quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Lista Completa dos Indicados ao 76º Globo de Ouro


Dia 6 de janeiro de 2019, às 23h00 no Brasil, ocorre a cerimônia do 76º Globo de Ouro, que será apresentado pela dupla Sandra Oh e Andy Samberg.

Abaixo a lista completa dos indicados. Quando o título em Português é diferente do original em Inglês, a tradução está ao lado.


Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para TV
Amy Adams (“Sharp Objects”) ‘Objetos Cortantes’
Patricia Arquette (“Escape at Dannemora”)
Connie Britton (“Dirty John”)
Laura Dern (“The Tale”) ‘O Conto’
Regina King (“Seven Seconds”)


Melhor Série de TV em Comédia ou Musical
“Barry” (HBO)
“The Good Place” (NBC) ‘O Bom Lugar’
“Kidding” (Showtime)
“The Kominsky Method” (Netflix) ‘O Método Kominsky’
“The Marvelous Mrs. Maisel” (Amazon) ‘A Maravilhosa Sra. Maisel’

Melhor Filme em Língua Estrangeira
“Capernaum” ‘Cafarnaum’ - Líbano
“Girl” – Holanda/Bélgica
“Never Look Away” – Alemanha/Itália
“Roma” - México
“Shoplifters” ‘Assunto de Família’ – Japão

Melhor Ator em Minissérie ou Filme feito para TV
Antonio Banderas
Daniel Bruhl
Darren Criss
Benedict Cumberbatch
Hugh Grant

Melhor Atriz Coadjuvante para Série, Minissérie ou Filme para TV
Alex Bornstein (The Marvelous Mrs. Maisel)
Patricia Clarkson (Sharp Objects)
Penelope Cruz (The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story) ‘O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story’
Thandie Newton (Westworld)
Yvonne Strahovski (The Handmaid’s Tale) ‘O Conto da Aia’

Melhor Trilha Sonora - Filme
Marco Beltrami (“A Quiet Place”) ‘Um Lugar Silencioso’
Alexandre Desplat (“Isle of Dogs”) ‘Ilha de Cachorros’
Ludwig Göransson (“Black Panther”) ‘Pantera Negra’
Justin Hurwitz (“First Man”) “O Primeiro Homem’
Marc Shaiman (“Mary Poppins Returns”) ‘O Retorno de Mary Poppins’

Melhor Minissérie ou Filme para TV
“The Alienist” (TNT)
“The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” (FX)
“Escape at Dannemora” (Showtime)
“Sharp Objects” (HBO)
“A Very English Scandal” (Amazon)

Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme para TV
Alan Arkin
Kieran Culkin
Edgar Ramirez
Ben Whishaw
Henry Winkler

Melhor Roteiro - Filme
Alfonso Cuaron (“Roma”)
Deborah Davis and Tony McNamara (“The Favourite”) ‘A Favorita’
Barry Jenkins (“If Beale Street Could Talk”) ‘Se a Rua Beale falasse’
Adam McKay (“Vice”)
Peter Farrelly, Nick Vallelonga, Brian Currie (“Green Book”) ‘Green Book: O Guia’

Melhor Atriz em Série de TV – Musical ou Comédia
Kristen Bell
Candice Bergen
Alison Brie
Rachel Brosnahan
Debra Messing

Melhor Ator em Série de TV – Musical ou Comédia
Sasha Baron Cohen (Who Is America?)
Jim Carrey (Kidding)
Michael Douglas (The Kominsky Method)
Donald Glover (Atlanta)
Bill Hader (#Barry)

Melhor Filme de Animação
“Incredibles 2” ‘Os Incríveis 2’
“Isle of Dogs”
“Mirai” ‘Mirai no Mirai’
“Ralph Breaks the Internet” ‘Wifi Ralph: Quebrando a Internet’
“Spider-Man: Into the Spider-Verse” ‘Homem Aranha no AranhaVerso’

Melhor Atriz em Série de TV – Drama
Caitriona Balfe (“Outlander”)
Elisabeth Moss (“Handmaid’s Tale”)
Sandra Oh (“Killing Eve”)
Julia Roberts (“Homecoming”)
Keri Russell (“The Americans”)

Melhor Ator em Filme – Musical ou Comédia
Christian Bale (“Vice”)
Lin-Manuel Miranda (“Mary Poppins Returns”)
Viggo Mortensen (“Green Book”)
Robert Redford (“The Old Man & the Gun”)
John C. Reilly (“Stan & Ollie”)

Melhor Diretor - Filme
Bradley Cooper (“A Star Is Born”) ‘Nasce uma Estrela’
Alfonso Cuaron (“Roma”)
Peter Farrelly (“Green Book”)
Spike Lee (“BlacKkKlansman”) ‘Infiltrado na Klan’
Adam McKay (“Vice”)
]
Melhor Roteiro - Filme
Alfonso Cuaron (“Roma”)
Deborah Davis and Tony McNamara (“The Favourite”)
Barry Jenkins (“If Beale Street Could Talk”)
Adam McKay (“Vice”)
Peter Farrelly, Nick Vallelonga, Brian Currie (“Green Book”)

Melhor Trilha Sonora – Filme
Marco Beltrami (“A Quiet Place”)
Alexandre Desplat (“Isle of Dogs”)
Ludwig Göransson (“Black Panther”)
Justin Hurwitz (“First Man”)
Marc Shaiman (“Mary Poppins Returns”)

Melhor Canção Original - Filme
“All the Stars” (“Black Panther”)
“Girl in the Movies” (“Dumplin’”)
“Requiem For a Private War” (“A Private War”)
“Revelation’ (“Boy Erased”) ‘Boy Erased: Uma Verdade Anulada’
“Shallow” (“A Star Is Born”)

Melhor Série de TV - Drama
“The Americans”
“Bodyguard” ‘Segurança em Jogo’
“Homecoming”
“Killing Eve”
“Pose”

 Best Performance by an Actor in a Television Series – Drama
Jason Bateman (“Ozark”)
Stephan James (“Homecoming”)
Richard Madden (“Bodyguard”)
Billy Porter (“Pose”)
Matthew Rhys (“The Americans”)

Best Television Series – Musical or Comedy
“Barry” (HBO)
“The Good Place” (NBC)
“Kidding” (Showtime)
“The Kominsky Method” (Netflix)
“The Marvelous Mrs. Maisel” (Amazon)

Best Performance by an Actress in a Television Series – Musical or Comedy
Kristen Bell (“The Good Place”)
Candice Bergen (“Murphy Brown”)
Alison Brie (“Glow”)
Rachel Brosnahan (“The Marvelous Mrs. Maisel”)
Debra Messing (“Will & Grace”)

Best Performance by an Actor in a Television Series – Musical or Comedy
Sasha Baron Cohen (“Who Is America?”)
Jim Carrey (“Kidding”)
Michael Douglas (“The Kominsky Method”)
Donald Glover (“Atlanta”)
Bill Hader (“Barry”)

Best Television Limited Series or Motion Picture Made for Television
“The Alienist” (TNT)
“The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” (FX)
“Escape at Dannemora” (Showtime)
“Sharp Objects” (HBO)
“A Very English Scandal” (Amazon)

Melhor Filme – Drama
Black Panther
BlacKkKlansman
Bohemian Rhapsody
If Beale Street Could Talk
A Star Is Born

Melhor Filme – Musical ou Comédia
Crazy Rich Asians ‘Podres de Ricos’
The Favourite ‘A Favorita’
Green Book
Mary Poppins Returns
Vice


Melhor Atriz em Filme - Drama
Glenn Close, The Wife  ‘A Esposa
Lady Gaga, A Star Is Born
Nicole Kidman, Destroyer  ‘O Peso do Passado’
Melissa McCarthy, Can You Ever Forgive Me?  ‘Poderia me Perdoar’
Rosamund Pike, A Private War

Melhor Ator em Filme – Drama
Willem Dafoe, At Eternity’s Gate  ‘No Portal da Eternidade’
Lucas Hedges, Boy Erased
Rami Malek, Bohemian Rhapsody
John David Washington, BlacKkKlansman

Melhor Atriz em Filme – Musical ou Comédia
Emily Blunt, Mary Poppins Returns
Olivia Colman, The Favourite
Elsie Fisher, Eighth Grade ‘Oitava Série’
Charlize Theron, Tully
Constance Wu, Crazy Rich Asians

Melhor Ator em Filme – Musical ou Comédia
Christian Bale, Vice
Lin-Manuel Miranda, Mary Poppins Returns
Viggo Mortensen, Green Book
Robert Redford, The Old Man & The Gun
John C. Reilly, Stan & Ollie

Melhor Atriz Coadjuvante em Filme
Amy Adams, Vice
Claire Foy, First Man
Regina King, If Beale Street Could Talk
Emma Stone, The Favourite
Rachel Weisz, The Favourite

Melhor Ator Coadjuvante em Filme
Mahershala Ali, Green Book
Timothee Chalamet, Beautiful Boy  ‘Querido Menino’
Richard E. Grant, Can You Ever Forgive Me?
Sam Rockwell, Vice
Adam Driver, BlacKkKlansman

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Filme de Weinstein "Boys in the Boat" será produzido pela MGM

A Metro-Goldwyn-Mayer (MGM) se juntou à Lantern Entertainment para adaptar, financiar, produzir e distribuir filme sobre remo "Boys in the Boat."

Será o primeiro filme a ser feito pela Lantern, que comprou a produtora Weinstein Co. em Julho por US$289 milhões e está procurando reviver o estúdio, que foi levado à falência pelos escândalos do seu produtor Harvey Weinstein. 

Weinstein havia comprado os direitos para adaptação do livro "The Boys in the Boat", do escritor Daniel James Brown, que conta sobre remadores americanos, ganhadores da medalha de ouro na Olimpíada de Berlim em 1936. Kenneth Branagh era cotado para dirigir, mas o desenvolvimento do projeto, na época,  não teve prosseguimento.

O livro "The Boys in the Boat", que fala sobre a busca épica de nove americanos para conseguir a medalha de ouro em remo na Berlim nazista de 1936, foi publicado em 2013.

O filme vai focalizar a história de um time desacreditado de remo da Universidade de Washington, que derrotou grandes times de Harvard e Yale em seu caminho para chegar a uma medalha de ouro contra o time alemão, na Olimpíada de 1936.

Com um time composto de filhos de lenhadores, trabalhadores de cais e fazendeiros, uma equipe de remadores de oito rapazes da Universidade de Washington nunca teria chances de ganhar dos times da elite da Costa Leste Americana e da Grã-Bretanha. E não é que acabam conseguindo, derrotando a grande equipe alemã que remava por Adolf Hitler. O protagonista do livro é Joe Rantz, um adolescente sem família, que rema não apenas para retomar seu auto-respeito, mas também para encontrar um lugar real para ele no mundo. Se baseando nos próprios diários dos garotos, Brown criou um retrato inesquecível de uma era, um celebração de um grande feito e uma narrativa de uma busca pessoal de um jovem extraordinário.

"Não poderíamos estar mais honrados e animados na parceria com os produtores da Lantern para essa história inspiradora, que foi narrada por Daniel Brown," disse Jonathan Glickman, presidente da MGM. "Os temas a serem tratados, a caracterização e a época merecem que a história seja contada no cinema e ficamos honrados em poder levá-la para o público mundial."

A MGM vai cuidar da distribuição mundial.

"Estamos orgulhos na parceria com a MGM e seu talentoso time de executivos, para levar essa emocionante história ao cinema," disseram Andy Mitchell e Milos Brajovic, co-presidentes da Lantern.


Fonte: Variety.

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Entrevista do Roteirista Josh Singer, de “First Man” (O Primeiro Homem)



Josh Singer
O diretor Damien Chazelle, de filmes como “Whiplash: Em Busca da Perfeição” e “La La Land: Cantando Estações”, e Ryan Gosling, de “Blade Runner 2049” entre outros filmes, estão juntos de volta depois do estrondoso e premiado sucesso do musical “La La Land” para fazer agora um filme biográfico baseado no livro de James Hansen, “First Man: A Life of Neil A. Armstrong”. O livro foi adaptado pelo vencedor do Oscar por “Spotlight – Segredos Revelados”, o roteirista Josh Singer, que apesar do nome é escritor.

O filme tem ainda um grande elenco, que inclui Claire Foy como Janet Shearon, a primeira esposa de Neil, Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) como eEd White , Shea Wigham (“Kong: a Ilha da Caveira”) como Gus Grisson, Brian d’Arcy James (“13 Reasons Why”) como Joseph A. Walker, e Pablo Schreiber (“American Gods”) como Jim Lovell.

O filme vai estrear dia 18 de outubro no Brasil.

Abaixo a entrevista com Josh Singer, que ele fez para o site ComingSoon.net (CS):

CS: O que está achando da recepção do filme, até agora?
Josh Singer: Estou muito orgulhoso do trabalho  e do trabalho feito por Damien Chazelle, assim como o desempenho dos atores principais, Ryan Gosling e Claire Foy. Acho que o filme não é apenas fantástico, mas é um daqueles que em uma segunda, terceira e quarta vez assistindo, vocês verão muitas facetas e detalhes, que é algo que me fez ficar muito orgulhoso de ter participado.

Gosling e Claire Foy
CS: A Claire, como a esposa de Neil, tem um papel crucial no filme, porque o próprio Neil é tão reservado que, muitas vezes, você acha que ela está refletindo e sendo a porta voz de tudo que ele vai sofrer emocionalmente.  Poderia falar um pouco sobre ela ser um condutor emocional para ele, assim como pela própria experiência dela?
Singer: Sim, não, foi um grande desafio para nós. O Neil tem uma personalidade emocionalmente fechada, assim tivemos que  manter isso para ser verdadeiro com a realidade. Você está trabalhando com um escopo muito limitado em termos de alcance emocional e, enquanto Ryan fez tanto com tão pouco, há ainda o desafio de que você não verá explosões emocionais nesse indivíduo. Não era o tipo dele. Eu sabia que teríamos que ser limitados, certo? Eu também sabia que Ryan iria demonstrar isso como ator, mas eu sabia que seria algo limitado, contido em termos desse alcance emocional que poderíamos dar a Neil. E a resposta para esse desafio era justamente a Janet. Ela está um pouco contida também em termos do papel dela, mas não precisávamos ser tão contidos, porque Janet tinha personalidade forte e porque eu acredito que o papel da esposa de um astronauta era estar com ele 100%, segurando as pontas e estar sob o olhar do público. Eu acho que Janet manejou tudo isso com maestria e realmente poderia ser um amparo emocional para nós. Ficamos emocionados de poder ter Claire Foy para fazer o papel, porque ela é alguém que, como Ryan, pode fazer muito com tão pouco, não é? Os olhos dela são expressivos. Um dos meus momentos favoritos é quando Neil bate a porta com força, quando ele está conversando depois da Gemini 8 e isto é uma história real. Ele estava muito chateado com a Gemini 8. É quando ele bate a porta e há uma ação onde Claire reage à porta sendo batida e depois de um segundo, ela diz, “Sim, está tudo bem.” Para mim e de alguma forma nesse momento, ela resume muito sobre o que era o papel da esposa de um astronauta. E assim, ele faz uma daquelas coisas que você escreve e espera que os atores possam transmitir muito sem diálogo, com ações, com olhares. Eu acho que os dois fizeram um grande trabalho, mas não há dúvida que reconhecemos a ideia de que Janet seria o amparo, a âncora de apoio para o filme, por causa de todas as limitações com o personagem de Neil.

CS: Um pequeno e importante detalhe emocional para Neil é através do bracelete de Karen. Isso foi uma invenção ou algo que acharam nas pesquisas?
Chazelle, Gosling, Corey Stoll e Luke Haas
Singer: É uma conjectura, mas não é minha. Jim Hansen, escritor do livro, que passou 50 horas entrevistando Neil e vários anos trabalhando com ele, ele chegou ao final da sua pesquisa e essencialmente chegou à conclusão de que ele pensou que Neil pudesse ter deixado algo na superfície da Lua. E olha, isso não é incomum. Charlie Duke (astronauta da Apollo 16, que também pisou na Lua) deixou uma foto da sua família na Lua. Assim, a ideia de deixar uma lembrança na Lua era comum. Jim achou que talvez Neil tenha feito isso. Ele perguntou a Neil sobre a lista de objetos de seu kit pessoal, onde ele poderia ter colocado algo lá dentro e Neil disse que havia perdido ele, algo que seria muito atípico de Neil. Então, Jim foi até a irmã de Neil, June Hoffman, que conhecia Neil tão bem quanto quase qualquer pessoa no mundo e perguntou, “Você acha que Neil possa ter deixado algo de Janet na superfície da Lua?”. E June respondeu: “Oh, eu espero muito que sim.” Assim, nós escolhemos focar nesse momento. E a propósito, no momento em que Neil passeia na superfície lunar, há uma passagem em que ele não é filmado propositadamente para evidenciar esse caso. Não era algo que constava da lista de coisas a fazer na missão. Ele tinha uma tonelada de coisas a fazer durante o tempo na Lua, pegar amostras de rochas, fazer experiências e o contato com o presidente Nixon. Havia muita coisa que estava planejada. Aquilo não era planejado, o momento em que ele vagueia por uma cratera a oeste. Ninguém realmente fez ideia o que ele estava pensando fazer  ou o que ele fez. A conjectura de Jim era que talvez ele tenha deixado algo lá. Eu pensei, bem, se é bastante bom para o Jim e é bom para a June, então seria também bom para mim.

CS: Talvez oito ou nove anos atrás, eu tive a chance de entrevistar vários astronautas da Apollo para um documentário. Tinha o Buzz, o Michael Collins, todos eles estavam lá. Em certo ponto, Buzz indicou o dedo para meu aparelho celular, que eu tinha na época e ele disse, “Há mais tecnologia nesse telefone do que havia no módulo lunar.”  Poderia falar um pouco sobre isso, porque o filme retrata com fidelidade como os equipamentos eram tão simples e não super sofisticados como todo mundo pensava?
Singer: Sim, claro. Nós estávamos muito conscientes disso desde o começo. Era uma das coisas que ele tinha dito, que era dar um senso de como eram desafiadores e assustadores aqueles voos, como eram claustrofóbicos. Eu acho que uma das coisas que as pessoas observarão é como quase todo o filme é filmado com muitos close-ups. É muito claustrofóbico de propósito, até que você chegue à Lua. Nós tentamos passar essa ideia de claustrofobia, tanto na cabine, como o sentimento da morte onipresente em cada etapa. Eu acho que a claustrofobia é crítica, mas também há tão pouco espaço que te separa dos elementos da estrutura. Ela não era feita do material mais forte que existia. E é com baixa tecnologia, ou melhor, com a tecnologia que havia na época. Com isso dito, eles realmente tinham computadores. Esses computadores apenas estavam no chão em vez de estarem também no módulo, certo? Eu acho que tem sido um pouco de mito de como as coisas eram fáceis. Nós realmente queríamos quebrar esse mito e mostrar o desafio, porque eu acho que, em algumas maneiras, isso é muito mais inspirador do que você percebe, “Ah, sim, essas coisas estavam dentro do nosso alcance. Só tivemos que  nos sacrificar bastante.” Com o oposto a, “Não, não, eles foram super heróis e tiveram aquela coragem especial que os capacitaram para ir até lá.”

CS: No filme “Trovão Tropical”, uma das piadas era aquela em que o personagem de Robert Downey Jr. tinha interpretado Neil Armstrong. Esse personagem era um ator que queria ganhar o Oscar e ele havia ganhado todas as premiações. Como uma pessoa, que não roteirizou apenas este filme, mas vários filmes biográficos – alguns deles que ganharam o Oscar – como você foca em contar a história da maneira que precisa ser contado, oposto a contar um história que é mais atraente para a temporada de premiações?
Singer: Isso é engraçado. Eu não sei o que é ser atraente para a temporada de premiações. Pode se argumentar que fazer a história de um grande homem nos dias de hoje não seja tão atraente para a temporada de prêmios. Mas eu me sinto atraído pela história de Neil Armstrong, porque ele não é necessariamente um grande personagem da história, ele é mais um homem que se sacrifica enormemente a fim de conseguir um objetivo. Me sinto atraído por histórias que nos dizem coisas que ainda não sabemos. Como, é claro, nós sabemos que ele foi até a Lua, mas eu não creio realmente que sabemos como ele chegou à Lua. Eu acho que é uma história realmente interessante da mesma maneira como sabemos que o escândalo da Igreja Católica foi exposto pelo jornal “The Boston Globe” em 2002 (fato relatado no filme “Spotlight: Segredos Revelados”. Como eles chegaram a essa história, o fato de que eram quatro jornalistas católicos, que realmente fizeram a reportagem, baseada na sugestão de um editor-chefe judeu, isso para mim é fascinante. Eu acredito que sou profundamente um historiador amador na verdade. Eu estou menos interessado em prêmios e mais interessado em ideias provocadoras  sobre onde nós estamos. Assim, por que essa história é relevante ainda hoje? De novo, como eu disse, eu acho que pelo fato que você precisa se sacrificar para conseguir algo, isso é ser o que você vai fazer pelo seu país, não o que o país vai fazer por você. Para mim, são aprendizados que ressoam dentro de mim. O fato que ele é um líder que não estava tagarelando seu feito, não era sobre palavras e sim por ações, isso é algo que está em falta ultimamente. Se é para ser um filme de ganhar prêmios, que seja.



Fonte: ComingSoon.net



segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Mel Gibson deve dirigir nova versão do clássico western "Meu Ódio Será Sua Herança"

De acordo com o site Deadline, Mel Gibson deve dirigir "Meu Ódio Será Sua Herança", uma nova versão do clássico do mesmo nome de 1969, dirigido po Sam Peckinpah, um dos maiores westerns de todos tempos. Peckinpah era um besta e um bestial. Um maluco, mas também um gênio.

No filme original, um grupo de foras da lei, já envelhecidos, procuram por um último e final grande golpe para poderem se aposentar, vendo que o tradicional oeste americano já estava desaparecendo ao redor deles e a área industrial está começando a dominar.

Eles são perseguidos por um grupo de homens, liderados por um antigo parceiro e que eles enganaram, feito por Robert Ryan. Peckinpah escreveu o roteiro com Walon Green. Nesse clássico de 1969, havia elenco de veteranos, como William Holden, Ernest Borgnine, Robert Ryan, Edmond O'Brien, Warren Oates e Ben Johnson. Warren fazia parte da trupe de Peckinpah, assim como Ben Johnson na trupe de John Ford.

Na época, o filme foi considerado muito violento, mas depois acabou sendo considerado um obra-prima estilística. A Warner tentou várias vezes fazer um 'remake', mas agora parece estar em boas mãos com Gibson. Ele ganhou Oscar de Melhor Filme por "Braveheart" (Coração Valente) e seu "Até o Último Homem" foi indicado como Melhor Filme. Gibson é considerado uma dos melhores diretores de filme de ação atualmente.

Gibson ainda está na pré-produção de "Destroyer", um drama de ação sobre a 2ª Guerra, que ele vai dirigir e que será estrelado por Mark Wahlberg, baseado em livro de John Vukovitz. O filme está em fase final de financiamento, mas Gibson já está vendo locais para externas na Austrália, onde a filmagem começará no começo de 2019.

Quem quiser saber mais sobre "Meu Ódio Será Sua Herança", veja a página excelente do site de Paulo Telles:

http://articlesfilmesantigosclub.blogspot.com/2017/11/meu-odio-sera-sua-heranca-1969-obra-de.html


Abaixo um trailer do filme original de Peckinpah.


sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Momentos com "Sra. Maisel" ou Rachel Brosnahan

A noite perfeita da atriz Rachel Brosnahan na premiação do Emmy - que incluiu não somente o prêmio de melhor atriz em comédias pela série "A Maravilhosa Sra. Maisel", como também os prêmios de melhor série de comédia, entre outros - teve uma pequena preocupação. Foi a questão simples de um anel de diamantes que ela não conseguia tirar do dedo.

Horas antes, na pressa de se arrumar, ela tentou tirar seu belo anel. Mas ela queria mudá-lo para outro dedo e ele não saia. "E aí você percebe quando está puxando algo que não sai; fica inchado," conta ela na manhã seguinte, depois de um café da manhã tardio em seu quarto de hotel em Hollywood. "Assim entrei no tapete vermelho com esse pânico sobre o anel que estava preso no meu dedo."

Só depois que ela chegou em casa tarde da noite, é que foi capaz de fazer uma pesquisa no Youtube e aprender como tirar, usando fio dental e óleo de oliva. Depois de algum esforço, o anel saiu. "Agora sim foi uma noite perfeita," acrescentou ela com um sorriso.

A cerimônia tinha acabado de começar quando ficou claro que a noite era de Sra. Maisel & Cia. Primeiro, foi Alex Borstein ( que faz a gerente do clube de shows, Susie Myerson) ganhar por melhor atriz coadjuvante, depois Amy Sherman-Palladino fazer história como a primeira mulher a ganhar tanto para direção como para roteiro no mesmo ano. Quando a atriz Angela Bassett anunciou o nome de Rachel, "Eu fiquei completamente maravilhada," disse Brosnahan. Ela não havia preparado um discurso, disse ela, mas depois recordando do discurso de Oprah no Globo de Ouro, ela se lembrou de enumerar uma lista de pessoas que queria agradecer.

"Uma das coisas que mais adoro na série...é sobre uma mulher que está encontrando sua voz novamente, isto é de poder reaver a sua habilidade de falar depois de momentos difíceis.É algo que está acontecendo por todo o país." O EUA vivem momentos de eleições, assim como no Brasil.

"Um das decisões mais importantes que você tem é poder usar a sua voz e votar. Votar, aparecer para votar e trazer amigos  para votar." Relembrando sobre esse chamado na manhã seguinte, ela nega que houve qualquer sugestão de motivação política. "Não soou político para mim," diz ela. "É nosso dever como cidadão de se pronunciar." "Nós temos uma grande eleição chegando e é mais importante do que nunca, que exercitemos nosso direito de votar." (O voto não é obrigatório nos EUA).

Brosnaham disse que não decidiu ainda aonde vai colocar o seu troféu. "O Globo de Ouro está no banheiro, mas a prateleira não é grande para os dois."

"A Maravilhosa Sra. Maisel" provou ser mesmo maravilhosa - a comédia que estreou sua segunda temporada recentemente - ganhou cinco prêmios na noite do Emmy e oito troféus de 14 indicações. A Academia se apaixonou pela estória de Midge Maisel, uma dona de casa de Nova York dos anos 50, que acaba descobrindo ter talento para comédia de 'stand-up'.

Depois do Emmy, ela ainda passou em uma hamburgueria para a última refeição da noite, após ter ido à festa da cerimônia. "Eu não gostou muito de festas," disse ela. "Muita gente se cruzando e conversa rápida e picada, que não é meu forte. Mesmo com o troféu ao lado da cama, ainda não 'caiu a ficha' da vitória.

"Eu nunca me recupero de ter meu nome falado na mesma frase com outros lendárias atrizes nessa categoria, que eu tenho admirado," conta ela sobre suas colegas indicadas, incluindo Pamela Adlon, Allison Janney, Issa Rae, Tracee Ellis Ross e Lily Tomlin. “É muita loucura e inacreditável. É um sonho que eu não sabia que podia ter.”

A série é algo como atuar nas Olimpíadas - não só ter que dominar o tipo de diálogo criado pela roteirista Sherman-Palladino, mas também ter de falar nos palcos dos clubes de comédia.

Em pessoa, a atriz de 27 anos não é como a audaciosa e sincera Midge - seu temperamento quieto é pontuado por risos suaves. "Eu acho que nós duas somos ambiciosas, resilientes e acho que ambos vemos o copo meio cheio," diz ela. "Mas não sou tão confiante como Midge, particularmente quando se refere a trabalho. A Midge entra nesse campo inteiramente novo, onde ela não tem experiência nenhuma e acredita sinceramente em seu coração que ela pode dominá-lo como um leão. Ela nunca desiste por um segundo sequer. Isso não sou eu."

Conseguir ter toda essa valentia é algo muito grande para ela, que reconhece. Começa com a pose de poder no espelho e depois continua com que ela diz ser o diretor assistente tocar a campainha para iniciar. Isso, junto com copiosa quantidade de cafeína, é o que ela credita ser a força para ter todo o ânimo. "A Midge tem muita energia," diz ela. "Muito mais que geralmente nós temos às 4 da manhã em uma segunda-feira."

Depois de duas temporadas (com uma terceira a caminho), Brosnahan admite que ela ainda se sente intimidada. "Eu sabia que a Midge se tornaria uma comediante de sucesso, mas eu realmente não imaginava como seria na prática," diz ela. "O público está aumentando agora, que significa que ele está crescendo pela Midge, mas também está crescendo por mim. Eu estou desempenhando em frente de mais e mais pessoas, toda as vezes que eu subo ao palco, e é assustador. Nunca fica menos assustador. Embora eu tenha conversado com outros comediantes de 'stand-up', isso não é muito diferente. Pelo menos, eu estou em boa companhia, com meu estado de petrificação."

E depois há a questão de estar dentro do padrão exigido pelo criadores e produtores da série, um ponto que Sherman-Palladino salientou, quando recebeu o troféu de melhor roteirista. 

Brosnahan reconhece que a pressão é grande. "Mas eu reconheço que Palladino mostra que o diálogo que ela criou, exatamente como escrito, é a melhor versão," diz ela. Dois assistentes de roteiro estão disponíveis para ter certeza de que nada saia fora do script - um fiscaliza as ações, o outro é só para monitorar o diálogo. "Ela é muito gentil e tão adorável e paciente," diz Rachel, "mas ela frequentemente vem com alguns ajustes, tipo: "Você disse ele tá, mas é ele está." Ela sempre está certa. É com essas pequenas coisas que faz a coisa decolar."

O segredo do sucesso de Rachel é um bom talento da velha guarda e trabalho duro. Ninguém trabalha mais duro no seu ofício. Ela é uma completa perfeccionista, mas da forma mais agradável possível.

Sherman-Palladino já criou uma dos mais famosos personagens femininos, trabalhando com atrizes como Lauren Graham, Alexis Bledel e Sutton Foster. ("Eu preciso dessas mulheres que falam rápido!", indica ela. E essa parceria, também, tem sido criativa para ambas.

Brosnahan diz que ela sempre se surpreende com o talento da sua chefe. "Ela sabe exatamente o que ela quer todo o tempo, como a Midge," diz ela. "Ela dirigi esses episódios e todas as coisas relacionadas com extremo prazer." E ela admite que tenta desesperadamente acompanhar o conhecimento enciclopédico de Palladino da cultura pop, quer seja de hoje ou dos anos 50.

O figurino também a ajuda a entrar no personagem - ele é todo desenhado e costurado por Donna Zakowska. "Eu não me sinto completa até que eu tenha colocado a peruca, arrumado o cabelo, batom e colocado o espartilho," conta Brosnahan. Não é para fazer ela mais magra - suas formas pequenas são aparentes,mesmo que esteja vestida em um pesado robe de hotel - mas para dar ao corpo dela o formato certo da moda dos anos 50, com o torso comprido e cintura mais baixa. 

Ela ainda não roubou nada do armário de Midge, contudo ela está de olho em uma casaco de cashmere cinza que vai até os joelhos. "Ele é muito luxuoso, pesado e quente, é como vestir um cobertor," diz.

Embora Brosnaham tenha sido uma criança tímida do interior de Illinois, ela diz que sempre quis ser uma atriz.

“Principalmente porque eu sempre amei estórias infantis, desde muito jovem. Adorava ler. Fui uma ávida leitora de tudo e qualquer coisa. " Livros de fantasia eram seus favoritos, como os de Roald Dahl e os livros de Harry Potter, pela maneira com que ela era transportada para mundos longínquos e diferentes.
Mas atuar era como um hobby para ela. "Eu acho que nunca pensei por um longo tempo que isso pudesse ser uma carreira. Sempre achei que iria escolher outra coisa." Ela até considerou fazer Psicologia.
E aí ela acabou pegando o papel da enigmática Rachel Posner em "House of Cards" e acabou saindo de pequenos papeis eventuais para a uma carreira recorrente (e conseguiu uma indicação ao Emmy por atriz convidada).
"Eu sempre reflito sobre "House of Cards, que naquele tempo parecia ser a coisa mais difícil, escrucitante, mas também gratificante que já tinha feito até esse ponto, e ele é tão diferente. Era desafiador, porque ele requeria buscar emoções profundas, que eu nunca tinha buscado antes e tentando segurar a barra diante de tantos atores experientes ao meu redor", conta ela. "Tenho a felicidade de dizer que fui capaz de ter mais de uma experiência que é tão gratificante como a de hoje."

Depois que Rachel estrelou a série dramática "Manhattan" e fez alguns trabalhos de teatro, o roteiro para "Maisel" caiu no seu colo. "Eu me apaixonei desde a primeira página," diz ela. "Midge me lembrava de tantas mulheres que eu conheço e amo em todo minha vida, que eu não vejo muito na tela o suficiente - mulheres confiantes, ambiciosas que veem o mundo com um senso de curiosidade insaciável e prazer. Ela também é complicada. Ela é privilegiada e egoísta e tem dificuldade para ver fora da sua visão estreita do mundo. Mas ela está interessada em crescer e desenvolver. E isso é emocionante para mim também."

Os Palladinos estavam fazendo audições de atrizes, quando Brosnahan entrou.
"Há um destemor em Rachel," diz Sherman-Palladinbo. "Ela não tem receio de entrar nos momentos nervosos que Midge estava sentido, quando ela subiu aquele palco."


Brosnahan diz que ela reconhece que a ira impulsiona o objetivo de Midge. "As mulheres são bravas às vezes. Homens são bravos. Todos são bravos." diz ela. "E você não ficaria irada se seu marido dá o fora em você, depois de todas as suas metas e sonhos tenham sido realizados? Você tem uma vida perfeita, e tudo desmorona."

Jennifer Salke, chefe dos Amazon Studios, diz sobre o perfil de Brosnahan: "Rachel traz uma autenticidade incansável, que vem de um lugar profundamente comprometido. O público tem de acreditar que Midge está nessa jornada, que ele nunca pensou ser este seu caminho na vida. Não há um momento em que o desempenho não demonstre ser real e isso é um feito incrível de se trazer um personagem à vida."

"Eu não tenho intenção de parar de fazer a Maisel," diz Brosnahan. "Eu vou continuar a fazer tanto quanto a Amy queira e continue a escrever e a dirigir."

Eu acho que foi um coincidência de sorte," diz Brosnahan. "Mas é realmente confortante conversar com jovens mulheres, que sentem inspiradas pela série e inspiradas por Midge em sua jornada e no seu inato senso de empoderamento."

Brosnahan promete que tem mais para vir na temporada 2 quando Midge explora sua voz no palco. "Eu adoro como ela está fazendo perguntas sobre ser mulher e os padrões duplos entre homens e mulheres e um pouco da hipocrisia que ela está percebendo agora que ela tem os olhos abertos," diz ela. Há um momento na segunda temporada em que ela desafia dizer a palavra "grávida" no palco - era tabu até para gibis na época - e não é bem recebido," diz ela. "Nos anos 50, isso não era algo que você pudesse conversar. Era considerado rude e inapropriado para discutir em público e eu acho que isso a impulsiona ainda mais."

Embora ela agora tenha tanto um Globo de Ouro como um Emmy, Brosnahan diz que ela não se sente que está totalmente pronta. "Eu não tenho certeza que chegue esse momento," diz ela.

"Eu acho que é importante nunca se sentir que 'Eu já consegui tudo'." Eu não quero chegar ao ponto de parar de assumir riscos."

"Eu estou louca para trabalhar com mais mulheres em todas as partes desse segmento," diz ela. "Eu espero que haja mais oportunidades para trabalhar com mais mulheres, ao passo que continuamos a conversa sobre a necessidade de mais mulheres sejam representadas em diferentes partes do cinema e TV, quer seja em frente à câmeras ou atrás delas." 



Fonte: Variety

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Michael B. Jordan fará personagem John Clark, do escritor tom Clancy, em série de filmes.

Depois de "Tom Ryan, mais um personagem do escritor Tom Clancy chega a Hollywood.

A Paramount Pictures escolheu o ator Michael B. Jordan para fazer o herói John Clark para uma série de filmes, de acordo com a Variety.

Segundo o site da revista, a Paramount está desenvolvendo dois filmes baseados nos livros de Clancy: "Rainbow 6", de 1998, e "Sem Remorso", de 1993. Em ambos os livros, Clark é a estrela principal. "Sem Remorso" será o primeiro filme, servindo como a estória inicial do personagem.

Akiva Goldsman, que está trabalhando no universo "Transformers", será o produtor principal, além de Jordan e outros. 

A notícia chega depois que a Amazon e a Paramount TV recentemente estrearam, no canal de streaming, a série "Jack Ryan", estrelando por John Krasinski, com boas críticas.

Clark, mais conhecido como John Terrence Kelly, é um ex-Navy Seal, ou seja um ex-oficial das forças especiais da Marinha, que se torna um agente da CIA e que aparece em 17 livros do escritor, começando por "O Cardeal do Kremlin". Embora seja visto como um personagem secundário, que ajuda o analista da CIA, Jack Ryan, com mais elementos físicos de uma missão, Clark é colocado em evidência em "Sem Remorso", que conta a estória de como ele chegou a trabalhar para a CIA.

Clark também será foco de "Rainbow Six", que continua com sua missão de proteger o mundo das ameaças dos terroristas. Em filmes anteriores, Clark já foi feito por Willem Dafoe na adaptação da Paramount para o livro "Perigo Real e Imediato", com Harrison Ford fazendo Jack Ryan, assim como Liev Schreiber em "A Soma de Todos os Medos", que tinha Ben Afleck como Ryan.

O estúdio está tentando há anos fazer essas adaptações saírem do chão, tanto para "Sem Remorso", como para "Rainbow Six", tendo Chris McQuarrie e Ryan Reynolds sidos veiculados para o projeto em determinado tempo.

Jordan é considerado uma das maiores atores em ascensão em Hollywood no momento, saindo recentemente de seu papel em "Pantera Negra", onde fez Killmonger. Esteve também recentemente em "Kin", "Fahrenheit 451", "Creed 1" e "Creed 2". Ele começou a carreira trabalhando em séries como "Família Soprano" e "Cosby Show".

O escritor Tom Clancy é americano. Nasceu no estado de Maryland em 1947 e faleceu em 2013. Ele começou a carreira como professor de Inglês em Baltimore e depois foi ser corretor de seguros. Ele escreveu vários livros, a maior parte deles em chamados Universos, sendo o principal desses universos, o Universo Jack Ryan.  Clancy também é famoso pelo livro "A Caçada ao Outubro Vemelho", adaptado ao cinema com Sean Connery.


Fonte: Variety




terça-feira, 18 de setembro de 2018

Emmys 2018: Lista Completa dos Premiados

Abaixo a lista completa dos ganhadores do 70º Emmy, em cerimônia ocorrida ontem em Los Angeles.
O grande vencedor da noite foi a Amazon com a "A Maravilhosa Sra. Maisel", que obteve cinco prêmios principais. Para quem ainda torcia o nariz para essa série, agora não vai deixar de assistir.


MELHOR SÉRIE DRAMÁTICA

Game Of Thrones - HBO


MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA

The Marvelous Mrs. Maisel - Amazon Studio


MELHOR MINISSÉRIE

O Assassinato de Gianni Versace da série American Crime Story - FX / Fox


MELHOR TALK SHOW 

Last Week Tonight com John Oliver - HBO


MELHOR SHOW DE VARIEDADES/ESQUETES

Saturday Night Live - NBC


MELHOR SÉRIE DE REALITY

RuPaul’s Drag Race 


MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DRAMÁTICA

Claire Foy como Rainha Elizabeth II (série The Crown) - Netflix


MELHOR ATOR EM SÉRIE DRAMÁTICA

Matthew Rhys como Philip Jennings
The Americans • FX / Fox


MELHOR DIRETOR DE SÉRIE DRAMÁTICA

Stephen Daldry (The Crown) - Netflix


MELHOR ROTEIRO PARA SÉRIE DRAMÁTICA

Joel Fields e Joe Weisberg
The Americans - FX/Fox


MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMÁTICA

Thandie Newton como  Maeve
Westworld - HBO


MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DRAMÁTICA

Peter Dinklage como Tyrion Lannister
Game Of Thrones - HBO


MELHOR DIRETOR PARA ESPECIAL DE VARIEDADES

Glenn Weiss
Cerimônia do Oscar - ABC


MELHOR ROTEIRO PARA ESPECIAL DE VARIEDADES

John Mulaney
John Mulaney: Kid Gorgeous At Radio City - Netflix


MELHOR ATOR EM MINISSÉRIE, FILME OU ESPECIAL DRAMÁTICO

Darren Criss como Andrew Cunanan
O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story - FX /Fox


MELHOR ATRIZ EM MINISSÉRIE, FILME OU ESPECIAL DRAMÁTICO

Regina King como Latrice Butler
Seven Seconds • Netflix


MELHOR DIRETOR PARA UMA MINISSÉRIE, FILME OU ESPECIAL DRAMÁTICO

Ryan Murphy
O Assassinato de Gianni Versace: American Crime Story - FX /Fox


MELHOR ROTEIRO PARA UMA MINISSÉRIE, FILME OU ESPECIAL DRAMÁTICO

William Bridges e Charlie Brooker
USS Callister (Black Mirror) - Netflix


MELHOR ATOR COADJUVANTE PARA MINISSÉRIE OU FILME

Jeff Daniels como Frank Griffin
Godless - Netflix


MELHOR ATRIZ COADJUVANTE PARA MINISSÉRIE OU FILME

Merritt Wever como Mary Agnes
Godless - Netflix


MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA

Bill Hader como Barry
Barry - HBO


MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA

Alex Borstein como Susie
A Maravilhosa Sra. Maisel - Amazon Studios


MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE DE COMÉDIA

Amy Sherman-Palladino
A Maravilhosa Sra. Maisel - Amazon Studios


MELHOR DIREÇÃO POR SÉRIE DE COMÉDIA

Amy Sherman-Palladino
A Maravilhosa Sra. Maisel - Amazon Studios


MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA

Rachel Brosnahan como Miriam ‘Midge’ Maisel
A Maravilhosa Sra. Maisel - Amazon Studios


MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA

Henry Winkler como Gene Cousineau
Barry - HBO