domingo, 3 de junho de 2012

Os Persuaders

Esta série estrelada por Roger Moore e Tony Curtis de 1971 foi uma das mais charmosas da época por vários motivos: a abertura, o linguajar usado principalmente pelo Tony, o charme e carisma dos atores e a trilha sonora (feita por John Barry, o mesmo de 007).
A nossa chata da TCM não há meios de colocar novas boas séries na programação e fica repetindo à exaustão filmes e séries. A TCM é de uma mediocridade e marasmo incríveis.
Desta forma, heroicamente, estou colocando aqui abaixo o link do primeiro episódio, cujas legendas foram traduzidas por mim. Espero que o Roger Moore, ainda vivo, não me persiga por direitos autorais, muito embora já faz quase 40 anos que a série foi exibida. Eu me lembro que aqui no Brasil, eu cheguei a assistir alguns episódios, dublados pela Odil FonoBrasil. Creio que o Tony foi dublado pelo Marcos Miranda, o mesmo de Rhett Butler em O Vento Levou.
Em Persuaders, eles são dois playboys, que são recrutados por um juiz aposentado a fim de resolver casos especiais. O que se antepõe na série é a comicidade do Tony e o esnobismo inglês por parte de Roger. É mais ou menos como a "química" que era usada na dupla Dean Martin e Jerry Lewis.

Link: https://rapidshare.com/files/192831629/The Persuaders - Episódio 1 - Overture.avi

Este é um novo link, atualizado no Rapidshare.
Se o link falhar, mande mensagem nos comentários para eu consertar.

 Trivia: 
  • O carro de Roger Moore é um Aston-Martin DBS 1969 e o do Tony uma Ferrari 246 Dino 1969.
  • Roger escolheu Tony Curtis como seu parceiro. As outras escolhas eram Rock Hudson e Glenn Ford.
  • Roger Moore engordou 10 quilos na série, que ele atribui ao uso de tomar champanhe durante a filmagem.
  • A série teve apenas 24 episódios e ma temporada. Roger acabou aceitando ser o novo 007.
  • Quando Tony Curtis chegou no Aeroposto de Heathrow na Inglaterra, para início das filmagens, foi preso por posse de maconha. Os produtores  acabaram livrando ele desta enrascada. Tony vivia reclamando com Roger sobre o hábito de fumar cigarros, mas Tony não usava a mesma ética para os baseados.