terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Emma Stone e Jonah Hill em "Maniac", nova série da Netflix

"Maniac", uma nova série da Netflix, estrelando Emma Stone e Jonah Hill, foi aprovada
para produção. Mas só começarão as filmagens em Agosto em Nova York.

Cary Fukunaga, conhecido pelos filmes "Beasts of No Nation", de 2015 e "Jane Eyre", de 2011, deve dirigir os 10 episódios iniciais de uma comédia de humor negro, baseada em uma série norueguesa de 2014, que foi vendida para a Netflix, apenas dias após ter sido retirada do ar em Março de 2016.

Muita coisa aconteceu desde então, com Emma entrando como atriz principal, famosa após todos esse prêmios por La La Land.

Stone e Hill se reuniram na semana passada para discutir a série, quando estiverem em Los Angeles, para a cerimônia do SAG Awards, que Stone ganhou por La La Land.
Cary Fukunaga

A premissa de "Maniac", adaptado para o mercado americano por Patrick Somerville, é de mundos de fantasia criados pelos personagens de Hill e Stone, que na vida real estão confinados em um sanatório.


O último trabalho de Fukunaga foi de dirigir todos os episódios de "True Detective" para a HBO, que foi estrelada por Matthew McConaughey e Woody Harrelson, que lhe rendeu um Emmy pela direção.




Fonte: Deadline

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Ron Perlman lembra John Hurt, o pai de Hellboy

"Sinto por todos aqueles que não puderam conhecê-lo."

Ron Perlman foi quem recebeu Sir John Hurt, quando o lendário ator inglês veio fazer o professor Trevor Bruttenholm, pai do personagem Hellboy no filme de 2004. Hurt , que faleceu na última quarta-feira, também teve uma participação na continuação de 2008. Perlman relembra aqui seu amigo.

Ele era uma das pessoas mais puras que já encontrei.Não importa a idade que ele tinha, ele ainda tinha a inocência, a curiosidade e o entusiasmo de uma criança de 9 anos. Ele era tão criança em tantas maneiras, que a gente queria tomar conta dele, protegê-lo das coisas ruins do mundo. Isso não quer dizer que ele não tinha seus momentos negativos. Contudo, de modo geral, ele tinha um espírito inocente e tinha nascido para atuar.

Nós oferecemos a ele o papel em Hellboy e para nossa alegria, ele aceitou e o filme teve toda essa repercussão, porque ele era uma realeza em minha opinião. E isso estimulou a todos nós.

Já conheci centenas de atores em minha vida, mas encontrei apenas alguns que nasceram para serem atores. E John era um deles, e lá do topo. E estar em sua presença, o que ele era capaz de compartilhar e dar dicas, foi um dos grandes privilégios de estar com ele. Sinto por todos aqueles que não puderam conhecê-lo.

Nós comemos e conversamos muito juntos. Ambos gostamos de Praga (onde foi filmado Hellboy), que conhecemos pela primeira vez. Ele me fez ficar bêbado e eu fiz ele ficar bêbado várias vezes. Nós cuidamos um do outro. Era como se fosse pai e filho ou quase irmãos, que foi a nossa relação durantes os seis meses em Praga.

Quando ele voltou para uma pequena ponta em Hellboy 2, mesmo que eu não estivesse em algumas cenas, eu vinha para o set todos os dias, para vê-lo trabalhar, porque todo o momento que você passava com John era uma viagem. É como se você fosse começar em uma faculdade.

Logo depois que ele faleceu, eu postei algumas imagens na mídia social: uma era de Hellboy segurando o corpo de Bruttenholm (foto acima) e a outra era a cena (abaixo) onde Hellboy assistindo ao seu funeral do telhado, não podendo participar porque ele era um monstro. Por causa que John tinha aquele inocência, havia uma fragilidade no personagem que não tinha defesas contra flechas e lanças. Assim, quando eu tive que fazer a cena em que eu o perdia, não foi difícil de imaginar que ele morreria, não foi difícil ter aqueles sentimentos.

Ele era uma boa alma.

Veja a cena do funeral abaixo.


Fonte: THR

sábado, 28 de janeiro de 2017

John Hurt falece aos 77 anos. Um post para homenageá-lo

Ontem à noite, sexta-feira, fui um dos primeiros a noticiar a morte pelo meu twitter @TVCinemaRevista do grande ator inglês, John Hurt.

Ele atuou tanto no cinema como no teatro e recebeu um prêmio da Academia por “Midnight Express”  ou “O Expresso da  Meia Noite”, de 1978. Teve uma participação em “Alien, o 8º Passageiro”, três Harry Potter e Doctor Who.

E um dos seus mais aclamados papeis foi “O Homem Elefante”, de David Lynch.
Ele estava com 77 e já sofria de câncer pancreático.

Nas telas (na grande ou pequena), Hurt “morreu” centenas de vezes. “Eu acho que tenho um recorde,” disse uma vez. “Chegou a um ponto em que meus filhos não perguntavam se eu tinha morrido, e sim como eu tinha morrido?”

Em uma página do Youtube, há um vídeo intitulado “As Muitas Mortes de John Hurt”, compilando todas as mortes dele em 4 minutos e 30 segundos, deste “Um Grito de Revolta” (1962) até “O Espião que sabia demais” (2011), 40 no total.

Uma das mais notáveis foi quando ele interpretou Kane, a primeira vítima em “Alien, o 8º Passageiro”, de Ridley Scott (1979), em que ele está em uma mesa e um filhote de alien estoura do seu peito. (Como eles fizeram essa cena? Havia um peito artificial de um homem parafusado na mesa e Hurt estava debaixo dela, apenas encaixando a cabeça.)
“Ridley não contou ao elenco,” disse o produtor executivo Ronald Shusett na revista Empire em 2009. “Ele disse, ‘Eles vão apenas ver a cena.’”

“A reação vai ser a coisa mais difícil,” explicou Scott. “Se um ator já vai sabendo de antemão, você não consegue ver ele com medo de verdade. O que eu queria era uma reação fortíssima."

John  Hurt depois satirizou a cena no filme de paródia de Mel Brooks, “The Spaceballs” ou SOS: Tem um Louco Solto no Espaço (1987).

“O Homem Elefante” recebeu oito indicações ao Oscar, incluindo um para Hurt como Melhor Ator, mas não levou nada para casa na noite de cerimônia. Hurt perdeu para Robert De Niro como o boxeador Jake LaMotta em “Touro Indomável”.

Em 1980, ele recordou a extensa maquiagem que teve que usar para se tornar o homem de bom coração, mas de crânio monstruoso.
“Nunca me ocorreu que levariam oito horas para o pessoal da maquiagem colocar tudo – praticamente um dia inteiro. Havia 16 partes diferentes naquela máscara. Com toda aquela coisa, eu não poderia ter certeza do que ia fazer. Tive que confiar totalmente em David Lynch.”

Hurt também conseguiu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e um Globo de Ouro em 1979 por “Expresso da Meia-Noite”, em que ele fez um viciado em heroína em uma prisão turca. O filme de Alan Parker era baseado na história verdadeira de Billy Hayes (feito por Brad Davis), um estudante americano pego, contrabandeando drogas.

Seus filmes mais recentes foram “Snowpiercer” ou Expresso do Amanhã (2013), “The Journey” (2016) e “Jackie” (2016). Ele ainda poderá ser visto em filmes como “That Good Night” e “My Name is Lenny”. Ainda faz o papel de Neville Chamberlain no drama de Joe Wright, “Darkest Hour”, filme com Gary Oldman como Churcill. Este filme está sendo filmado e programado para estrear no final de 2017.

John Vincent Hurt nasceu em 22 de janeiro de 1940, em Chesterfield, Derbyshire, Inglaterra. Estudou Artes pela insistência dos pais, ganhando um diploma de professor de Artes.
Desiludido com a perspectiva de ser tornar um professor, Hurt se mudou para Londres, onde ganhou uma bolsa de estudos para ator na Academia Real de Arte Dramática. Estudou lá por dois anos, conseguindo papeis pequenos em programas de TV.
“Eu queria atuar desde cedo. Não sabia como me tornar um ator, nem sabia que era possível ser um ator profissional, mas eu já tinha me decidido a ser ator desde os 9 anos,” disse ele ao jornal The Guardian em 2000. “Eu me sentia entusiasmado, com grande alegria e senti que era onde eu devia estar.”

Hurt fez sua estreia no teatro em Londres na peça “Infanticide in the House of Fred Ginger” em 1962. Naquele ano, fez seu primeiro filme, “Um Grito de Revolta”, e seu papel como o barão Richard Rich no filme “O Homem que não vendeu sua alma” (1966), o fez tornar conhecido no mundo.

Hurt trouxe seu estilo peculiar de atuar para o papel de Mr. Ollivander em “Harry Potter e a Pedra Filosofal” (2001) e “Harry Potter e as Relíquias da Morte” (2011), parte 1 e parte 2.
Também teve um papel recorrente como Trevor “Broom” Bruttenholm em “Hellboy” (2004) e “Hellboy 2”.

Outro papel interessante foi o de um líder fascista da Grã Bretanha em “V de Vingança” (2006) e o Professor Oxley em “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” (2008).

Hurt também era conhecido, devido a sua voz calibrada com nicotina do cigarro, por narrar filmes famosos: Dogville (2003), Manderly (2005), Senhor dos Anéis (1978), este um filme de animação.

“Eu sempre fui muito consciente da voz nos filmes. Acho que é quase 50% do seu equipamento como ator,” disse uma vez. “É tão importante como sua aparência, certamente no palco, e muito possivelmente, em filmes também. Se você pensa em qualquer um dos grandes atores americanos, você vai pensar em suas vozes e em suas aparências, qualquer um deles – de Clark Gable a Rock Hudson.”

Na tela pequena, Hurt estrelou em séries como “The Storyteller”, “The Alan Clark Diaries”, “The Confession” e “Merlin” e também nas minisséries “Crime e Castigo” e “Labirinto”. Ele fez o papel de Doctor Who na temporada de 2013/2014.

Sobre sua participação em várias convenções do Dr. Who, ele disse em 2013: “Fiz algumas convenções, onde você se senta e assina autógrafos para as pessoas e tira fotos com um monte de delas vestidas de alienígenas ou Doctor Who. Ficava assustado em fazer isso, porque eu achava que eram todos malucos, mas eram absolutamente simpáticos. Não vou dizer que seja a coisa mais saudável de se fazer, nem sei se é ou não, mas as pessoas eram simpáticas. Como resistir a elas?”

Em 2012, Hurt foi homenageado com um prêmio pela sua carreira pela Academia Britânica de Filmes e TV e em 2015 foi condecorado pela Rainha Elizabeth II.

Deixa a 4ª esposa, Anwen Rees-Myers, com quem se casou em 2005 e os filhos Alexander e Nicholas.


quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

Bryan Singer vai dirigir o piloto da futura série "X-Men", da Fox

Bryan Singer
Bryan Singer, o diretor de filmes de X-Men, deve dirigir o piloto da série X-Men para a Fox, de acordo com o site de cinema Deadline.

A série, ainda sem nome, está sendo criada e produzida por Matt Nix, em conjunto com a Fox e a Marvel Television.

Singer já está como produtor executivo do piloto e deve dirigir, embora a aceitação para isso tenha demorado um pouco para fechar.

O projeto dessa série vai focalizar dois pais comuns que descobrem que seus filhos possuem poderes mutantes. Forçada a fugir devido a autoridades governamentais hostis, a família se junta a uma oculta rede de mutantes e precisa lutar para sobreviver.

Singer dirigiu o filme de de X-Men de 2000 e a sequência de 2003.

Depois, voltou ao universo de X-Men em 2014 como diretor e produtor de "X-Men: Dias de um Futuro Esquecido". Mais recentemente, ele dirigiu "X-Men: Apocalypse", com Jennifer Lawrence, James McAvoy e Michael Fassbender. 

Singer está escalado para dirigir o remake de 20.000 Léguas Submarinas para a Fox.

Também está em conversações para dirigir "Bohemian Rhapsody", o filme há bastante tempo esperado sobre o líder da banda Queen.

Na TV, Singer também é produtor executivo na série "Legion", do canal FX. Ele também dirigiu o piloto dela e atuou como produtor executivo da longa série "House".


Fonte: Deadline

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Paramount compra direitos de filme para Daisy Ridley, de Star Wars, estrelar

O site Deadline informa que a Paramount Pictures comprou os direitos para filmar o livro de Sonia Purnell, "A Woman of No Importance", ou Uma Mulher sem Importância.

A Paramount já escalou Daisy Ridley, de Star Wars, para estrelar o filme.

O livro, da também autora de "Clementine", é uma biografia da herdeira americana e super espiã, Virginia Hall, que tentou entrar nas fileiras do Departamento Americano de Relações Exteriores nos anos antes da 2ª Guerra Mundial. Rejeitada por ser mulher e por uma deficiência - ela tinha perdido uma perna em um acidente de caça - Hall trabalhou durante a guerra na Inteligência Britânica. 

Mais tarde, ele entrou para a OSS, que foi o antecessora da CIA.
Virginia Hall


Ridley está atualmente filmando "Assassinato no Orient Express"  na Fox e vai aparecer novamente no novo filme de Star Wars, O Último Jedi. Ela também estará no filme "Chaos Walking", junto com Tom Holland e "Kolma" , ambos programados para estreia em 2018.


Matthew Goode, de Downton Abbey, vai ter papel em The Crown, 2ª Temporada

A série "The Crown", em sua 2ª temporada, vai colocar um rosto conhecido, para quem assistiu "Downton Abbey".

Matthew Goode (The Good Wife, Downton Abbey) vai fazer um papel , que vai tornar a dinâmica da família um pouco mais complicada.

Matt vai estar na nova temporada para fazer um papel grande: o de Lord Snowdon (mais conhecido como Antony Armstrong-Jones), o fotógrafo de moda e cinema e que foi casado com a irmã da Rainha Elizabeth, Princesa Margaret, no período de 1960 a 1978. Foto dele ao lado.
Lord Snowdon
Na 1ª temporada, houve algumas discussões entre a rainha e Margaret sobre o seu mal-fadado romance com o funcionário da realeza, Peter Townsend. Vamos ver se Elizabeth vai concordar agora com Lord Snowdon.

Recentemente, a série The Crown ganhou dois Golden Globes: um por melhor série dramática e outro para melhor atriz para Claire Foy por seu desempenho como Rainha Elizabeth.

A 2ª temporada ainda está sendo filmada e vai cobrir o reino de Elizabeth até 1964, incluindo a crise do Canal de Suez, assim como as grandes mudanças culturais dos anos 60.
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Lista Completa dos Indicados ao Oscar 2017

La La Land teve 14 indicações, empatando com os filmes "Titanic" e "A Malvada", de 1950.
Duas esnobadas ou esquecidos: Martin Scorsese e Amy Adams.

Segue lista de indicados, que foi divulgado há poucos momentos pela Academia de Cinema:


Melhor Filme
Arrival (A Chegada)
Fences (Cercas)
Hacksaw Ridge (Até o Último Homem)
Hidden Figures (Estrelas Além do Tempo)
La La Land (La La Land: Cantando Estações)
Lion (Lion: Uma Jornada para Casa)
Manchester By The Sea (Manchester à Beira-Mar)
Moonlight  (Moonlight: Sob a Luz do Luar)

Melhor Ator

Casey Affleck, Manchester By The Sea
Andrew Garfield, Hacksaw Ridge
Ryan Gosling, La La Land
Viggo Mortensen, Captain Fantastic (Capitão Fantástico)
Denzel Washington, Fences

Melhor Atriz

Isabelle Huppert
Ruth Negga
Natalie Portman
Emma Stone
Meryl Streep

Melhor Ator Coadjuvante

Mahershala Ali, Moonlight
Jeff Bridges, Hell Or High Water (A Qualquer Custo)
Lucas Hedges, Manchester By The Sea
Dev Patel, Lion
Michael Shannon, Nocturnal Animals (Animais Noturnos)

Melhor Atriz Coadjuvante

Viola Davis, Fences
Naomie Harris, Moonlight
Nicole Kidman, Lion
Octavia Spencer, Hidden Figures
Michelle Williams, Manchester By The Sea

Melhor Direção

Denis Villeneuve, Arrival
Mel Gibson, Hacksaw Ridge
Damien Chazelle, La La Land
Kenneth Lonergan, Manchester By The Sea
Barry Jenkins, Moonlight

Melhor Edição

Arrival
Hacksaw Ridge
Hell Or High Water
La La Land
Moonlight

Melhor Filme Estrangeiro

Land Of Mine (Terra de Minas)
A Man Called Ove (Um Homem Chamado Ove)
The Salesman (O Apartamento)
Tanna 
Toni Erdmannn

Melhor Trilha Sonora

Jackie
La La Land
Lion
Moonlight
Passengers (Passageiros)

Melhor Desenho de Produção

Arrival
Fantastic Beasts (Animais Fantásticos e Onde Habitam)
Hail, Caesar  (Ave,César!)
La La Land
Passengers

Melhores Efeitos Especiais

Deepwater Horizon (Horizonte Profundo: Desastre no Golfo)
Doctor Strange (Doutor Estranho)
Rogue One: A Star Wars Story (Rogue Star: Uma História Star Wars)
The Jungle Book (Mogli: O Menino Lobo)
Kubo And The Two Strings (Kubo e as Cordas Mágicas)

Melhor Roteiro Adaptado

Arrival
Fences
Hidden Figures
Lion
Moonlight

Melhor Roteiro Original

Hell Or High Water
La La Land
The Lobster (A Lagosta)
Manchester By The Sea
20th Century Women

Melhor Filme de Animação

Kubo And The Two Strings
Moana
My Life As A Zuccini
The Red Turtle
Zootopia

Melhor Cinematografia

Arrival
La La Land
Moonlight
Lion
Silence (Silêncio)

Melhor Figurino

Allied (Aliados)
Fantastic Beasts
Florence Foster Jenkins (Florence: Quem é Esta Mulher?)
Jackie
La La Land

Melhor Documentário (Filme)

Fire At Sea (Fogo no Mar)
I Am Not Your Negro 
Life Animated
OJ: Made In America
13th (A 13ª Emenda)

Melhor Documentário (Curta)

Extremis
4.1 Miles
Joe’s Violin
Watani: My Homeland
The White Helmets

Maquiagem

A Man Called Ove
Star Trek Beyond (Star Trek: Sem Fronteiras)
Suicide Squad (Esquadrão Suicida)

Melhor Canção 

Audition, La La Land
Can’t Stop The Feeling, Trolls
City Of Stars, La La Land
The Empty Chair, Jim: The James Foley Story
How Far I’ll Go, Moana

Melhor Curta de Animação

Blind Vaysha
Borrowed Time
Pear Cider And Cigarettes
Pearl
Piper

Melhor Animação Live-Action

Ennemis Interieurs
La Femme et le TGV
Silent Nights
Sing
Timecode

Melhor Edição de Som

Arrival
Deepwater Horizon
Hacksaw Ridge
La La Land
Sully (Sully: O Herói do Rio Hudson)

Melhor Mixagem de Som

Arrival
Hacksaw
La La Land
Rogue One: A Star Wars Story
13 Hours: The Secret Soldiers of Benghazi (13 Horas: Os soldados secretos de Benghazi)

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Michelle Williams pode fazer Janes Joplin no cinema

Janis Joplin
Nem todos os filmes independentes, cobiçados por compradores, estão em Sundance. Um leilão interessante está acontecendo agora para "Janis", um projeto para um filme longamente esperado da lendária cantora dos anos 60, Janis Joplin.

Filme será dirigido por Sean Durkin, de "Marcy May Marlene" e Michelle Williams, de "Manchester à Beira-Mar", está quase certa de fazer o papel da cantora.

De acordo com informações do site Deadline, a Amazon parece estar envolvida no projeto e mais pela aquisição do último filme dela ter rendido cerca de US$ 40 milhões apenas no mercado interno e com Williams e Casey Affleck sendo possíveis indicados ao Oscar.
Fontes dizem que Amazon não está sozinha nisso, com uma oferta de outros compradores com empresas como A24, FilmNation e Netflix. O leilão será decidido nos próximos 10 dias e a filmagem começará nos próximos meses. 

Michelle Williams
Isso vai finalmente concluir uma odisseia de 21 anos para fazer este filme, que começou na TriStar. E que, em um momento ou outro, havia atrizes ligadas a estrelar, como Lili Taylor, Pink, Williams, Zoey Deschanel e Nina Arianda, juntas com uma lista de diretores. Havia também um projeto rival que acabou esfriando, mas tinha nomes como Amy Adams, Renee Zellweger, Brittany Murphy e Evan Rachel Wood.

"Janis" está sendo feito em parceria com a família de Joplin e tem direitos exclusivos para 24 músicas dela, incluindo a "Me and Bobby McGee" e "Mercedes Benz".  Também há direitos exclusivos dos membros restantes da banda dela, a Big Brother and the Holding Company e as pessoas em sua vida que incluíam Dick Cavett, em cujo show, Joplin teve aprentações memoráveis.

Williams foi ligada ao projeto há 4 anos, antes das coisas pararem. Recentemente, foi aberta uma audição para algumas estrelas conhecidas, mas elas declinaram da oferta. Williams apareceu e provou ao produtor que ela poderia fazer o vocal da cantora. Todos que viram a cena em "Manchester à Beira-Mar" não têm dúvida que Williams será capaz de interpretar a cantora.

Será que haverá a parte relativa ao namorado brasileiro? 


Fonte: Deadline

domingo, 15 de janeiro de 2017

‘Better Call Saul’: Giancarlo Esposito “Honrado por estar de volta” como o Gus de "Breaking Bad"

Conforme divulgado em nosso twitter @TVCinemaRevista e recentemente divulgado em uma "propaganda" de promoção do restaurante "Los Pollos Hermanos" - aquele que os fãs de "Breaking Bad" vão se lembrar muito bem e cujo dono era o rei das drogas, Gus Fring (Giancarlo Esposito).

"É muito legal estar de volta com a turma," disse Esposito, depois de distribuir caixas de frango dos Los Pollos Hermanos aos críticos de TV.

"Estou honrado por terem me chamado de volta. Eu terei que me reposicionar no personagem", que em "Better Call Saul", deve ser mais novo e inexperiente quando da passagem final em "Breaking Bad" e também encontrar o estágio aonde ele estaria no cartel. "Estou muito animado por estar de volta. Gus é um personagem ardiloso. Vou voltar ao seu estilo original, que foi realmente inspirador para mim, que era de se ocultar, mas estar sempre à vista. Você não é o que pensa que é. Ele descreve Gus como uma pessoa que "queria vingança e ter um negócio próprio, mas também muito cuidadoso com as pessoas do seu negócio. Estou ansioso em saber como vamos proceder com a volta do Gus."

Na "propaganda", comunicando a volta do Gus (veja vídeo abaixo), Gus está de volta como o sorridente dono do restaurante, que vestido em uma camisa amarela e gravata marrom, promete que se seus clientes não gostarem da comida, "Ele paga a conta".

O anúncio, que realmente foi ao ar na TV, em Albuquerque, foi ideia de Esposito e do criador Vince Gilligan, agradecendo o canal e produtora AMC, por concordar com a ideia de fazer uma propaganda falsa.

Esposito disse que aceitou voltar sem pensar duas vezes, o que o co-criador, Peter Gould, disse que foi ótimo, porque eles não tinham um Plano B. 

Esposito teve uma indicação ao Emmy em 2012 por interpretar o vilão Gus em "Breaking Bad", que comprava milhões de dólares em metanfetamina de Walter White (Bryan Cranston), depois salvando ele dos carteis da droga, em seguida montando um super laboratório para Walter, e no final acabarem se virando um contra o outro.

O protagonista de "Better Call Saul" é Bob Odenkirk e que ainda vive o personagem Jimmy McGill e futuramente será Saul Goodman. A série foi renovada para a 3ª temporada e deve estrear em Abril deste ano na Netflix. Em 2016, o episódio final da 2ª temporada conseguiu mais de 4 milhões de espectadores e obteve uma segunda indicação para o Emmy como melhor série dramática.



Fonte: Deadline

sábado, 14 de janeiro de 2017

Série inglesa "Victoria", uma substituta de "Downton Abbey" ?

Jenna Coleman como Rainha Victoria
A nova série "Victoria" poderá ser uma legítima herdeira e substituta para "Downton Abbey", trazendo os momentos mais intrigantes da realeza britânica.

Criada e escrita por Daisy Goodwin, que obteve o material para o roteiro dos extensos diários da Rainha Victoria, ela tem sido capaz de fazer arranjos a fim de tornar o conteúdo mais dramático, já que várias partes dos diários foram removidas após a morte da rainha.Victoria transmite precisamente dois dos elementos mais essenciais da arte de fazer a história real funcionar na tela. Primeiro é o elenco - e particularmente a protagonista - um grupo com que você quer passar horas, e segundo, o enredo é movimentado e interessante?

A resposta é um enfático Sim, tanto para Jenna Coleman (Doctor Who) como Victoria, Rufus Sewell (da série The Man in the High Castle) como Lorde Melbourne, Tom Hughes (da minissérie The Game) como Príncipe Albert, Paul Rhys como Sir John Conroy, Peter Firth como o Duque de Cumberland e um vasto elenco coadjuvante. Se grande elenco vai ser capaz de ter o mesmo clima , o mesmo espírito que os personagens de Downton Abbey ainda temos que esperar, mas é certamente um bom começo com Coleman e Sewell em particular, proporcionando um magnetismo desde o princípio.

Coleman (Victoria) e Sewell (Melbourne)
Se você é um purista histórico e que se irrita com detalhes de atores e o que os personagens fizeram na vida real, Victoria não vai dar a você muita munição para bombardeá-la, já que um conhecido escritor, A. N. Wilson é o consultor histórico para a série. A relação de Vitória com Lord Melbourne é uma que tem deixado tensos os críticos britânicos. Enquanto Melbourne é sempre considerado uma figura paterna e principal conselheiro da rainha, Victoria leva a relação - ela tinha 18 anos quando assumiu o trono e ele era 40 anos mais velho - com um amor não sentido em troca, que muitos irão concordar que não existia na verdade. Contudo, é isto que torna a trama mais dramática e se não houver um pouco de licença poética, você vai acabar lendo um livro de história.

Em Victoria, devemos assumir que os personagens interpretados por um Sewell mais novo e bonito que o verdadeiro Melbourne e uma mais velha e bonita Coleman (comparada com a verdadeira Rainha Victoria, ou Rainha Vitória) podem ter tido uma atração legítima, dado o estado dos assuntos da realeza que Victoria enfrentava na época e a trágica história de Melbourne (sua esposa o tinha deixado por Lord Byron). Em termos de intensidade dramática, a atração entre os dois certamente leva bem a história adiante para uma estréia de 2 horas de duração (os episódios seguintes são de 1 hora).

Tom Hughes (Príncipe Albert)
Na devida ordem, Príncipe Albert - que a prima Victoria achava que ele era um bobinho, quando ambos eram pré-adolescentes - vai fazer a sua chegada e quando fizer, o trabalho que Goodwin, Coleman e Sewll tiveram colocado na "relação" Victoria/Melbourne trará ótimos dividendos. Sewell é um mestre em transmitir cavalheirismo e dever ao país como Melbourne, assim como passa sentimentos de desejos não realizados e mágoa, ao passo que a história vai se desenrolando. É um grande desempenho dele.

Também é grande desempenho de Coleman como Rainha Victoria, pois ela consegue dar um tempero de estar um pouco confusa com seu novo status de Rainha e de ser uma pessoa auto-confiante e sincera ao falar. É isso que fez Victoria a espécie de rainha que as pessoas adoravam ler a respeito e, por sua vez, torna-se uma ficção histórica interessante- você não se torna uma rainha aos 18 anos sem os tubarões ao seu redor e a natureza pessoal de Victoria, de enfrentar a tradição e as expectativas e ser ela própria uma desafiadora é exatamente o que faz Victoria uma série que tem muito a ser trabalhada no curso de suas temporadas.

Há histórias ou estórias de criados para Victoria e seria estranho não ter, não porque existia essa estrutura em Downton Abbey, mas porque a divisão formal realmente existia historicamente e era uma parte inevitável de uma residência de nobres. Então, Victoria não está copiando isso, apenas registrando o que realmente ocorria. Por outro lado, a criadagem, muitas vezes, era a melhor parte de Downton Abbey, e em Victoria esses personagens estão, pelo menos nesse começo, menos desenvolvidos do que a realeza a quem eles servem. Assim, não se apresse em criticar até que Victoria tenha mais tempo para começar a contar as estórias da criadagem, com tanto vigor e confiança quanto as histórias dos nobres (que eram, conforme sugere a história no caso da Rainha Victoria, muito mais dramáticas e intrigantes).

O resumo de tudo é este: Victoria vale bastante a pena do seu tempo, quer tenha adorado Downton Abbey ou não, e pelo grande trabalho feito pelo canal de TV britânico ITV, deve ter muito sucesso.

1ª Temporada (2016) somente disponível em sites da Internet.


Fonte: THR

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

LISTA COMPLETA DOS INDICADOS AO PRÊMIO BAFTA


As indicações ao Oscar britânico foram anunciadas nesta manhã em Londres.

“La La Land” teve 11 indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator e Atriz.
“Animais Noturnos” e “A Chegada” conseguiram 9 cada um.

A cerimônia de premiação acontece no dia 12 de Fevereiro no Royal Albert Hall, em Londres, e será apresentada por Stephen Fry.

A lista completa de indicados segue abaixo. Títulos sem tradução no Brasil seguem o nome original.

MELHOR FILME
ARRIVAL (A Chegada)
I, DANIEL BLAKE  (Eu, Daniel Blake)
LA LA LAND  (La La Land: Cantando Estações)
MANCHESTER BY THE SEA  (Manchester à Beira-Mar)
MOONLIGHT (Moonlight: Sob a Luz do Luar)

MELHOR FILME BRITÂNICO
AMERICAN HONEY (American Honey)
DENIAL (Negação)
FANTASTIC BEASTS AND WHERE TO FIND THEM  (Animais Fantásticos e Onde Habitam)
I, DANIEL BLAKE (Eu, Daniel Blake)
NOTES ON BLINDNESS (Notes on Blindness)
UNDER THE SHADOW (Sob a Sombra)

MELHOR ESTRÉIA DE ROTEIRISTA, DIRETOR OU PRODUTOR BRITÂNICO
The Girl With All the Gifts  (The Girl With All the Gifts) MIKE CAREY (Roteirista), CAMILLE GATIN (Produtor)
The Hard Stop (The Hard Stop)  GEORGE AMPONSAH (Roteirista/Diretor/Produtor), DIONNE WALKER (Roteirista/Produtora)
Notes on Blindness (Notes on Blindness) PETER MIDDLETON (Roteirista/Diretor/Produtor), JAMES SPINNEY (Roteirista/Diretor), JO-JO ELLISON (Produtora)
The Pass (The Pass) JOHN DONNELLY (Roteirista), BEN A. WILLIAMS (Diretor)
Under the Shadow (Sob a Sombra) BABAK ANVARI (Roteirista/Diretor), EMILY LEO, OLIVER ROSKILL, LUCAN TOH (Produtores)

MELHOR FILME ESTRANGEIRO
DHEEPAN (Dheepan: o Refúgio) 
JULIETA (Julieta)
MUSTANG (Cinco Graças)
SON OF SAUL (O Filho de Saul)
TONI ERDMANN (Toni Erdmann)

DOCUMENTÁRIO
13th (A 13ª Emenda)
THE BEATLES: EIGHT DAYS A WEEK- THE TOURING YEARS (The Beatles: Eight Days a Week)
THE EAGLE HUNTRESS (The Eagle Huntress)
NOTES ON BLINDNESS (Notes on Blindness)
WEINER (Weiner)

MELHOR ANIMAÇÃO
FINDING DORY (Procurando Dory)
KUBO AND THE TWO STRINGS (Kubo e as Cordas Mágicas)
MOANA (Moana)
ZOOTOPIA (Zootopia)

MELHOR DIRETOR
Denis Villeneuve por “A Chegada”
Ken Loach por “Eu, Daniel Blake”
Damien Chazelle por “La La Land”
Kenneth Lonergan por “Manchester à Beira-Mar”
Tom Ford por “Animais Noturnos”

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Taylor Sheridan por Hell or High Water (A Qualquer Custo)
Paul Laverty por “Eu, Daniel Blake”
Damien Chazelle por “La La Land”
Kenneth Lonergan por “Manchester à Beira-Mar”
Barry Jenkins por “Moonlight: Sob a Luz do Luar”

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Eric Heisserer  (A Chegada)
Robert Schenkkan, Andrew Knight (Até o Último Homem, Hacksaw Ridge)
Theodore Melfi, Allison Schroeder (Estrelas Além do Tempo, Hidden Figures)
Luke Davies (Lion)
Tom Ford (Animais Noturnos)

MELHOR ATOR
ANDREW GARFIELD  por “Até o Último Homem” 
CASEY AFFLECK  por “Manchester à Beira-Mar”
JAKE GYLLENHAAL  por “Animais Noturnos”
RYAN GOSLING  por “La La Land”
VIGGO MORTENSEN por “Capitão Fantástico”

MELHOR ATRIZ
AMY ADAMS  por “A Chegada”
EMILY BLUNT  por “A Garota no Trem”
EMMA STONE por “La La Land”
MERYL STREEP por “Florence: Quem é essa Mulher”
NATALIE PORTMAN por “Jackie”

MELHOR ATOR COADJUVANTE
AARON TAYLOR-JOHNSON por “Animais Noturnos”
DEV PATEL  por “Lion”
HUGH GRANT por “Florence: Quem é essa Mulher”
JEFF BRIDGES por “A Qualquer Custo”
MAHERSHALA ALI por “Moonlight: Sob a Luz do Luar”

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
HAYLEY SQUIRES  por Eu, Daniel Blake
MICHELLE WILLIAMS por  “Manchester à Beira-Mar”
NAOMIE HARRIS por “Moonlight: Sob a Luz do Luar”
NICOLE KIDMAN por “Lion”
VIOLA DAVIS por “Cercas”

MELHOR TRILHA SONORA
A CHEGADA, de Johann Johannsson
JACKIE, de Mica Levi
LA LA LAND, de Justin Hurwitz
LION, de Dustin O’Halloran, Hauschka
ANIMAIS NOTURNOS, de Abel Korzeniowski

CINEMATOGRAFIA
 A CHEGADA , de Bradford Young
A QUALQUER CUSTO, de Giles Nuttgens
LA LA LAND , de Linus Sandgren
LION, de Greig Fraser
ANIMAIS NOTURNOS, de Seamus McGarvey

MELHOR EDIÇÃO
A CHEGADA, de Joe Walker
ATÉ O ÚLTIMO HOMEM, de John Gilbert
LA LA LAND, de Tom Cross
MANCHESTER À BEIRA-MAR, de Jennifer Lame
ANIMAIS NOTURNOS, de Joan Sobel

MELHOR DESENHO DE PRODUÇÃO
DOUTOR ESTRANHO, de John Bush, Charles Wood
ANIMAIS FANTÁSTICOS E ONDE HABITAM, de Stuart Craig, Anna Pinnock
AVE, CÉSAR! , de Jess Gonchor, Nancy Haigh
LA LA LAND,  de Sandy Reynolds-Wasco, David Wasco
ANIMAIS NOTURNOS, de Shane Valentino, Meg Everist

MELHOR FIGURINO
ALIADOS, de Joanna Johnston
ANIMAIS FANTÁSTICOS E ONDE HABITAM, de Colleen Atwood
FLORENCE: QUEM É ESSA MULHER?, de Consolata Boyle
JACKIE , de Madeline Fontaine
LA LA LAND , de Mary Zophres

MELHOR MAQUIAGEM
DOUTOR ESTRANHO, de  Jeremy Woodhead
FLORENCE: QUEM É ESSA MULHER?, de J. Roy Helland, Daniel Phillips
ATÉ O ÚLTIMO HOMEM, de  Shane Thomas
ANIMAIS NOTURNOS, de Donald Mowat, Yolanda Toussieng
ROGUE ONE: UMA HISTÓRIA STAR WARS,   indicados a serem informados

MELHOR EDIÇÃO DE SOM
A CHEGADA, de Claude La Haye, Bernard Gariépy Strobl, Sylvain Bellemare
HORIZONTE PROFUNDO: DESASTRE NO GOLFO, de Mike Prestwood Smith, Dror Mohar, Wylie Stateman, David Wyman
ANIMAIS FANTÁSTICOS E ONDE HABITAM , de Niv Adiri, Glenn Freemantle, Simon Hayes, Andy Nelson, Ian Tapp
ATÉ O ÚLTIMO HOMEM, de Peter Grace, Robert Mackenzie, Kevin O’Connell, Andy Wright
LA LA LAND , de  Mildred Morgan, Ai-Ling Lee, Steve A. Morrow, Andy Nelson

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS
A CHEGADA, de  Louis Morin
DOUTOR ESTRANHO, de Richard Bluff, Stephane Ceretti, Paul Corbould, Jonathan Fawkner
ANIMAIS FANTÁSTICOS E ONDE HABITAM , de Tim Burke, Pablo Grillo, Christian Manz, David Watkins
MOGLI: O MENINO LOBO, de Robert Legato, Dan Lemmon, Andrew R. Jones, Adam Valdez
ROGUE ONE: UMA HISTÓRIA STAR WARS , de Neil Corbould, Hal Hickel, Mohen Leo, John Knoll, Nigel Sumner

MELHOR FILME DE ANIMAÇÃO BRITÂNICO
THE ALAN DIMENSION , de Jac Clinch, Jonathan Harbottle, Millie Marsh
A LOVE STORY , de Khaled Gad, Anushka Kishani Naanayakkara, Elena Ruscombe-King
TOUGH  , de Jennifer Zheng

MELHOR CURTA BRITÂNICO
CONSUMED, de Richard John Seymour
HOME, de Shpat Deda, Afolabi Kuti, Daniel Mulloy, Scott O’Donnell
MOUTH OF HELL, de Bart Gavigan, Samir Mehanovic, Ailie Smith, Michael Wilson
THE PARTY, de Farah Abushwesha, Emmet Fleming, Andrea Harkin, Conor MacNeill
STANDBY , de Charlotte Regan, Jack Hannon

MELHOR ATOR/ATRIZ EM ASCENSÃO (votado pelo público)
TOM HOLLAND
RUTH NEGGA
LUCAS HEDGES
LAIA COSTA
ANYA TAYLOR-JOY


Fonte: Deadline

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Premiados no 74º Golden Globes - Lista Completa

Segue lista completa dos premiados do Golden Globe Awards, na cerimônia desta noite de Domingo/Segunda, 8/9 de Janeiro de 2017:

1.Melhor Ator Coadjuvante – Cinema -  Aaron Taylor Johnson por “Animais Noturnos”

2.Melhor Ator por Série de TV  - Drama – Billy Bob Thornton por “Goliath”

3. Melhor Atriz por Série de TV – Musical/Comédia – Tracee Ellis Ross por “Black-ish”

4. Melhor Série de TV – Musical/Comédia – “Atlanta”

5. Melhor Atriz por Minissérie ou Filme para TV – Sarah Paulson por “O Povo contra O.J. Simpson”

6. Melhor Minissérie ou Filme para TV - “O Povo contra O.J. Simpson”

7. Melhor Ator Coadjuvante em Série, Minissérie ou Filme para TV – Hugh Laurie, por “The Night Manager”

8. Melhor Trilha Sonora – Filme – Justin Hurwitz por “La La Land: Cantando Estações”

9. Melhor Canção Original – City of Stars, “La La Land: Cantando Estações”

10. Melhor Atriz Coadjuvante em Filme para Cinema – Viola Davis, por “Cercas”

11. Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie ou Filme para TV – Olivia Colman, “The Night Manager”

12. Melhor Ator de Cinema – Musical/Comédia – Ryan Gosling por “La La Land: Cantando Estações”

13. Melhor Roteiro Original – Damien Chazelle por “La La Land: Cantando Estações”

14. Melhor Filme de Animação – Zootopia

15. Melhor Filme Estrangeiro – Elle

16. Melhor Ator em Minissérie ou Filme para TV – Tom Hiddleston por “The Night Manager”


17. Melhor Atriz em Série de TV - Drama– Claire Foy por “The Crown”

18. Melhor Série de TV - Drama - "The Crown"

19. Mery Streep recebe, pela sua carreira,  o Prêmio Especial Cecil B. DeMille 

20. Melhor Diretor - Filme para Cinema - Damien Chazelle por “La La Land: Cantando Estações”

21. Melhor Ator de Série de TV, Musical ou Comédia - Donald Glover por "Atlanta"

22. Melhor Atriz de Cinema - Musical ou Comédia - Emma Stone por “La La Land: Cantando Estações”

23. Melhor Filme - Musical ou Comédia“La La Land: Cantando Estações”

24. Melhor Ator - Filme - Drama - Casey Affleck por "Manchester à Beira-Mar"

25. Melhor Atriz - Filme - Drama - Isabelle Huppert por "Elle"

26. Melhor Filme - Drama - "Moonlight: Sob a Luz do Luar"


O grande ganhador da noite foi La La Land, recebendo os prêmios mais importantes (7 deles).
Filme estreia no Brasil dia 19 de janeiro.