way" — (Film Stars Don't Die in Liverpool)
cantada por Elvis Costello
escrita por Elvis Mitchell

"There’s Something Special" — (Meu Malvado Favorito 3)
escrita e cantada por Pharrell Williams

"To Be Human" — (Mulher Maravilha)
cantada por by Sia
escrita por Florence Welch & Rick Nowels


POSSIBILIDADES
"The Promise" — (A Promessa)
cantada por Chris Cornell
escrita por Chris Cornell

"Dancing Through the Wreckage" — (Served Like a Girl)
cantada por Pat Benatar
escrita por Pat Benatar, Neil Giraldo & Linda Perry

"If I Dare" — (Batalha dos Sexos)
cantada por Sara Bareilles
escrita por Sara Bareilles & Nicholas Britell

"Home" — (O Touro Ferdinando)
cantada por by Nick Jonas
escrita por Nick Jonas, Nick Monson & Justin Tranter

"Hold the Light" — (Only the Brave)
Only the Brave

cantada por Dierks Bentley
escrita por Sean Carey, Dierks Bentley, Jon Randall & Joseph Trapanese

"Visions of Gideon" — (Me Chame pelo seu Nome)
cantada por Sufjan Stevens
escrita por Sufjan Stevens


"Tell Me How Long" — (Chasing Coral)
cantada por Kristen Bell
escrita por Dan Romer & Terry Geiger

"How Does a Moment Last Forever" — (Bela e a Fera)
cantada por Emma Watson
escrita por Alan Menken & Tim Rice

"Days in the Sun" — (Bela e a Fera)
cantada por Emma Watson, Audra McDonald, e outros
escrita por Alan Menken & Tim Rice



MELHOR DESENHO DE PRODUÇÃO
Dunkirk
A Forma da Água
Blade Runner 2049
Bela e a Fera
Assassinato no Orient Express

MAIORES AMEAÇAS
Sem Fôlego
The Post: A Guerra Secreta
Trama Fantasma
Pequena Grande Vida
Mulher Maravilha
Star Wars: Os Últimos Jedi


POSSIBILIDADES
Corra!
O Destino de uma Nação
Três Anúncios para um Crime
Mãe!
Okja
Roda Gigante

POUCAS CHANCES
Em Ritmo de Fuga
Planeta dos Macacos: A Guerra
O Rei do Show
Mudbound
Me Chame pelo seu Nome



MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
Planeta dos Macacos: A Guerra
A Forma da Água
Star Wars: Os Últimos Jedi
Star Wars
Blade Runner 2049
Dunkirk


MAIORES AMEAÇAS
Okja
Guardiões da Galáxia: Volume 2
Kong: A Ilha da Caveira
Alien: Covenant
Valerian e a Cidade dos Mil Planetas




Fonte: TWR