sábado, 18 de agosto de 2012

Padre Brown - Filme de 1954 com Alec Guiness

Padre Brown é um personagem fictício , criado pelo novelista inglês G. K. Chesterton, que aparece em 52 contos, e que depois foram compilados em cinco livros. Chesterton baseou-se no Padre John O´Connor (1870-1952) , um padre que se envolveu na conversão de Chesterton para o Catolicismo e 1922.
O filme, que estamos colocando no blog, é de 1954 chamado de Padre Brown (Father Brown), teve um grande elenco com  Sir Alec Guiness interpretando o papel do padre e esse filme é considerado um clássico, mas infelizmente pouco exibido na TV. Talvez seja pelo preconceito com filmes P&B. Infelizmente, as pessoas hoje estão menos interessadas em conteúdo e mais em efeitos especiais. Este filme foi baseado na primeira estória de Chesterton, chamada “The Blue Cross”, A Cruz Azul. Com a experiência de Guiness nesse filme, acabou levando ele para a conversão ao Catolicismo.
O filme tem mais de 900MB e está hospedado no Rapidshare, cujo link deverá ser clicado para poder baixar o filme.
A oportuna lembrança, a ser reconhecida para que eu fizesse a tradução das legendas, foi de Alexandre.
Na décado de 70, Kenneth More estrelou uma série de TV homônima do Padre Brown, com 13 episódios. Já tenho todos os vídeos dessa série, mas até o momento só consegui as legendas em holandês. Por enquanto, fica em stand-by até conseguir as legendas em Inglês.
O filme é realmente uma delícia.
Caso haja problemas com o download, me avisem nos comentários deste post.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Novo Episódio de Paladino (Have Gun Will Travel)

 Segue o link de mais um episódio legendado pelo nosso site da 1ª temporada de Paladino : A Longa Noite, de 16/11/1957. Paladino e dois outros com roupas escuras são presos por um poderoso rancheiro. São informados de que, a menos que um deles confesse o assassinato da esposa dele, todos os três serão enforcados. É uma estória diferente e meio inusitada, do padrão da série. O vídeo acima é apenas ilustrativo. O que vale é o link com o episódio completo legendado. A senha para o link é : paladino. E eis o link: http://bit.ly/MiUsY3

Mini- Séries Brasileiras

A Globo e a Record poderiam ser mais criativas e produzir mini-séries com temas nacionais já esquecidos, mas que renderiam bons argumentos.
Que tal uma mini-série sobre a Guerra do Paraguai, a Invasão Holandesa , a Revolução de 1932, ou até mesmo Nos Tempos do Segundo Império (D.Pedro II e Princesa Isabel)? Temos tantos fatos históricos para serem retratados pela televisão e temos que ficar com Gabriela e Rei Davi. Valorizamos muito pouco nossa história, ou melhor o brasileiro, em geral, valoriza pouco seu país, preferindo dar mais valor ao que vem de fora. Estudamos História do Brasil nas escolas para nada?
A própria Globo teve momentos felizes quando passou mini-séries sobre JK, Chiquinha Gonzaga, Primo Basílio, o Tempo e Vento (ao lado).
A Record poderia muito bem encostar essa A Fazenda e pensar diferente. Ela não quer superar a Globo? Agora é a hora, pois a Globo está em baixa.
Só tenho esperança que estas duas redes possam produzir algo neste sentido, pois nas demais, não vejo futuro algum.

Não haverá outra como Marilyn Monroe

Billy Wilder que a dirigiu em dois de seus melhores filmes - O Pecado Mora ao Lado e Quanto Mais Quente Melhor -, dizia que Marilyn Monroe sabia criar o inferno num set de filmagem. Vivia sempre atrasada, esquecia o texto, tinha flutuações de humor. Uma simples cena de Quanto Mais Quente Melhorteve de ser repetida 50 vezes. E daí, perguntava o próprio Wilder? Na tela, Marilyn nunca é menos que esplendorosa. Um ícone de sexualidade. MM já era mito quando morreu, sozinha, em 5 de agosto de 1962, de uma dose excessiva de barbitúricos. Há controvérsia se foi um simples acidente, se quis se matar e até se foi assassinada. Marilyn estaria tendo um envolvimento com o presidente John Kennedy, já se havia envolvido com gângsteres e isso criava um problema para a Casa Branca.

Completam-se no domingo 50 anos da morte de Marilyn Monroe. O fato de ela haver morrido aos 36 anos, e em plena exuberância, certamente contribuiu para a permanência do mito. O público nunca teve outra imagem de Marilyn para cotejar. Pense em Marilyn e ela virá sempre jovem, eternamente bela como Chérie em Nunca Fui Santa, de Joshua Logan, ou Sugar em Quanto Mais Quente Melhor - sacudindo o bumbum em sua primeira cena, quando corre na estação de trens e a câmera segue colada em seu traseiro. Ou então naquele vestido cheio de brilhos (e que ressalta as formas voluptuosas) quando canta Happy Birthday, Mr. President - para John Kennedy. 

É um dos mistérios do cinema. Como símbolo de vida, eterniza a imagem. Mas a própria imagem faz dele um signo de morte, porque ela não muda, repete-se ao infinito. Marilyn, eternamente jovem. É assim que ela ressurge em Quanto Mais Quente Melhor, que reestreia hoje em cópia nova, e também será vista no domingo, na maratona de sete filmes programada pelo canal TCM para lembrar sua morte. E até num pacote de DVDs, uma caixa Marilyn. Um parêntese - curiosa trajetória, a do próprio Billy Wilder. Colaborador de Ernst Lubitsch, de quem foi roteirista, ele se afirmou primeiro no film noir, antes de fazer sua opção pela comédia.


Fonte: LUIZ CARLOS MERTEN - O Estado de S.Paulo